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Pelé tem alta da UTI e continua em recuperação no hospital

17:12 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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O tricampeão de futebol Edson Arantes do Nascimento, conhecido como Rei Pelé, recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas continua em recuperação no Hospital Albert Einstein, na capital paulista. Segundo boletim médico divulgado na tarde de hoje (14), o ex-jogador “apresenta boa condição clínica”.

No dia 4 deste mês, Pelé foi submetido a uma cirurgia para retirada de um tumor no cólon direito, descoberto durante exames cardiovasculares e laboratoriais de rotina, e o material retirado foi encaminhado para análise patológica.

Inicialmente, a previsão era que o ex-jogador, que tem 80 anos, recebesse alta da UTI no dia 7.

Na última sexta-feira (10), Pelé informou, pelo Instagram, que se sentia melhor a cada dia. “Meus amigos, a cada dia que passa eu me sinto um pouco melhor. Estou ansioso para voltar a jogar, mas ainda vou me recuperar por mais alguns dias. Enquanto estou por aqui, aproveito para conversar muito com minha família e para descansar. Obrigado novamente por todas mensagens de carinho. Logo mais estaremos juntos novamente!”, disse o tricampeão na mensagem.

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Motoristas reclamam de reajustes de apps

ECONOMIA
17:08 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O reajuste dos ganhos de motoristas anunciado pelas empresas Uber e 99 foi insuficiente, segundo eles, para compensar a alta recente de preços dos combustíveis e com a manutenção dos veículos. O movimento das plataformas veio após relatos de parceiros deixando a profissão ou negando corridas para não ficar no prejuízo.
O Estadão conversou com motoristas de apps, e a avaliação é de que a mudança foi tímida e que os ganhos foram consumidos pela inflação. Só o combustível teve alta de mais de 50% no ano. Já o reajuste das empresas nos repasses aos motoristas foi de até 35%, sendo de 10% em algumas regiões. A reportagem enviou questionamentos dos motoristas ao Uber e ao 99, mas as empresas não responderam diretamente às perguntas, ressaltando apenas os reajustes concedidos.
Para Tarcísio de Oliveira, de 42 anos, o valor repassado aos motoristas deveria subir entre 30% e 35% para recompor os custos. Ele trabalha com uma das plataformas há um ano. "Creio que não (foi suficiente o reajuste de 15% do Uber em Brasília), mas melhorou", afirma o motorista, que calcula um ganho de R$ 50 a mais, com o reajuste, a cada 500 km rodados.
No ramo há três anos, João Paulo da Silva, de 26 anos, calcula que a margem de lucro dos condutores foi reduzida em até 40% no último ano. Com a alta dos custos, Silva mudou sua forma trabalho. Passou a preferir as corridas às quintas, sextas e fins de semana, quando a demanda por motoristas é mais alta. Em suas contas, a ocupação não compensava mais em dias de semana e nos trajetos mais curtos. Para Silva, o reajuste anunciado pelas empresas não vai mudar o cenário. "Esses passageiros que continuam tentando pegar essas viagens curtas vão continuar sofrendo da mesma forma. Com certeza, não (será suficiente para trazer gente de volta). Quem saiu do aplicativo, encontrou alguma coisa melhor."
A avaliação é reforçada pelo presidente do Sindicato dos Motoristas Autônomos por Aplicativos do Distrito Federal, Marcelo Chaves. "O reajuste foi tão mínimo, pelo menos no Distrito Federal, que o motorista nem sentiu no bolso. Não resolveu muita coisa, não", diz ele.
Motoristas que atuam pela Uber e pela 99 na Grande São Paulo ressaltam que o porcentual de reajuste anunciado pelas empresas não é fixo nem vale para todas as corridas. "Eles anunciam esses reajustes de 'até' tanto porcento, ou seja, pode ser que não chegue ao valor máximo. E não vale para todas as corridas, esse reajuste vai depender do horário, do local, do tipo de corrida, do passageiro, enfim, de inúmeros fatores para que o motorista receba esse reajuste", explica Eduardo Lima de Souza, presidente da Associação dos Motoristas de Aplicativo de São Paulo (Amasp).
"Só neste ano, o combustível teve aumento de mais de 50%. Então, ainda está defasado esse reajuste, o motorista ainda sai perdendo", acrescenta Souza. "Todo e qualquer reajuste ou aumento para uma categoria é sempre bem-vindo, mas esse em questão é insuficiente", diz.
Para Souza, as parcerias com os postos de combustível firmadas pelos aplicativos também não ajudam - o Uber firmou parceria que envolve cashback para os motoristas com o posto Ipiranga, enquanto a 99 se juntou à rede Shell. "Essas parcerias são com as bandeiras que têm o combustível mais caro. É possível encontrar bandeiras com o valor da gasolina mais barato", diz.
Rosemar Pereira, de 48 anos, que trabalha como motorista dos dois aplicativos, disse que os reajustes anunciados são "conversa fiada". "Se for dar um aumento, que dê um aumento igual em todas as corridas, um aumento fixo, um aumento real. Precisamos de uma tarifa digna, para que possamos trabalhar tranquilamente e arcar com as nossas despesas", diz.
Procurado, o Uber afirmou que, "com o aumento constante dos combustíveis", tem "intensificado seus esforços para ajudar os motoristas parceiros a reduzirem seus gastos, com parcerias que oferecem desconto em combustíveis, por exemplo, assim como tem feito uma revisão e reajustado os ganhos dos motoristas parceiros em diversas cidades". Já a 99 disse que os novos valores levam em consideração "o impacto negativo do aumento dos combustíveis sobre a categoria, considerando a manutenção do equilíbrio da plataforma". "O objetivo é continuar oferecendo uma fonte de ganho para os motoristas parceiros e um meio de transporte financeiramente viável, seguro e eficiente para a população."
Corrida cancelada se torna uma rotina
Passageiros que usam aplicativos de motorista particular relatam alta no preço e dificuldade para achar um motorista. Coordenador de mobilidade urbana do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Rafael Calabria, atribui os problemas ao preço "irreal" e "surpreendentemente baixo" que as plataformas praticam no Brasil - o que leva à má qualidade dos serviços.
"Ter vários cancelamentos dos motoristas se tornou rotina", diz a analista de redes sociais Camila Nishimoto, 25 anos, que costuma usar o Uber para se deslocar na Grande São Paulo. O preço também mudou. Em Brasília, a passageira Regina Picoli sentiu a diferença. Ela lembra que, em agosto, uma viagem do aeroporto de Brasília até sua casa custou cerca de R$ 30. Ontem, o preço cobrado foi de R$ 40. "Vi que aumentou bastante", diz.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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IBGE divulgará cálculo de populações em áreas indígenas e quilombolas

ECONOMIA
17:01 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que divulgará extraordinariamente, em 15 de outubro, o estudo "Dimensionamento emergencial de população residente em áreas indígenas e quilombolas para ações de enfrentamento à pandemia provocada pelo coronavírus". O levantamento, feito a pedido do Ministério da Saúde, integra a série de Investigações Experimentais, informou o órgão, em nota.
"O relatório técnico apresentará os procedimentos metodológicos e os resultados do dimensionamento emergencial de pessoas residentes em áreas indígenas e quilombolas no ano de 2020 para todos os Estados e Municípios da Federação, e para o Distrito Federal, em atendimento à solicitação do Ministério da Saúde referente ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a COVID-19", justificou o IBGE.
O órgão ressalta, porém, que os dados devem ser usados "com cautela", por serem classificados como experimentais, ou seja, ainda em fase de testes e sob avaliação técnica.
"Ao divulgá-las, o IBGE pretende envolver os usuários e partes interessadas para avaliação de sua relevância e qualidade, considerando-se os fins a que se destinam", escreveu o comunicado assinado pela Diretoria de Pesquisas e Diretoria de Geociências do instituto.
Segundo o IBGE, as informações do relatório buscam "dar respostas a uma situação de emergência de saúde pública, fornecendo estimativas sobre populações específicas, cuja disponibilidade de dados é restrita".

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Pelé recebe alta da UTI e seguirá recuperação de cirurgia no quarto

REI DO FUTEBOL
16:44 | Set. 14, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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O Rei Pelé recebeu alta da UTI nesta terça-feira. O Hospital Albert Einstein, no qual o ex-jogador está internado, emitiu boletim informando que o ídolo do Santos possui boa condição clínica e dará sequência a seu processo de recuperação no quarto.

"O paciente Edson Arantes do Nascimento apresenta boa condição clínica e recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Permanecerá, a partir de agora, em recuperação no quarto", afirma o comunicado do hospital.

