Bolsonaro tem dez dias para explicar agressões a jornalistas na Itália, determina Toffoli

Ao menos três jornalistas relataram agressões durante passagem do presidente brasileiro pela Europa para participar do G20

O ministro Dias Toffoli, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), deu dez dias para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) explicar agressões registradas contra jornalistas durante sua estadia na Itália. A imprensa cobria a participação de Bolsonaro na cúpula do G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, em Roma, no fim do mês passado.

Ficou a cargo de Toffoli a relatoria de uma ação protocolada no Supremo pela Rede na segunda-feira (1º), para apurar o ocorrido. “A relevância da questão debatida na presente arguição enseja a aplicação analógica do rito abreviado do art. 12 da Lei nº 9.868/99, a fim de que a decisão seja tomada em caráter definitivo. Solicitem-se informações à parte requerida, no prazo de dez dias. Após, abra-se vista, sucessivamente, no prazo de cinco dias, ao Advogado-Geral da União e ao Procurador-Geral da República”, determinou no despacho.

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No último dia 31, Bolsonaro saiu da embaixada brasileira acompanhado de seguranças e apoiadores. Três jornalistas relataram agressões na ocasião. Leonardo Monteiro, da Globo, disse que um segurança italiano deu um soco na sua barriga e o imobilizou.

O jornalista Jamil Chade, do UOL, disse que o mesmo segurança pegou seu celular e o jogou no chão e a jornalista Ana Estela, da Folha de S.Paulo, disse que foi empurrada ao tentar se aproximar de Bolsonaro.

 

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