Participamos do

Amamentar pode reduzir depressão pós-parto

A OMS recomenda que a amamentação seja realizada nos seis primeiros meses de vida da criança
14:55 | Ago. 20, 2014
Autor O POVO
Foto do autor
O POVO Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Os benefícios da amamentação podem reduzir pela metade o risco de depressão pós-parto, segundo um estudo publicado na revista “Maternal and Child Health”. Os dados para comprovação foram tirados de quase 14 mil mulheres.

O aleitamento materno é um brande benefício, tanto para o bebê, quanto para a mãe. A Organização Mundial da Saúde recomenda que a amamentação seja realizada nos seis primeiros meses de vida da criança.

A pesquisa alertou também para o aumento do risco de depressão em quem é incapaz de amamentar o recém-nascido. Uma em cada 10 mulheres desenvolve depressão após o parto.

Seja assinante O POVO+

Tenha acesso a todos os conteúdos exclusivos, colunistas, acessos ilimitados e descontos em lojas, farmácias e muito mais.

Assine

[SAIBAMAIS1] 

Pesquisadores da Universidade de Cambridge tentaram mostrar o resultado da amamentação para as mães, já que nunca houve esclarecimento para a prática do aleitamento.

Depois de analisarem dados de 13.998 nascimentos no sudoeste da Inglaterra, os pesquisadores perceberam que, das mulheres que planejavam amamentar, 50% reduziu o risco de depressão pós-parto. A principal explicação para esse resultado é a liberação de hormônios que produz um bem-estar quando o leite é produzido.

Logo, o risco de depressão dobrou entre as mulheres que não amamentaram. No entanto, os cientistas concluíram que amamentar diminui a depressão pós-parto.

O que acontece nesse período

Algumas mulheres apresentam alterações no humor durante a gestação, especialmente depois da gravidez. Essas alterações atingem os níveis hormonais. Muitos fatores não hormonais também podem afetar a mulher nesse período.

Alguns fatores que contribuem para a ‘’depressão pós-parto’’
•    Ter menos de 20 anos
•    Uso de álcool, consumir substâncias ilegais ou fumar, já que esta prática prejudica a saúde do bebê
•    Não ter planejado ou desejado a gravidez
•    Tiver passado por algo difícil durante a gravidez, incluindo uma doença, a morte ou doença de alguém próximo
•    Caso tenha passado por um parto difícil, de emergência ou prematuro, ou o bebê apresentar alguma doença ou anomalia
•    Não receber pouco dos familiares, dos amigos e do parceiro

 

Redação O POVO Online

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente