Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

Prefeitura de São Paulo abre cadastro para xepa da segunda dose

15:58 | Ago. 16, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Tipo Notícia

A partir de hoje (16), quem tomou a primeira dose da vacina contra a covid-19 na cidade de São Paulo já pode se candidatar para adiantar a segunda dose. Podem se inscrever os que tomaram a primeira aplicação há mais de 60 dias no caso da Astrazeneca e da Pfizer. Se o imunizante recebido tiver sido a Coronavac, o intervalo mínimo é de 15 dias. 

A antecipação será feita com doses remanescentes, a chamada xepa. O cadastro deve ser feito em uma das 468 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) com apresentação do comprovante de residência no município. A aplicação da dose fica sujeita à disponibilidade ao final do dia. Ontem (15), a prefeitura concluiu a aplicação da primeira dose em adultos acima de 18 anos.

Cada UBS organizará uma lista de espera com os usuários da abrangência do posto, ou seja, quem mora, trabalha ou estuda na região da unidade. A chamada é por ordem de inscrição. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, se a unidade de saúde tiver dificuldade para destinar as vacinas remanescentes, as equipes devem acionar a Supervisão Técnica de Saúde para que não haja desperdício.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Estádios de São Paulo terão público a partir de novembro

Geral
15:57 | Ago. 16, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O governo de São Paulo confirmou hoje (16) que os estádios paulistas terão a volta do público a partir do dia 1º de novembro. A informação foi dada durante coletiva à imprensa para anúncios relacionados ao GP de São Paulo de Fórmula 1, que acontece em novembro e também contará com a presença de público, desde que as pessoas usem máscaras, sejam testadas e estejam vacinadas.

Os protocolos para a volta do publico aos estádios estão sendo elaborados em conjunto com a Federação Paulista de Futebol (FPF) e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e devem ser divulgados oportunamente em nova coletiva à imprensa. “O futebol terá também seu protocolo. Com a liberação dos estádios em São Paulo a partir do dia 1° de novembro, com protocolos, assim como a F1, para garantir a volta gradual e segura das torcidas aos estádios de futebol. Oportunamente divulgaremos isso em conjunto com a FPF e a CBF”, disse o governador de São Paulo, João Dória.

A presença de torcida nos jogos de futebol está suspensa em São Paulo desde março do ano passado, quando teve início a pandemia do novo coronavírus.

No dia 4 de agosto, o governador já havia anunciado que, a partir do dia 1º de novembro, os shows com público em pé, torcidas e pistas de dança vão poder ser realizados no estado paulista, momento em que o governo estadual espera que pelo menos 90% dos adultos de São Paulo tenham concluído o seu esquema vacinal contra a covid-19. Esses eventos, segundo o governo paulista, terão controle de público e o uso de máscara continuará obrigatório.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Olimpíada de Língua Portuguesa encerra prazo para receber relatos

Educação
15:34 | Ago. 16, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Termina hoje (16) o prazo para envio de relatos de prática e dos materiais selecionados por diretores de escolas públicas de todo o país para participar da 7ª Olimpíada de Língua Portuguesa. O regulamento e informações podem ser obtidos no portal Escrevendo o Futuro. Na olimpíada, que é aberta a estudantes da quinta série do ensino fundamental até o terceiro ano do ensino médio, os diretores de escolas escolhem os professores que irão para as etapas seguintes.

Os relatos devem conter estratégias, soluções, alternativas e inovações encontradas pelos professores durante a pandemia de covid-19 para executar as atividades com seus alunos, de modo a garantir a continuidade do processo de aprendizagem. Para acompanhar o relato, os trabalhos do professor com os alunos podem envolver, em diferentes linguagens de mídia, a produção de vídeos, infográficos, fotos, podcasts (programas de rádio que podem ser ouvidos pela internet a qualquer hora), informou hoje (16) à Agência Brasil Claudia Petri, coordenadora de Implementação Regional no Itaú Social, promotor do concurso. “Nesta edição, é o maior foco que a gente colocou.”

A olimpíada tem coordenação técnica do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária e conta com parceria do Ministério da Educação, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, do Conselho Nacional de Secretários de Educação, da Fundação Roberto Marinho e do Canal Futura.

