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Netflix passa a atuar em mais de 190 países

China, Coreia do Norte, Síria e região da Ucrânia (Crimeia) são os únicos lugares do mundo onde não há cobertura do serviço

18:52 | 06/01/2016
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Em alta no mercado cinematográfico, a empresa Netflix anunciou que estenderá o seu serviço para mais de 190 países.

China, Córeia do Norte, Síria e região da Ucrânia (Crimeia), no entanto, permanecem fora da lista dos países do mundo que acessam filmes e série pela internet, por meio da companhia. O serviço não estará presente nestes territórios devido às restrições impostas pelo governo americano contra os investimentos de empresas.

A divulgação de ampliação de negócios foi feita pelo co-fundador e chefe executivo Reed Hastings no grande salão de produtos eletrônicos CES (Consumer Electronics Show) em Las Vegas.

"Com esse lançamento, consumidores vão poder assistir a série e filmes simultaneamente. Chega de esperar. Com a ajuda da internet, estamos passando o controle para as mãos do consumidor, que agora poderá assistir ao que quiser, quando quiser, e no aparelho de sua escolha", afirmou Hastings.
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O Netflix objetiva ainda lançar 31 novas séries originais e novas temporadas, além de 20 filmes e documentários próprios, mais 30 séries infantis.

"A partir de hoje, vamos ouvir e aprender com nossos novos assinantes, adicionando gradualmente mais idiomas, mais conteúdo e mais maneiras de levar a Netflix até as pessoas", complementou o executivo.

Por meio de uma assinatura mensal, a Netflix dá acesso a um amplo catálogo de filmes e séries que o usuário pode assistir quando quiser, bastando estar conectado à internet.

A empresa produziu filmes e séries originais de sucesso, como "House of Cards", na tentativa de diferenciar-se de outros serviços concorrentes e de atrair novos assinantes.

Antes de se lançar ao mundo do streaming em 2007, a Netflix foi um serviço de aluguel de DVDs por correio. Desde então se estendeu rapidamente fora de Estados Unidos, inicialmente ao Canadá e depois América Latina e Europa.

Redação O POVO Online e AFP
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