Pelé foi internado para realizar a retirada de um tumor no cólon direito, no intestino. O procedimento ocorreu no dia 4 de setembro e ele vinha se recuperando na UTI desde então.

O tricampeão mundial pelo Brasil celebrou a alta nas redes sociais e agradeceu as mensagens de apoio que recebeu. "Meus amigos, esse é um recado para cada um de vocês. Não pensem, por um minuto sequer, que eu não li as milhares de mensagens de carinho que recebi por aqui", escreveu.

"Muito obrigado a cada um de vocês por dedicarem um minuto do seu dia para me enviar boas energias. Amor, amor e amor! Eu já saí da UTI e estou no meu quarto. Continuo cada dia mais alegre, com muita disposição para jogar 90 minutos, mais a prorrogação. Estaremos juntos em breve!", completou Pelé.

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Câncer já é a principal causa de morte de crianças e adolescentes

Saúde
16:43 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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Embora o câncer em crianças seja uma doença rara, ele é responsável pela maioria das mortes entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos de idade, da ordem de 8% do total, de acordo com o  Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca). 

“É a primeira causa de morte por doença no Brasil e nos países desenvolvidos. Ele (câncer) só perde para causas externas, como traumas, e outros agentes externos”, disse hoje (14) à Agência Brasil a oncologista e membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (Sobope) Flávia Martins. 

Os três tipos de câncer mais comuns entre crianças e jovens, por ordem de frequência, são leucemias, tumores no Sistema Nervoso Central (SNC) e linfomas.

A doutora Flávia Martins recomenda que, para fazer o diagnóstico precoce, é preciso prestar atenção na criança e no que dizem os pais, pois há tempos variados de diagnóstico. Os primeiros consistem no reconhecimento dos sintomas pelos pais e no atendimento médico não especializado da criança em um hospital, pronto-socorro ou Unidade Básica de Saúde (UBS). Em seguida, vem o atendimento complexo, com o diagnóstico final.

O mês de setembro é reservado à conscientização e combate ao câncer infantojuvenil. 

Reconhecimento

A oncologista alerta que o reconhecimento dos sintomas pelos pais é muito importante. “Prestar atenção em febres contínuas. Lembrar que a criança tem, sim, febres, tem viroses, infecções, mas elas duram, no máximo, entre três e cinco dias, e não costumam deixar a criança prostrada, não costumam causar dor”. Outro sinal importante, segundo a médica, é a palidez. 

“Quando a criança está um pouquinho descorada e menos ativa, os pais devem levar em consideração e levar para uma avaliação médica. Qualquer sintoma neurológico, como estrabismo, quando a criança fica vesguinha, ou a criança reclamar de alteração visual súbita, dor de cabeça”.

Flávia Martins ressaltou que a "dor é coisa de adulto, isso não é coisa de criança. Criança, para ter dor, tem que ter alguma justificativa e essa dor tem que passar por uma investigação”. 

A oncologista reconheceu que os sintomas de alerta são mais fáceis de serem detectados pelos médicos. Já os sintomas mais comuns a outras doenças, como febre e dor de barriga, acabam passando despercebidos.

Qualidade de vida

Estatísticas do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) para o triênio 2020/2022 estimam 8.460 novos casos por ano de cânceres infantojuvenis, sendo 4.310 para o sexo masculino e 4.150 para o sexo feminino.

Segundo o Inca, o progresso no tratamento do câncer na infância e na adolescência nas últimas quatro décadas foi extremamente significativo. “Hoje, em torno de 80% das crianças e adolescentes acometidos da doença podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados. A maioria deles terá boa qualidade de vida após o tratamento adequado”, informa o Inca.

A oncologista Flávia Martins lembrou que é importante não só a criança ser curada, mas manter qualidade de vida, com capacidade funcional. “Porque não basta curar. A gente tem que promover que essa criança chegue a ser um adulto, e até um idoso saudável. Então, quanto mais precocemente a gente encontrar aquele tumor do sistema nervoso central, aquela leucemia, a gente vai, muitas vezes, poder planejar o tratamento de forma que a criança seja menos espoliada, sofra menos agressões”.

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Fiocruz volta a entregar doses da vacina contra covid-19

Saúde
15:43 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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*Estagiário sob a supervisão de Mario Toledo

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