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WhatsApp desmente boatos sobre cobrança para uso do aplicativo

As falsas notícias começaram a circular após o aplicativo sair fora do ar por algumas horas nessa quarta-feira, 3

22:48 | 04/05/2017
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Não é verdade uma mensagem que circula avisando que o WhatsApp vai ser encerrado e que o usuário terá de pagar para abri-lo. Os boatos começaram a circular nesta quinta-feira, 4, um dia após o aplicativo sair fora do ar por algumas horas.

O texto diz que a mensagem precisa ser enviada para toda a lista de contatos do usuário. Caso contrário, a conta será excluída. O app informou que nunca envia mensagens diretas, que a plataforma é gratuita e que o usuário não precisa pagar para continuar usando o aplicativo.

Veja a mensagem que estava se espalhando na Internet:

"Amanhã, às 6 horas eles estão terminando WhatsApp e você tem que pagar para abri-lo, isso é por lei Esta mensagem é para informar todos os nossos usuários, nossos servidores foram recentemente muito congestionados, por isso estamos pedindo que você nos ajude a resolver este problema. Exigimos que nossos usuários ativos enviem esta mensagem para cada uma das pessoas da sua lista de contatos para confirmar nossos usuários ativos que usam o WhatsApp. Se você não enviar esta mensagem para todos os seus contatos, o WhatsApp começará a cobrar. Sua conta permanecerá inativa com a conseqüência de perder todos os seus contatos.

Mensagem de Jim Balsamic (CEO da WhatsApp), tivemos um uso excessivo de Nomes de usuário no whatsapp Messenger. Nós Estão a solicitar a todos os utilizadores que Para toda a lista de contatos. Se vocês Não reencaminhar esta mensagem, teremos Como sua conta é inválida e será excluída dentro das próximas 48 horas. Por favor NÃO ignore esta mensagem ou whatsapp Não reconhecerá mais a sua ativação. Se você deseja reativar sua conta depois."

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Sobre os boatos compartilhados após a falha, o WhatsApp avisou que tem uma cartilha com dicas para identificar mensagens duvidosas.

Leia:

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                                                                                         Redação O POVO Online

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