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Discutir aliança com MDB neste momento seria 'indelicadeza', diz Alckmin

13:20 | 17/05/2018
O ex-governador Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB à Presidência, reiterou nesta quinta-feira, 18, que uma aliança com o MDB do presidente Michel Temer não está em discussão neste momento e minimizou o resultado da última pesquisa CNT/MDA, que registrou uma queda de sua intenções de voto e aumento de sua rejeição.

Discutir aliança com um partido que tem candidato "seria até indelicadeza", disse o tucano, que apresentou nesta quinta mais três nomes para a equipe que vai formular seu plano econômico: Edmar Bacha, que integrou a equipe do Plano Real, Jose Roberto e Alexandre Mendonça de Barros. Eles se juntarão a Persio Arida, coordenador da parte econômica da campanha.

Sobre a pesquisa, Alckmin avaliou que ela "mexe com as pessoas", mas ponderou que os números só vão mudar quando o período eleitoral começar de fato. "Só vai ter mudança quando começar a televisão e rádio", repetiu. No ultimo levantamento da CNT/MDA, ele teve 5,3% das intenções.

O ex-governador negou ainda que as pesquisas alimentem dúvidas dentro do seu próprio partido sobre a viabilidade de sua candidatura. Para isso, ele usou como exemplo a campanha de Mario Covas para o governo do Estado em 1998. "Covas passou Maluf apenas na ultima semana antes do segundo turno", lembrou.

Agência Estado

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Discutir aliança com MDB neste momento seria 'indelicadeza', diz Alckmin

13:20 | 17/05/2018
O ex-governador Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB à Presidência, reiterou nesta quinta-feira, 18, que uma aliança com o MDB do presidente Michel Temer não está em discussão neste momento e minimizou o resultado da última pesquisa CNT/MDA, que registrou uma queda de sua intenções de voto e aumento de sua rejeição.

Discutir aliança com um partido que tem candidato "seria até indelicadeza", disse o tucano, que apresentou nesta quinta mais três nomes para a equipe que vai formular seu plano econômico: Edmar Bacha, que integrou a equipe do Plano Real, Jose Roberto e Alexandre Mendonça de Barros. Eles se juntarão a Persio Arida, coordenador da parte econômica da campanha.

Sobre a pesquisa, Alckmin avaliou que ela "mexe com as pessoas", mas ponderou que os números só vão mudar quando o período eleitoral começar de fato. "Só vai ter mudança quando começar a televisão e rádio", repetiu. No ultimo levantamento da CNT/MDA, ele teve 5,3% das intenções.

O ex-governador negou ainda que as pesquisas alimentem dúvidas dentro do seu próprio partido sobre a viabilidade de sua candidatura. Para isso, ele usou como exemplo a campanha de Mario Covas para o governo do Estado em 1998. "Covas passou Maluf apenas na ultima semana antes do segundo turno", lembrou.

Agência Estado

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