Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

Live aborda projeto que quer dividir receita das Big Techs

Live do O POVO Tecnologia que ocorre todas as quartas às 17:30 aborda o projeto de lei que quer dividir as receita das Big Techs com a imprensa.
08:05 | Set. 08, 2021
Autor Hamilton Nogueira
Foto do autor
Hamilton Nogueira Jornal
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

A live do O POVO Tecnologia desta quarta, 8 de setembro, traz uma discussão sobre o Projeto de Lei 1354/21 proposto pelo Deputado Federal, pelo Ceará, Denis Bezerra (PSB). O Deputado quer fazer com que big techs dividam com a mídia produtora de notícias, a quantia oriunda das receitas publicitárias.

O projeto que está no início da tramitação, aguardava parecer do relator dentro da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI). O rito congressual é longo, mas tem uma consequência benfazeja que é minorar o desequilíbrio entre as mídias produtoras/expositoras e as mídias meramente expositoras.

A proposta está no âmbito do Marco Civil da Internet e já tem precedente na Austrália onde vige lei semelhante. Outra alteração importante, que pode se tornar realidade, é que essas plataformas digitais, a exemplo de Facebook e Google, reservem fatia de pelo menos 30% do conteúdo noticioso para diversificação de veículos produtores.

Participam conosco às 17:30 pontualmente, o autor do projeto, Dep. Denis Bezerra e Evandro Colares, sócio-diretor da Advance Comunicação.

Confira transmissão nos links abaixo:

Youtube O POVO ONLINE https://bit.ly/YTOPOVO

Facebook O POVO ONLINE https://www.facebook.com/OPOVOOnline/


Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Covid-19: Rio de Janeiro retoma vacinação de adolescentes

Saúde
08:19 | Set. 08, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio Janeiro (SMS) retoma hoje (8) a vacinação contra a covid-19 de adolescentes, com a aplicação da primeira dose em meninas de 15 anos. O dia de amanhã (9) foi reservado para o mesmo grupo e os meninos de 15 anos poderão iniciar a imunização na sexta-feira (10).

A retomada ocorre após a entrega, pelo Ministério da Saúde, de 35.832 doses do imunizante da fabricante norte-americana Pfizer para as primeiras doses na segunda-feira (6). A vacina da Pfizer é a única que já tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a aplicação no público entre 12 e 17 anos.

A repescagem para a primeira dose ocorre para pessoas a partir de 25 anos, gestantes, puérperas, lactantes e deficientes a partir dos 12 anos de idade. Para a repescagem, a Secretaria de Saúde sugere que se compareça aos postos de vacinação na parte da tarde.

Ontem, devido ao feriado de 7 de setembro, não houve vacinação na cidade. Segundo a secretaria, as datas para aplicação da primeira dose nos adolescentes de 14 a 12 anos só serão divulgadas quando o Rio receber mais vacinas da Pfizer.

O painel de vacinação da prefeitura aponta que 77,9% da população total da cidade receberam a primeira dose e 42% estão com o esquema vacinal completo contra a covid-19, com duas doses da AstraZeneca, CoronaVac ou Pfizer ou com a dose única da Janssen. 

No recorte do público-alvo da campanha de vacinação, de pessoas com 12 anos ou mais, são 91% com a primeira dose e 48,9% com a imunização completa.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Pauta antidemocrática ocupa Paulista

