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Nova Previdência deve preservar questões militares

13:40 | Out. 17, 2018 Autor - Tipo Notícia

Uma reforma da Previdência em um futuro governo de Jair Bolsonaro deve "preservar as especificidade das carreiras militares" e "combater privilégios". A afirmação foi feita pelo general Roberto Sebastião Peternelli Júnior, deputado federal eleito pelo PSL, e pelo capitão reformado do Exército Castelo Branco, eleito deputado estadual pelo partido em São Paulo.

Na semana passada, o capitão esteve com o economista Paulo Tafner, para ouvir cenários para a reforma da Previdência - uma das que Peternelli considera prioritárias em um governo Bolsonaro. "Ela é a uma necessidade. Se o Estado brasileiro não fizer nada, em 2022 teremos dificuldades para cumprir os compromissos", disse o general.

Castelo Branco disse que Tafner descreveu três cenários em uma palestra. "Inevitavelmente terá de mexer com todos os nichos sociais. Os militares têm características completamente distintas de outras profissões. Há de se manter essas especificidades. Todos deverão entrar nesse pacote", afirmou.

Tanto ele quanto o general afirmaram que a futura reforma da Previdência de Bolsonaro deve "acabar com privilégios", sem especificar quais.

"É preciso um estudo adequado se o desembargador vai entrar, o governador vai entrar, o deputado vai entrar, não há porque os militares não entrarem", disse Peternelli. "De formas diferentes, respeitando suas especificidades", completou Castelo Branco. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Agência Estado

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Região Nordeste é a que tem mais medo do coronavírus, diz CNI

PESQUISA
2021-07-30 14:30:00 Autor Marília Freitas Tipo Notícia

Dentre as cinco regiões brasileiras, o Nordeste é a que tem mais medo da pandemia do coronavírus. Os dados são da quarta edição da pesquisa "Os brasileiros, a pandemia de Covid-19 e o consumo", realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta sexta, 30. 

Na amostra por perfis dos mais de 2 mil entrevistados entre os dias 12 e 16 de julho, 27% dos nordestinos afirmaram ter um medo "muito grande" da pandemia, sendo a maior porcentagem entre as regiões analisadas. Na sequência aparecem o Sudeste (21%), Norte e Centro-Oeste (19%) -  duas regiões contabilizadas juntas - e o Sul (14%), a região que menos sente medo do coronavírus, de acordo com os dados. 

O receio do vírus também é maior entre quem tem menos escolaridade e quem tem menor renda familiar: dos entrevistados, um total de 27% que concluíram apenas o ensino fundamental são os que mais temem o coronavírus, seguido dos que tem ensino médio (18%) e ensino superior (18%).

Em julho de 2021, 27% da população afirmaram ter medo "médio" da pandemia, 25% afirmaram medo "grande", 22% afirmaram ter um medo "muito grande", 16% disseram não ter nenhum medo, 9% afirmaram ter medo pequeno, 2% afirmaram ter um medo muito pequeno e outro 2% não responderam.

O índice de medo dos brasileiros em relação à pandemia é médio (27%), maior porcentagem entre os termos "muito grande", "grande", "médio, "pequeno", "muito pequeno" e "nenhum", sem contabilizar os que não souberam ou não responderam ao questionamento.

O maior índice de medo da pandemia foi atingido em abril de 2021, com 33% dos entrevistados confirmando seu receio com o coronavírus. Em julho de 2021, o dado despencou para 22% e o medo "grande" da pandemia aumentou para 25%.

Os índices de medo da pandemia refletem no esquema de vacinação no Brasil. Nove em cada dez brasileiros entrevistados afirmaram que tomariam qualquer marca de vacina contra a Covid-19. 

O índice do Nordeste é o terceiro maior entre os entrevistados: um total de 90% da população dos estados inclusos na Região, dentre eles o Ceará, não se importa com a marca do imunizante a ser aplicado. Um total de 9% dos entrevistados na região não se vacinaria caso no Centro de vacinação a vacina "escolhida" não esteja disponível.

Para evitar a escolha dos conhecidos "sommeliers de vacina", cidades em todo o Brasil estão realizando ações. Na cidade de São Bernardo do Campo, quem quiser escolher vacina irá para o fim da fila. Já em Recife, por exemplo, a Prefeitura anunciou que quem "escolher" vacina contra Covid-19 terá agendamento travado. 

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Cabo Verde que ampliar relacionamento econômico com o Brasil

Política
2021-07-30 14:25:23 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

O presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos de Almeida Fonseca, disse hoje (30) que o país africano quer ampliar as relações com o Brasil e alcançar uma cooperação econômica e empresarial “mais visível” entre os dois países. Fonseca está em visita ao Brasil e se reuniu na manhã desta sexta-feira, no Palácio do Planalto, com o presidente Jair Bolsonaro.

Em declaração à imprensa, ele explicou que Cabo Verde faz parte da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental. “Constitui um mercado muito importante e, portanto, os empresários brasileiros podem não só ascender ao pequeno mercado de Cabo Verde, mas ao enorme mercado que Cabo Verde faz parte, onde há países como Nigéria, Senegal e Costa do Marfim. No conjunto são algumas centenas de milhões de consumidores”, disse.

No ano passado, o Brasil exportou US$ 24,8 milhões, em especial produtos agropecuários e derivados do petróleo, a Cabo Verde e importou US$ 20,8 mil, em produtos diversos. Entre janeiro e junho deste ano, o volume de exportações e importações alcançaram a marca dos US$ 11,2 milhões e US$ 18,6 mil, respectivamente.

Para o presidente Bolsonaro, o país é uma porta de entrada estratégica para a África Ocidental. Ele destacou ainda os acordos já estabelecidos nas áreas de defesa naval e de educação. “Estamos ultimando um acordo de mobilidade que facilitará o trânsito dos nossos povos nesses países-irmãos”, disse Bolsonaro. Neste mês, as relações entre os dois países completaram 46 anos.

O presidente brasileiro disse ainda que aceitou o convite para, oportunamente, visitar o país africano.

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Ministro anuncia retomada de obras do Arco Metropolitano do Rio

Economia
2021-07-30 14:25:02 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, anunciou hoje (30) a retomada das obras do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, por questões de segurança, até que seja feita a concessão para o setor privado. 

O Arco Metropolitano liga as cidades de Itaboraí, Guapimirim, Magé, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Queimados, Japeri, Seropédica e Itaguaí.

“A gente tem uma preocupação grande com a questão da segurança. Trabalhamos para estruturar uma concessão que vai contemplar o Arco Metropolitano junto com a BR 116-RJ-MG, do Rio de Janeiro para Teresópolis, e também a extensão da 116 em Minas até Governador Valadares”, disse o ministro, em entrevista coletiva.

Esse projeto já está em análise no Tribunal de Contas da União (TCU) e a expectativa do ministro é que seja aprovado até o fim deste ano, para licitação no primeiro trimestre de 2022. Ressaltou, contudo, que não dava para esperar a concessão. 

“Por isso, a gente resolveu iniciar as obras imediatamente”, disse. Estão sendo duplicados os primeiros 11 quilômetros do Arco, de Manilha para Santa Guilhermina, e as três passagens inferiores, que ficaram inacabados. O ministro destacou que essas obras são importantes, porque sua ausência gerava diminuição de velocidade e facilitação de abordagem aos usuários. “Isso contribuía para o aumento de assaltos. A partir do momento em que a gente tem as vias duplicadas, as vias marginais e as passagens concluídas, aumenta a velocidade de trânsito, melhora o nível de serviço, melhora a fluidez e isso vai contribuir com a segurança”, afirmou.

Iluminação de led

Tarcísio de Freitas revelou que no contrato de concessão estão previstos um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), iluminação de led em todo o Arco Metropolitano do Rio, sistema de detecção de acidentes e câmeras que estarão conectadas também com o sistema de segurança pública. 

“A gente vai ter o monitoramento constante do Arco, o que vai contribuir também para a diminuição do roubo de carga e da abordagem aos usuários”, explicou. A rodovia é importante para escoamento da produção do estado do Rio de Janeiro. “Por isso, é importante que a gente restabeleça a segurança e as condições de trânsito, para que ele (Arco) sirva para o que foi projetado”.

O ministro da Infraestrutura afirmou que a iluminação solar adotada inicialmente ao longo da rodovia não se mostrou adequada e acabou se transformando em chamariz para a ação de criminosos. Com as lâmpadas de led, ele acredita que haverá boa iluminação. 

“Ter uma boa iluminância [medição da quantidade de luz] é fundamental para que a gente tenha segurança. Há uma relação direta entre iluminação pública e segurança”. O Ministério da Infraestrutura vai trabalhar nesse sentido, afirmou. 

Acentuou que a iluminação e a sua manutenção ficarão sob a responsabilidade da concessionária. O valor da operação estará incluído na tarifa a ser cobrada. “Então, já está na conta da concessionária”, explicou.

Pedágio

Ao contrário do projeto anterior, que previa uma única praça de pedágio em Magé, o Arco Metropolitano do Rio terá duas praças de pedágio, uma na subida da serra, em Guapimirim, e outra antes de Itaboraí, depois de Magé. As demais praças já estarão na BR 116, em Minas Gerais.

O ministro anunciou que para o usuário frequente haverá redução de tarifa. “Aquele usuário que usa repetidamente a rodovia ao longo do mês, a cada passagem na praça ele vai ter redução tarifária, de modo que a média tarifária no mês é bem mais baixa que a cobrada atualmente“, garantiu

Os investimentos previstos alcançam R$ 9 bilhões, dos quais R$ 4 bilhões serão aplicados no Arco Metropolitano do Rio. Tarcísio Freitas salientou que todo o investimento será feito pelo concessionário privado.

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Glifosato: Bayer reserva mais US$ 4,5 bilhões para litígio envolvendo Roundup

ECONOMIA
2021-07-30 14:14:51 Autor Agência Estado Tipo Notícia

A Bayer vai provisionar mais US$ 4,5 bilhões para o caso de sofrer um revés na Suprema Corte dos Estados Unidos em uma ação envolvendo seu herbicida Roundup. A companhia alemã enfrenta milhares de ações que alegam que o glifosato, ingrediente ativo do herbicida, causa câncer. Ações como essas foram herdadas pela Bayer em 2018, quando a companhia concluiu a aquisição da Monsanto, responsável pelo Roundup. Nos últimos anos, a Bayer sofreu derrotas em três julgamentos envolvendo o glifosato nos EUA.
O CEO da Bayer, Werner Baumann, disse que a companhia vai recorrer em breve de um desses veredictos na Suprema Corte dos EUA. Uma decisão favorável à empresa pode limitar significativamente futuras indenizações por causa do glifosato, disse o executivo. Por outro lado, a Suprema Corte pode rejeitar o pedido de recurso ou decidir contra a Bayer. A companhia está provisionando os US$ 4,5 bilhões adicionais tendo esses cenários em mente, disse Baumann.
A empresa alega que o produto é seguro e continua vendendo Roundup com glifosato. No entanto, Baumann disse que a companhia pretende remover o ingrediente do herbicida vendido a consumidores nos EUA em 2023. A medida tem como objetivo proteger a empresa de novas ações, e não está sendo tomada porque o produto é perigoso, afirmou. O Roundup vendido a consumidores comerciais vai manter o glifosato em sua fórmula.
A Bayer disse anteriormente que pagaria até US$ 9,6 bilhões para encerrar as ações existentes que alegam que o produto à base de glifosato causa linfoma não-Hodgkin, e outros US$ 2 bilhões para ações futuras. A empresa está trabalhando para resolver milhares de reclamações semelhantes que estão pendentes. Fonte: Dos Jones Newswires.
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Projeção do Itaú para IPCA 2021 sobe de 6,1% para 6,9%

ECONOMIA
2021-07-30 14:14:50 Autor Agência Estado Tipo Notícia

O Itaú Unibanco elevou sua projeção para a Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano e a do seguinte. A estimativa para a taxa fechada em 2021 subiu de 6,1% para 6,9%, incorporando principalmente maior pressão em serviços no último trimestre do ano. Em relatório, afirma que a expectativa para o IPCA fechado em 2022 passou de 3,7% para 3,9%, "devido à inércia maior."
O banco considera o balanço de riscos para o próximo ano na direção "altista" para preços livres, principalmente serviços. "Cabe salientar que uma eventual bandeira tarifária mais alta esse ano, e supondo alguma normalização do cenário de chuvas no próximo ano, indica alguma devolução na inflação do item em 2022", observa.
De todo modo, o Itaú afirma que o balanço de riscos seria na direção de uma composição de inflação pior, com mais pressão em preços livres e um pouco menor em preços administrados.
O Itaú destaca que o IPCA-15 de julho mostrou inflação de serviços subjacente alta, próxima de 4,5% na média de três meses do dado dessazonalizado e anualizado. Na composição do grupo, cita, houve pressão em alimentação fora do domicílio (impactada pela reabertura da economia e o alto preço dos alimentos) e em aluguel e condomínio (itens mais sensíveis à inércia de uma inflação corrente alta).
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