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São Paulo suspende vacinação de pessoas com 28 anos nesta segunda

10:59 | Jul. 26, 2021
Autor Agência Brasil
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Tipo Notícia

As gestantes e puérperas que receberam a vacina Oxford/AstraZeneca como primeira dose contra a covid-19, na capital paulista, poderão receber o imunizante da Pfizer a partir desta segunda-feira (26) para completar o esquema vacinal, conforme autorização do Programa Estadual de Imunizações (PEI). É preciso observar o intervalo de ao menos 84 dias entre as doses.  

Para oferecer mais comodidade às 652 mulheres, equipes da Secretaria Municipal da Saúde farão a vacinação em domicílio. Para isso, a lista das gestantes e puérperas elegíveis foi enviada para as respectivas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Na lista constam o nome, data da primeira dose, imunizante recebido, e data prevista para a segunda dose. As secretarias ficarão responsáveis por contatar as mulheres e realizar a imunização em casa.  

Público 

Nesta segunda-feira, a campanha de vacinação contra a covid-19 prossegue na cidade de São Paulo com a aplicação de doses para o público elegível, acima dos 30 anos. As pessoas que estão aptas a receber a segunda dose também poderão comparecer à rede de postos de vacinação do município, que estará toda em funcionamento.  

Na terça (27) e quarta-feira (28), a vacinação estará aberta para as pessoas de 29 anos. São esperados 143.861 munícipes para receber a primeira dose do imunizante. A secretaria informou que aguarda a chegada de novas vacinas para divulgar o calendário a partir da quinta-feira (29).

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que o Plano Estadual de Imunização (PEI) prevê, em seu calendário, o início da imunização do público de 25 a 29 anos até o dia 5 de agosto. “A SES encaminhará  para todos os municípios novas doses em tempo oportuno para a vacinação deste grupo, de acordo com o calendário estabelecido. Neste momento, estão sendo vacinadas as pessoas entre 30 e 34 anos”, informou, em nota.

A pasta estadual informou ainda que aguarda o envio de mais doses por parte do Ministério da Saúde, como os imunizantes da Pfizer que desembarcaram no Brasil nesta semana, para a continuidade da campanha em São Paulo. O órgão federal ainda não sinalizou aos estados quando as doses serão distribuídas.

Onde se vacinar na capital    

A lista completa de postos pode ser encontrada na página Vacina Sampa:   

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Cabeto, o homem que não queria ser secretário e chegou no pior momento, ou no melhor

POLÍTICA
15:53 | Ago. 17, 2021
Autor Érico Firmo
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Tipo Opinião

Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o Cabeto, foi convidado para ser secretário da Saúde algumas vezes. Por Cid Gomes no governo, por Roberto Cláudio em Fortaleza. Por Camilo Santana (PT), a princípio não aceitou. Concordou então em ser consultor. Fez diagnóstico interno da Secretaria da Saúde. Para o segundo governo Camilo, ele aceitou. Ainda assim, tinha questões pessoais pendentes e só no terceiro mês do governo ele tomou posse. Curioso que, após tantas recusas, tenha calhado de virar secretário logo quando estoura uma pandemia. Quanto azar. Ou quanta sorte.

Em 1º de março deste ano, a repórter Marcela Tosi e eu entrevistamos Cabeto. No meio daquela semana, o Ceará viria a entrar no segundo lockdown. Perguntei a ele sobre o sentimento de finalmente ter aceitado ser secretário em um momento como esse. "Eu fico feliz de ter aceito. Dá um enorme prazer poder colaborar. Não é fácil porque você não é compreendido e os conflitos são grandes quando você quer mudar as coisas, romper fronteiras. Não teria sentido aceitar se não fosse para isso, então eu já sabia que enfrentaria muitas dificuldades."

Porém, comandar o enfrentamento da pandemia foi emocionalmente desgastante. "O momento da pandemia trouxe muita aflição. Como profissional da saúde, foi extremamente difícil quando percebi, em fevereiro do ano passado, que a coisa seria muito grave. Ter a perspectiva do número de óbitos, era apavorante. Ao mesmo tempo, me surpreendi positivamente com a capacidade das pessoas em ajudar; tem muito mais gente ajudando que atrapalhando. Hoje me sinto com esperança, acredito que mesmo com tanto sofrimento sairemos melhor, e feliz pelo tempo que estou na secretaria."

Ao final da entrevista, ele dizia uma frase que ganha releitura agora: "Vou ficar por todo o tempo em que puder contribuir."

Cabeto é um dos mais renomados cardiologistas do Ceará, e não deixou de atender após virar secretário. Tem como pacientes grandes empresários e políticos cearenses. Perdeu alguns que não concordaram com as políticas no combate à pandemia.