Gêneros

Os 59 mil professores inscritos trabalharam os cinco gêneros do concurso – poema, memórias literárias, crônica, documentário e artigo de opinião – em oficinas realizadas com os estudantes, entre 22 de fevereiro e 5 de agosto. Desde o último dia 6, a comissão julgadora escolar está avaliando e selecionando o material produzido pelos docentes na fase das oficinas, englobando relatos de prática, linha do tempo e álbum da turma.

Nesta etapa, serão definidos os representantes das escolas em cada gênero literário que irão para as próximas atividades da olimpíada. Segundo Claudia Petri, as fases seguintes preveem a seleção de 42 relatos de prática de cada gênero que irão para a semifinal. Para estes selecionados, será disponibilizado um ambiente virtual de aprendizagem específico para cada um dos gêneros, a fim de proporcionar encontros formativos e culturais. Nesta fase, serão escolhidos os professores finalistas, dos quais sairão os 20 ganhadores – quatro para cada gênero. Eles serão premiados com todas as suas classes, que têm em média 30 alunos, cada.

De acordo com Claudia, o número de alunos premiados será maior que o da olimpíada anterior. “A classe toda será premiada. Esta é uma diferenciação em relação às edições anteriores, que tinham um texto de um aluno representando a classe, e só esse aluno era premiado”. Agora, serão dois textos escolhidos pelo professor e pela turma, e a representatividade deles vale para a toda a classe, explicou a coordenadora de Implementação Regional no Itaú Social.

Ela acrescentou que, a partir da semifinal, há reserva de vagas para escolas que estão em situação de vulnerabilidade.

Aprimoramento

A Olimpíada de Língua Portuguesa, que visa apoiar o aprimoramento das práticas de ensino de leitura e escrita, recebeu, nesta edição, mais de 112 mil inscrições de 27 mil escolas de 3.877 municípios de todos os estados brasileiros, mais o Distrito Federal. Claudia Petri destacou que o número de inscrições é maior do que o de professores porque o mesmo educador pode ter inscrito trabalhos para mais de uma categoria, em mais de uma série de ensino.

De 20 a 31 de agosto, a olimpíada entra na etapa municipal. As escolas encaminham os relatos para a comissão julgadora municipal, criada pelas secretarias municipais de Educação, e estas enviam os relatos que representarão as cidades na competição. No dia 3 de setembro, começa a etapa estadual, em que os estados recebem o material dos municípios e encaminham à olimpíada os trabalhos que irão representá-los no concurso. Essa fase se estende até 1º de outubro.

A semifinal será de 13 de outubro a 16 de novembro. A partir da semifinal, haverá oficinas para os professores e alunos, em formato virtual, devido à pandemia, informou Claudia. Dos 210 professores semifinalistas, 80 serão selecionados para a final e 20 deles, com suas turmas, sairão vencedores. A final está prevista para 10 de dezembro, também em formato virtual.

Na fase semifinal, os 210 professores selecionados receberão celulares com um pacote de internet para que continuem trabalhando de forma remota com suas turmas, nas oficinas. Na final, os docentes ganharão notebooks e, os alunos, tablets, além de periódicos e Kindle (leitor de livros digitais). “A premiação deste ano vem com equipamentos eletrônicos e, no caso do professor, com pacote de internet também”, concluiu Claudia Petri.

Na última edição, realizada em 2019, participaram 4.876 municípios, com 85.908 professores inscritos de um total de 171.035 inscrições de 42.086 escolas. No ao passado, não houve Olimpíada de Língua Portuguesa, por causa da pandemia de covid-19.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Covid-19: Brasil avalia aplicar dose de reforço a público específico

Saúde
15:34 | Ago. 16, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Parte da população brasileira deverá receber uma terceira dose da vacina contra a Covid-19. A avaliação foi feita nesta segunda-feira (16) pela secretária de enfrentamento à covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Melo.

Ao participar da reunião da Comissão Temporária da Covid-19 do Senado, nesta segunda-feira (16), a secretária avaliou que a experiência norte-americana - motivada pelo avanço da variante Delta do vírus e pelo relaxamento de medidas sanitárias - de mais uma dose, deverá ser acompanhada pelo Brasil. É o caso de pessoas com sistema imunológico mais frágil como transplantados, portadores do vírus HIV e de pacientes com câncer.

“Temos alguns estudos preliminares, porém esses estudos não foram publicados. São discussões internas, nem podemos publicizar tanto, em respeito aos pesquisadores, porém já estamos tomando decisões em nível de gestão, o que fazer, o que planejar, quantificar esses grupos que precisem, a exemplo do que aconteceu na semana passada nos Estados Unidos”, adiantou. Ainda segundo Rosana, no Brasil, os grupos prioritários, caso a estratégia se confirme, não devem ser diferentes dos priorizados nos Estados Unidos.

Os países que já aplicam a terceira dose se basearam em estudos que indicam que a imunidade diminui com o tempo.

Dúvidas

Ao responderem a perguntas dos senadores, sobre um possível reforço de dose de imunizantes contra o novo coronavírus, os especialistas deixaram claro que algumas questões ainda estão em análise. Perguntas sobre quais imunizantes poderão ter uma terceira dose e se uma pessoa poderá tomar o reforço de uma vacina diferente do que tomou inicialmente, estão nessa lista.

Delta

Especificamente sobre a variante Delta, a avaliação do Ministério da Saúde é que, no Brasil, ela surgiu mais tímida, mas o panorama está mudando. Nesse cenário, o relaxamento de medidas preventivas por parte de gestores da saúde e da população têm contribuído para o aumento do número de casos.

“Entendemos a nossa cultura latina, mas houve um relaxamento mesmo das pessoas mais entendidas em relação a isso”, avaliou.

Também durante a audiência pública a pesquisadora da Escola de Saúde Pública Sérgio Arouca, Margareth Dalcomo, reconheceu que alguns grupos, como idosos que tomaram a CoronaVac, pessoas com deficiência e profissionais de saúde, podem precisar do reforço. Apesar disso, Dalcomo destacou que ainda não há estudos com robustez suficiente sobre a terceira dose.

“Tínhamos parado de hospitalizar pacientes idosos e voltamos a hospitalizar. A grande maioria foi vacinada com CoronaVac”, disse Margareth. A pesquisadora acrescentou que no monitoramento foi identificada a prevalência da variante Delta no Rio de Janeiro, com o aumento de internações nos últimos 10 dias.

Já a diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Meiruze de Sousa Freitas, defendeu que a decisão sobre a aplicação de uma dose extra da vacina contra a covid-19 seja tomada com cautela. Segundo ela, para casos de reforço, a maioria dos países têm recomendado doses da mesma vacina já tomada, mas em algumas situações a intercambialidade é permitida.

Ao fazer uma exposição sobre como anda a discussão da terceira dose em outros países, Meiruze explicou que há debates no Reino Unido, França e Alemanha, que devem seguir a experiência de Israel que já adotou a medida. No Chile, para a população mais velha imunizada com a CoronaVac a recomendação é de aplicação de uma nova dose. “Notificamos a Pfizer na [última] terça-feira e agendamos reuniões para esta semana para discutir dados apresentados”, disse. Nos Estados Unidos, a terceira dose foi autorizada para vacinas que usam RNA mensageiro, como a Pfizer e a Moderna.

Meiruze de Souza lembrou ainda a importância de que toda a população seja vacinada com pelo menos duas doses da vacina, o que ainda não aconteceu.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Com pandemia, cirurgias oncológicas caem 25% no Rio, indica Defensoria

Saúde
15:34 | Ago. 16, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O número de cirurgias oncológicas no estado do Rio de Janeiro caiu 25% desde o início da pandemia. Também houve redução (24,8%) nos tratamentos de câncer, com exceção de radioterapia e quimioterapia. Já as consultas ambulatoriais para esses pacientes tiveram recuo de 21,9%, entre março e maio de 2020 na comparação com o trimestre imediatamente anterior (dezembro de 2019 a fevereiro de 2020).

Os dados fazem parte da pesquisa Assistência Oncológica do Estado do Rio de Janeiro durante a pandemia de Covid-19, realizada pela Coordenadoria de Saúde e Tutela Coletiva da Defensoria Pública do Rio em parceria com Instituto de Estudos de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O panorama registra ainda afastamento de profissionais de saúde durante março e maio de 2020, redução de encaminhamentos às unidades de saúde, aumento de ausência de pacientes nas sessões de quimioterapia e necessidade de mudança de protocolo devido à falta de medicamentos.

O levantamento dos dados se baseou em um questionário online que foi enviado às unidades da rede de alta complexidade em oncologia do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado. A referência foi o trimestre anterior à pandemia, entre dezembro de 2019 e fevereiro de 2020, e o primeiro trimestre de pandemia entre março e maio do ano passado.

De acordo com a pesquisa, o percentual de afastamento dos médicos, no período, atingiu 14,6%, dos enfermeiros, 15,5%, dos técnicos de enfermagem, 22,7%, dos auxiliares de enfermagem, 12,5% e de outros profissionais, 26,5% .

“No total, de todas as categorias pesquisadas, foi visto um afastamento de 20,4% dos profissionais alocados em unidades especializadas em oncologia durante o período de março a maio de 2020. Este dado pode ter gerado um déficit no quadro de profissionais das unidades, levando a diversas mudanças na organização dos serviços, como: redução na oferta de serviços oncológicos, necessidade de realocação de profissionais especialistas em oncologia para outras funções, diminuição das atividades administrativas de alimentação de banco de dados para registro de atividades e captação de recursos, entre outros”, concluiu a pesquisa.

Para a coordenadora de Saúde e Tutela Coletiva da Defensoria Pública do Rio, Thaisa Guerreiro, a redução na oferta de ações assistenciais voltadas ao combate do câncer como consultas, cirurgias, rádio e quimioterapia revela como, mesmo diante da determinação de manutenção desse tratamento durante a pandemia pelas autoridades sanitárias, a covid-19 impactou na garantia de atendimento às demais necessidades de saúde, confirmando a precarização das redes de atenção à saúde no estado do Rio de Janeiro.

“Sem novo aporte de recursos materiais e humanos, era esperado que uma rede tão subfinanciada e desorganizada não desse conta do acréscimo de demandas decorrentes da covid-19 sem prejudicar o atendimento das demais doenças”, observou.

A coordenadora lamentou que, a despeito de todos os esforços judiciais e extrajudiciais, o estado tenha enfrentado três ondas de casos de covid-19 sem um prévio e adequado planejamento. “Corre-se o risco de repetir o mesmo erro no caso de um quarto aumento de casos, provocado pela disseminação da variante Delta”, alertou.

A pesquisa indicou também o desabastecimento de Docetaxel - medicamento utilizado no tratamento do câncer de mama - em quatro unidades de saúde (26,6% das unidades). Foram relatadas ainda falta de analgésicos (6,7%) e de anestésicos (6,7%), ambos mencionados por apenas uma unidade cada um. Nas 15 unidades que responderam ao questionário, 80% informaram ter um Plano de Contingência criado para o enfrentamento do SARS-CoV-2, o restante dos representantes de unidades não soube responder. A Defensoria solicitou o envio do plano, mas apenas oito (66,6%) das doze unidades responderam até o momento da elaboração do relatório.

O estudo apontou deficiências na oferta de tratamento adequado para pessoas com câncer antes da pandemia. De acordo com a Defensoria, vistorias realizadas pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) entre 2016 e 2019, consolidadas no levantamento, mostram que em 88% das unidades não existem leitos de cuidados. Já com relação aos leitos oncológicos, 44% das unidades afirmaram não possuir nenhum leito específico para casos de oncologia, sendo ofertados de acordo com a demanda. Além disso, 13 estabelecimentos afirmaram possuir leitos específicos, apresentando uma média de 20 leitos por unidade de saúde, variando de 6 a 77 leitos.

A Agência Brasil procurou a Secretaria Estadual de Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca), mas não obteve respostas até o momento da publicação desta matéria.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Próximo rival do Ceará, Flamengo informa que Gustavo Henrique testou positivo para Covid-19

Brasileirão
15:33 | Ago. 16, 2021
Autor Gazeta Esportiva
Foto do autor
Gazeta Esportiva Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O Flamengo anunciou nesta segunda-feira que o zagueiro Gustavo Henrique testou positivo para covid-19. O defensor já está em quarentena, longe do restante do grupo.

O defensor ex-Santos foi desfalque de última hora na vitória contra o Sport por conta de sintomas de uma virose. A confirmação da covid veio nesta segunda.

O jogador vinha sendo titular na equipe de Renato Gaúcho ao lado de Léo Pereira. Ao todo, Gustavo disputou 20 jogos nesta temporada e marcou três gols. O Flamengo está na 5ª colocação do Brasileiro, com 27 pontos.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags