PUBLICIDADE
Moda & Beleza
CIRURGIAS PLÁSTICAS PÓS EMAGRECIMENTO

Cirurgião plástico Ageu Brasil tira as dúvidas

Um dos ganhos com o emagrecimento produzido pelo tratamento é o aumento da autoestima

09:44 | 12/04/2018

Foto: Divulgação

A obesidade não pode mais ser vista como um problema estético ou social, mas como uma doença séria, responsável por mortes prematuras e pela morbidade em milhões de pessoas, além de problemas ao status psicossocial e qualidade de vida. Podemos então deduzir que a cirurgia bariátrica veio para salvar vidas. E existe um outro ganho com o emagrecimento produzido pelo tratamento, é o aumento da autoestima, os pacientes se veem com 30kg, 40kg, 60kg e até 90kg a menos, coisa que alguns deles passou a vida almejando. 

Após o emagrecimento, o paciente se depara com outro problema, a grande flacidez ou excesso de pele em várias partes do corpo. “Chega a vez das cirurgias plásticas, quando os pacientes são liberados por seus cirurgiões digestivos, por volta de um ano após a gastroplastia quando ocorre a estabilização do peso”, avalia o cirurgião plástico Ageu Brasil (CRM 3578 / RQE 3085).  

CIRURGIAS MAIS PROCURADAS 

Abdominoplastia (retirada de pele, de gordura e plicatura dos músculos reto-abdominais), mastopexia (cirurgia de mama) com implante mamário, lifting dos braços, lifting das coxas, lifting facial e gluteoplastia (cirurgia para colocação de próteses de silicone, no bumbum) são as cirurgias plásticas mais realizadas após o processo de emagrecimento severo. 

E o recomendado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é que sejam realizados, no máximo, dois procedimentos por vez, procurando não ultrapassar o tempo cirúrgico de 6h. “Os pacientes têm que ter em mente que todo excesso de pele é trocado por cicatrizes, e que a pele, geralmente de má qualidade pelo processo sofrido de estiramento, faz com que ajustes seis meses após a cirurgia sejam mais frequentes”, alerta Ageu Brasil.

ROBERTA FONTELLES PHILOMENO