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Lei aprovada deixa motoristas em êxtase para o ano de 2026

Por Caio Bezerra
02/12/2025
carros

Imagem: Reprodução / Ascom Detran-TO

O início de cada ano costuma trazer apreensão para motoristas em todo o país por causa dos impostos e taxas obrigatórias, mas uma mudança recente promete aliviar o bolso de milhares de brasileiros. Uma proposta aprovada no Congresso Nacional tem gerado grande expectativa para 2026, principalmente entre quem possui veículos mais antigos.

A medida, aguardada há anos por colecionadores e proprietários de carros usados, pode representar um marco na política tributária voltada ao transporte particular no país. O avanço dessa lei reacende o debate sobre justiça fiscal e simplificação de regras que hoje variam muito de um estado para outro.

O que muda com a nova lei do IPVA a partir de 2026

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 72/23, aprovada pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados em novembro de 2025, estabelece isenção total do IPVA para veículos terrestres com mais de 20 anos de fabricação. A nova regra busca unificar o critério de isenção em todo o território nacional, acabando com as divergências que existiam entre os estados.

Atualmente, cada unidade federativa define seus próprios prazos e condições para isenção, o que gera confusão e desigualdade entre os motoristas. Em alguns locais, o benefício começa aos 10 anos de uso, enquanto em outros só é concedido após 30 anos.

Com a aprovação da PEC, a cobrança do imposto será automaticamente suspensa para veículos com duas décadas de fabricação ou mais. Isso inclui automóveis de passeio, caminhonetes e veículos de uso misto, mas exclui ônibus, micro-ônibus, reboques e semirreboques.

A expectativa é que a isenção passe a valer oficialmente a partir do exercício fiscal de 2026, caso o texto seja aprovado em definitivo nos dois turnos do Plenário e sancionado pelo governo federal. A medida promete reduzir despesas fixas dos motoristas e corrigir distorções históricas na cobrança do IPVA.

De acordo com dados do setor automotivo, mais de 7 milhões de veículos no país têm 20 anos ou mais e, portanto, devem ser diretamente beneficiados pela mudança. Isso representa um impacto significativo para famílias de baixa e média renda, que costumam manter veículos antigos como principal meio de transporte.

Para muitos especialistas, essa padronização também ajuda a reduzir o número de ações judiciais envolvendo contestação de cobranças e incentiva a regularização de veículos que estavam com pendências por conta do alto custo dos tributos.

Como a nova regra afeta o motorista e quais cuidados tomar

Enquanto a proposta ainda aguarda votação final no Congresso, as regras estaduais continuam em vigor para o calendário de 2025. Isso significa que cada motorista deve verificar os critérios definidos pela Secretaria da Fazenda do seu estado antes de deixar de pagar o IPVA.

Atualmente, as condições variam bastante em todo o país:

  • 10 anos ou mais: Amapá, Goiás, Rio Grande do Norte e Roraima;
  • 15 anos ou mais: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia e Sergipe;
  • 18 anos ou mais: Mato Grosso;
  • 20 anos ou mais: Acre, Alagoas, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo;
  • 30 anos ou mais: Santa Catarina.

Em estados como Pernambuco e Minas Gerais, o benefício ainda é restrito: o primeiro concede apenas descontos progressivos, e o segundo limita a isenção a veículos com placa preta, ou seja, reconhecidos como de coleção.

Para evitar erros e garantir o direito à isenção, o motorista deve ficar atento a alguns pontos:

  • Conferir a data exata de fabricação no Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV);
  • Consultar o site da Secretaria da Fazenda local para verificar o calendário vigente;
  • Manter o licenciamento em dia, pois a isenção do IPVA não elimina a taxa de renovação anual;
  • Aguardar a promulgação da PEC antes de suspender qualquer pagamento.

Especialistas alertam que, mesmo com a futura isenção, o cumprimento das demais obrigações legais continua obrigatório, incluindo o seguro obrigatório (DPVAT, caso seja reativado) e as taxas municipais relacionadas ao trânsito.

Caio Bezerra

Caio Bezerra

Jornalista e Analista de Marketing. Especialista em SEO, marketing digital e produção de conteúdo estratégico.

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