POLÍTICA
08:13 | Set. 08, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia
Manifestantes ocuparam pelo menos dez quarteirões da Avenida Paulista ontem, em ato convocado pelo presidente Jair Bolsonaro, que discursou por 18 minutos no local. Máscaras de proteção contra a covid eram exceção, enquanto cartazes pedindo o fechamento do STF, contrários especialmente o ministro Alexandre de Moraes, a regra. A Secretaria de Segurança Pública estimou que 125 mil manifestantes estiveram na via, completamente fechada ao trânsito.
Os apoiadores atenderam a um pedido do presidente e levaram cartazes com frases em inglês e espanhol, para traduzir os lemas bolsonaristas a espectadores estrangeiros. Alguns pediam intervenção militar, o fechamento do Legislativo e eleições com voto impresso.
As falas de Bolsonaro contra Moraes e o STF, tema central do discurso, provocaram alguns dos momentos mais fortes de aplausos. Quando o presidente disse que Moraes ainda teria "tempo para se redimir" e revogar mandados de prisão contra apoiadores do presidente que atacaram a Corte, o público começou a gritar com pedidos de ações imediatas. Em outro carro de som, ao lado, surgiram gritos que defendiam intervenção.
Com o calor, o sol forte e a dificuldade para se locomover, alguns manifestantes passaram mal e tiveram de ser socorridos por parentes e amigos. A temperatura chegou a 28ºC na região. As placas de ônibus estacionados nos arredores da avenida mostravam que parte do público havia embarcado em outros Estados: Santa Catarina, Espírito Santo e Minas Gerais, além de cidades do interior paulista. Alguns caminhoneiros também estacionaram seus veículos nos arredores.
Manifestantes cercaram a portaria de um prédio na esquina da Avenida Paulista com a Alameda Joaquim Eugênio de Lima, após apoiadores do presidente se desentenderem com um jornalista. Policiais militares tiveram que intervir. O repórter e um câmera foram escoltados até a portaria de um prédio. Uma garrafa de vidro foi atirada em direção aos jornalistas e quase acertou um simpatizante do presidente.
Brasília
Na Esplanada dos Ministérios, estava presente a pauta antidemocrática suscitada de forma recorrente pela militância bolsonarista, mas apareceram demandas como a defesa do agronegócio, o combate à corrupção e o repúdio às prisões de influenciadores governistas.
Entre as longas filas de caminhões e seus motoristas estacionados na Esplanada, estavam famílias com crianças e idosos, evangélicos, produtores rurais e sindicalistas da área, motoqueiros, homens encapuzados e militares fardados conduzindo as tradicionais fanfarras do feriado da Independência. Durante a manhã, houve círculos de oração conduzidos por carro de som, com homens ajoelhados, clamando aos policiais que permitissem sua passagem à Praça dos Três Poderes.
As novas demandas dos apoiadores do presidente não conseguiram rivalizar com o tradicional discurso golpista. Palavras de ordem como ‘eu autorizo’, em alusão à uma intervenção militar, foram repetidas.
"Queremos Bolsonaro no poder, intervenção militar, faxina no Judiciário e Legislativo, nova Constituição anticomunista e crimininalização do comunismo no Brasil", dizia uma faixa do grupo Quartel do Bolsonaro. Em outro cartaz, o apelo pela ruptura institucional se repetia: "Bolsonaro acione as Forças Armadas. O povo ordena".
O que muitos manifestantes desejavam era justamente a ordem do presidente para que pudessem atacar os outros Poderes. "Ele (Bolsonaro) falou de coisas inconstitucionais, isso a gente já ouviu demais", disse um manifestante em conversa com caminhoneiro para que avançasse contra a barreira de contenção. "Nós temos que fazer nossa parte, se ele não faz a dele", disse outro, decepcionado com o teor do discurso do presidente.
Novamente apareceu o esforço para passar a mensagem ao exterior. Uma mulher levava uma placa escrita "monsieur le présidente, utilisez l’arméé" (senhor presidente, use o Exército). Já um casal empunhava sorridente uma cartolina branca com a mensagem "game over STF" (fim de jogo STF).
Um dos nomes mais defendidos pelos bolsonaristas era o de Roberto Jefferson, cujo rosto estampava cartazes e adesivos. Jefferson foi preso a mando do ministro Alexandre de Moraes, do STF, no âmbito do inquérito das milícias digitais, acusado de disseminar mentiras e ataques contra as instituições nas redes sociais.
Seu rosto também apareceu com destaque no Rio, graças a Fabrício Queiroz. O policial denunciado como operador das "rachadinhas" do senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) compartilhou ao longo do dia diversas imagens de sua participação nas manifestações governistas, que tiveram grande adesão na zona sul. Em uma, Queiroz bate continência para um boneco de papelão de Roberto Jefferson. Em uma postagem, Queiroz chama o presidente do PTB de "patriota". E afirma: "Tem meu respeito!!" (Colaboraram Weslley Galzo e Wilson Tosta)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Ex-BRF comanda startup de carne vegetal