Falei acima de azar e sorte. Camilo deu uma baita sorte por ter Cabeto como secretário na pandemia. Pelo conhecimento, pela convicção, pela determinação para comprar brigas. Mas, também, pelo respaldo que ele tem na área de saúde e perante setores influentes. Se Cabeto sofreu muitas resistências, outros teriam sido devorados vivos.

 

O momento da saída

Cabeto sai em momento da pandemia sobre relativo controle. Os casos estão em baixa, a rede de saúde está em situação estável. Porém, há a variante Delta. Os casos não são muitos ainda. Mas, como mostra o Rio de Janeiro, o risco é enorme. Ao mesmo tempo, o Estado toma medidas polêmicas. Pediu na Justiça para serem exigidos testes de Covid-19 ou comprovação de vacinação para quem chega ao Estado — o que foi atendido e derrubado em seguida. Na segunda-feira, sem Cabeto ao lado, como se tornou comum nas principais decisões, anunciou o projeto para punir servidores que recusarem vacinação.

A situação da pandemia está hoje assim: controlada, mas tensa. E com riscos.

Cabeto e a política

Cabeto tem atuação política. É filiado ao PSDB e foi dirigente do partido no Ceará. Tem em Tasso Jereissati (PSDB) um dos mais célebres pacientes e interlocutores. Além disso, Cabeto tem visão de saúde para além do atendimento. Enxerga o setor, a partir da pesquisa e da educação, como vetores potenciais do desenvolvimento econômico.

Tem também a política no DNA. É neto de José Martins Rodrigues, um dos mais importantes políticos cearenses no século XX, ex-deputado federal cuja atuação começou na República Velha, passou pelo exercício de cargos de direção na ditadura do Estado Novo e teve papel destacado como líder do antigo PSD. Foi um dos organizadores do MDB, até ter a carreira encerrada ao ter o mandato cassado pelo AI-5, ao qual se opôs.

Cabeto tem o nome em homenagem ao tio, Carlos Roberto Martins Rodrigues, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Ceará (OAB-CE), um dos maiores juristas do Ceará. Um ávido leitor do O POVO. E uma pessoa extremamente generosa, que fazia questão de telefonar vez por outra para mim e outros jornalistas, quando um texto lhe agradava.

Veja a entrevista com Cabeto em 1º de março:

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OMS demonstra preocupação com disseminação da covid no Afeganistão

INTERNACIONAL
15:32 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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Tipo Notícia
A Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou preocupação com a disseminação da covid-19 no Afeganistão, diante do avanço do Taleban na região.
De acordo com o porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, noticiado pela Reuters, a campanha de vacinação contra a covid-19 diminuiu e o grupo retarda a entrega de medicamentos e suprimentos para a população.

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Rússia relata 805 mortes por covid-19 em meio à onda de casos da variante Delta

INTERNACIONAL
15:32 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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A Rússia relatou nesta terça-feira 805 mortes por covid-19, registro perto do maior número já registrado, em meio à onda de casos pela Delta. De acordo com a Reuters, a força-tarefa do governo para o coronavírus também relatou 20.958 novos casos nas últimas 24 horas, incluindo 2.006 em Moscou.
Desde o início da pandemia, o país contabiliza 6.642.559 infecções.

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Nova Zelândia e Austrália têm bloqueios para evitar crescimento de casos de covid

INTERNACIONAL
15:32 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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Na esteira da implementação de restrições por conta da variante Delta da covid-19, a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, ordenou um bloqueio nacional do país nesta terça-feira, após ser registrado o primeiro caso de covid desde fevereiro.
O bloqueio durará três dias na maior parte do país e sete dias em Auckland, a maior cidade local.
Enquanto isso, as duas maiores cidades da Austrália, Sydney e Melbourne, permanecem fechadas e, no domingo, 15, as autoridades expandiram o bloqueio para todo o Estado de New South Wales.
Em Melbourne, o toque de recolher noturno começa às 21 horas.

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No combate à covid-19, Japão estende estado de emergência até 12 de setembro

INTERNACIONAL
15:32 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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O Japão anunciou nesta terça-feira a prorrogação do estado de emergência em Tóquio e outras cidades até 12 de setembro, além de incluir novas regiões ao estado de alerta. As medidas estavam programadas para expirar em 31 de agosto.
De acordo com o primeiro-ministro Yohishide Suga, com informações do The Wall Street Jornal, a propagação das medidas tem em vista a alta disseminação da variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia.
Segundo o anúncio, a medida foi tomada após reunião com especialistas que assessoram o Executivo na gestão da pandemia.

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