ECONOMIA
08:08 | Set. 08, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia
Quando inaugurar suas operações, neste mês, em Dubai (Emirados Árabes), a recém-criada Tindle terá chegado a seu quarto país. Com atuação no mercado de proteína plant based, a marca produz frango de origem vegetal e é a primeira lançada pela Next Gen Foods, startup fundada em Cingapura com DNA brasileiro e números vultosos.
Aberta em abril de 2020 pelo ex-BRF André Menezes em parceria com o alemão Timo Recker, a empresa já é avaliada em US$ 180 milhões (aproximadamente R$ 930 milhões), depois de ter atraído a atenção de grandes fundos asiáticos. Entre os seus planos, está chegar aos Estados Unidos e ao Brasil até o fim de 2022.
Menezes afirma que a empresa de pesquisa e desenvolvimento de produtos e marcas plant based nasceu da combinação da expertise dos sócios. Ex-funcionário da BRF, o brasileiro foi expatriado à Cingapura em 2016 para atuar junto a uma joint venture que pretendia internacionalizar a empresa e que foi dissolvida em 2019. Com a experiência de ter acompanhado toda a cadeia de suprimentos da gigante da proteína brasileira, Menezes resolveu ficar na Ásia e empreender.
Interessado na tendência plant based, o brasileiro decidiu viajar o mundo e experimentar as proteínas feitas com vegetais disponíveis. Nesse movimento, conheceu o sócio. Recker é um veterano do plant based e havia acabado de vender sua própria foodtech, a LikeMeat, para o Livekindly Collective. "Conseguimos reunir o combo de alguém com conhecimento do setor com alguém com expertise da cadeia de suprimento da proteína", diz.
O interesse dos empresários no mercado de proteína plant based e a rápida ascensão do negócio não são à toa. Segundo o banco de desenvolvimento UBS, o setor tem potencial de atingir US$ 51 bilhões em 2025, no cenário base, e até US$ 72 bilhões pela estimativa mais otimista - salto de 30% em relação ao tamanho do mercado em 2019. "A indústria da carne não é a resposta para as próximas décadas, em termos de crescimento de consumo", afirma o brasileiro.
A recém-nascida empresa atraiu a atenção de grandes fundos e recebeu, neste ano, a maior captação em uma rodada inicial para uma foodtech. Captou US$ 10 milhões, em março, e outros US$ 20 milhões em julho. Entre os investidores, estão o Fundo Soberano de Cingapura, Temasek Holdings, que gere uma carteira de US$ 232 bilhões, e os escritórios de venture capital GGV Capital e K3 Ventures.
Apesar de ter concentrado esforços na produção da Tindle, que fabrica apenas frango plant based, as demais proteínas, como suína e bovina, estão no radar. Agora, contudo, a prioridade é expandir a marca. Além de Cingapura, o frango da Tindle também é vendido na Malásia e nas regiões autônomas chinesas Hong Kong e Macau. Nas próximas semanas, Menezes e Recker inauguram parcerias nos Emirados Árabes, em Dubai e Abu Dhabi.
Brasil
A empresa pretende ter um time local trabalhando na implantação da marca para o público brasileiro, na segunda metade de 2022. O principal entrave é estabelecer parcerias regionais para diminuir o custo de importação.
Diferentemente do empreendimento inicial do sócio Recker, a Next Gen aposta num modelo "light asset", ou seja, sem fábrica ou distribuição próprios. Hoje, a produção é terceirizada na Europa, o que encarece o produto para o mercado brasileiro. Por isso, Menezes diz manter conversas com fábricas mais próximas.
A empresa também optou por não começar a venda diretamente em supermercados. A estratégia inicial da Tindle é fazer parcerias diretas com chefs renomados e restaurantes, movimento similar a outras concorrentes no mercado.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Terremoto de magnitude 7,0 atinge balneário de Acapulco, no México

INTERNACIONAL
07:48 | Set. 08, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia
Um terremoto de magnitude 7,0 atingiu o sudoeste do México, na região próxima ao balneário de Acapulco, no Estado de Guerrero, na noite da terça-feira, 7. O tremor provocou danos a prédios e deslizamentos de terra, bloqueando estradas.
Até o momento, uma morte foi notificada. Segundo as autoridades locais, um homem morreu esmagado por um poste.
Os reflexos do terremoto também foram sentidos na capital do país, Cidade do México, localizada a cerca de 370 km do epicentro.
Com medo do tremor, pessoas deixaram suas casas e apartamentos durante a noite.
Segundo a prefeita Claudia Sheinbaum não há registros de danos graves no local, mas alguns pontos da capital registram falta de luz.
Em comunicado, a concessionária mexicana de energia afirmou que 1,6 milhão de usuários foram afetados pelo terremoto por todo o país, incluindo moradores da capital e de cidades vizinhas, além de residentes dos Estados de Guerrero, Morelos e Oaxaca.
O sismo de magnitude 7,0 foi inicialmente medido como 7,4 pelo Instituto de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).
De acordo com o instituto, por ter sido registrado muito próximo à superfície, cerca de 12,5 km abaixo do solo, o efeito de agitação do tremor foi amplificado. COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Índia restringe festas religiosas por medo de nova onda de Covid-19

HTH
07:40 | Set. 08, 2021
Autor AFP
Tipo Notícia

As autoridades indianas estão restringindo os principais festivais religiosos que começam esta semana e atraem grandes multidões, advertindo que já começou uma nova onda de Covid-19 na capital financeira do país, Mumbai.

 

Os governos estaduais deste país de 1,3 bilhão de habitantes - que sofreu um aumento devastador nos casos de coronavírus em abril e maio - estão tomando medidas drástica contra os multitudinários encontros.

 

"A terceira onda não está para chegar, ela já está aqui", disse o prefeito de Mumbai, Kishori Pednekar, à imprensa na terça-feira (7).

 

"Podemos comemorar os festivais mais tarde. Mas vamos priorizar a vida e a saúde dos nossos cidadãos", acrescentou Uddhav Thackeray, ministro-chefe de Maharashtra, cuja capital é Mumbai.

 

Suas declarações foram dadas na véspera do festival Hindu Ganesh Chaturthi, que começa na sexta-feira (10).

 

A última onda de covid-19 sobrecarregou os hospitais na Índia e deixou pelo menos mais de 200.000 mortos. Isso aconteceu depois de um dos maiores encontros religiosos do mundo, o Kumbh Mela, que atraiu cerca de 25 milhões de peregrinos hindus.

 

Os especialistas atribuem a essa reunião, aos grandes comícios das eleições estaduais e à variante delta - detectada pela primeira vez na Índia - o aumento da nova onda da covid-19.

 

As autoridades destacaram que o recente aumento do número de casos no estado de Kerala, no sul do país, após o festival de Onam em agosto, deve ser motivo de alarme.

 

Restrições a deslocamentos e outras atividades são esperadas esta semana em Nagpur, outra grande cidade de Maharashtra.

 

No estado vizinho de Karnataka, o toque de recolher noturno será mantido, e a celebração de Ganesh será proibida nos bairros de incidência mais alta de coronavírus.

 

A Índia é o segundo país do mundo com maior número de casos registrados, com mais de 33 milhões de infecções e 441.000 mortes por covid-19 até o momento.

 


Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags