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CPI da Covid ao vivo: Reverendo que negociou vacinas em nome do governo presta depoimento hoje

O reverendo Amilton Gomes conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), que autoriza o silêncio parcial durante o depoimento à CPI da Covid
09:56 | Ago. 03, 2021
Autor - Vítor Magalhães
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado retoma os trabalhos nesta terça-feira, 3, após duas semanas de recesso parlamentar. O reverendo Amilton Gomes de Paula, fundador da Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah), será ouvido e deve falar sobre sua participação na negociação de vacinas.

O foco das investigações na primeira semana de retorno segue nas negociações de vacinas para o País. A ideia é mostrar como o governo brasileiro negociou a aquisição de imunizantes por meio de intermediários. No caso de Amilton, ele negociava a venda de 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca, mesmo com a farmacêutica já tendo informado que não trabalha com intermediários.

O reverendo depõe munido de um habeas corpus concedido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, que autorizou o silêncio parcial. Sendo assim, ele não precisa responder a questionamentos que possam incriminá-lo.

O depoimento de Amilton estava marcado para o dia 14 de julho, mas foi adiado por questões de saúde do religioso, que apresentou um atestado médico alegando problemas renais.

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Na volta, CPI mira sites que divulgaram conteúdos falsos

POLÍTICA
08:18 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Estado
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O núcleo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, no Senado, que investiga a disseminação de fake news sobre o enfrentamento à pandemia, avança e deve pedir, nesta semana, a quebra de sigilo bancário de ao menos oito sites que propagaram conteúdos falsos. Desde ontem, o grupo conta com o auxílio do delegado da Polícia Federal Carlos Eduardo Miguel Sobral, especialista em crimes cibernéticos, que investigará exclusivamente a disseminação de mensagens enganosas.
Após 15 dias de recesso, a CPI retoma os trabalhos nesta terça-feira, 3, quando também retoma a apuração sobre intermediários de venda de supostas vacinas contra a covid-19. A comissão convocou para falar, hoje, o reverendo Amilton Gomes de Paula. Ele é presidente de uma empresa chamada Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah), com sede em Águas Claras (DF), e tentou negociar supostas doses da vacina AstraZeneca com o Ministério da Saúde.
Amanhã, os senadores ouvem o coronel Marcelo Blanco, ex-assessor do Ministério da Saúde, exonerado da pasta em 19 de janeiro. Áudios em posse da CPI, revelados pelo Estadão, mostram o coronel orientando Cristiano Alberto Hossri Carvalho, representante da Davati Medical Supply, a acessar o Departamento de Logística do Ministério da Saúde e negociar supostas 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca.
Está marcado para quinta-feira o depoimento do ex-assessor do Ministério da Saúde, Airton Antonio Soligo, nomeado em 23 de junho do ano passado pelo ex-ministro Eduardo Pazuello. Ele foi exonerado em 24 de março, um dia depois da saída de Pazuello do ministério.
A pauta da Comissão para hoje tem mais de 130 requerimentos para análise. O item número um é a proposta do vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) de afastamento de Mayra Pinheiro da secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, do Ministério da Saúde. Em entrevista à rádio Eldorado, ontem, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), cobrou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a demissão de Mayra do cargo.
A secretária é entusiasta do suposto tratamento precoce contra a covid, composto por medicamentos contraindicados para a doença, como cloroquina e ivermectina. O "kit covid" tem como incentivador o presidente Jair Bolsonaro.
No domingo, o Estadão mostrou, com base em estudo da consultoria LLYC, que Bolsonaro foi o principal influenciador no apoio ao kit covid nas redes sociais no primeiro ano da crise sanitária. A LLYC rastreou cerca de 20 milhões de menções a cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina na rede social Twitter. No total, 1,85 milhão de contas foram analisadas.
Negacionismo
O núcleo de senadores que apura o negacionismo na pandemia catalogou as principais fake news da covid e identificou, na semana passada, sites, pessoas físicas, influenciadores e políticos que disseminaram conteúdo falso.
"A desinformação e as campanhas negacionistas também mataram brasileiros. Pessoas físicas, influenciadores e sites criados apenas para disseminar fake news e atacar adversários do governo foram aliados do vírus e agravaram o morticínio", afirmou o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), um dos senadores que lideram a investigação sobre fake news. "A CPI tem o compromisso de investigar e cobrar as responsabilidades. E é isso que vamos fazer."
A CPI da Covid já identificou de que forma as fake news disparadas durante a pandemia se estruturaram. Os senadores descobriram que as mentiras eram produzidas para induzir as pessoas a acreditarem no suposto tratamento precoce.
As mensagens falsas são disparadas de duas formas, simultaneamente. Há um conteúdo que ataca a vacina, o uso de máscara e o distanciamento social, e outro que dissemina o suposto tratamento precoce com dados falsos e pesquisas distorcidas. A CPI suspeita que robôs tenham sido usados para estimular a disseminação das mensagens.
O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) afirma que os parlamentares aguardam uma confirmação técnica sobre o assunto. "A priori, sim, você teve a mistura bem típica da desinformação, que utiliza perfis que são operados por seres humanos e impulsiona, dá volume, com robôs", disse.
A investigação dos senadores já identificou ao menos 76 perfis, em redes sociais como Instagram e Twitter, que se dedicavam a propagar notícias enganosas. A CPI também deve pedir às plataformas que revelem quem são as pessoas por trás dos perfis. A apuração pretende também identificar pessoas, inclusive do governo federal, "que tiveram papel efetivo na desinformação dos brasileiros", e responsabilizá-los no relatório final.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Saiba quem é Reverendo Amilton Gomes, que depõe nesta terça na CPI da Covid

Política
01:40 | Ago. 03, 2021
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid retoma os trabalhos nesta terça-feira, 3, com o depoimento do Reverendo Amilton Gomes de Paula. Ele é apontado como uma ponte que facilitou o contato de representantes da empresa Davati Medical Supply - que ofereceu 400 milhões doses da vacina AstraZeneca sem o conhecimento da fabricante - com membros do alto escalão do Ministério da Saúde.

Amilton Gomes é fundador da ONG Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah) e foi citado durante o depoimento do representante nacional da Davati, Cristiano Alberto Carneiro, no último dia 15 de julho. Segundo Cristiano, o Reverendo foi quem encaminhou o policial militar Luiz Paulo Dominguetti (que denunciou pedido de propina durante as tratativas) para negociação com o então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias.

Gomes se defende afirmando que seu papel na transação se deu por questões humanitárias. Ele conta que foi atraído a fazer a articulação após receber uma oferta de doações do presidente da Davati, Herman Cárdenas, que seriam destinadas à entidade. Segundo relata, não foram discutidos valores.

No site da ONG, uma nota de esclarecimento pública diz que Gomes é “um religioso que tem várias parcerias com entidades intergovernamental e não-governamental, tanto a nível nacional, como internacional”.

O trecho tenta dar luz a série de questionamentos que se intensificaram após a declaração de Cristiano Carneiro à CPI. O papel do Reverendo na negociação de vacinas, no entanto, já vinha intrigando a comissão, que votou a sua convocação no dia 7 de julho. Seu depoimento estava inicialmente marcado para o dia 14 de julho, mas precisou ser adiado por questões de saúde.

O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AM), autor do requerimento que mirou o religioso, lembrou que o caso veio à tona no início de julho, quando o Jornal Nacional, da Rede Globo, mostrou e-mails em que o diretor de Imunização do Ministério da Saúde, Laurício Cruz, autorizava o Reverendo a comprar, por meio da ONG, as 400 milhões de doses de vacinas da AstraZeneca que estavam sendo oferecidas.

Fotos publicadas em suas redes sociais no dia 4 de março de 2021 mostram que Gomes esteve no Ministério da Saúde. Na postagem, ele afirma que se reuniu com representantes da pasta “para articulação mundial em busca de vacinas”. Também estava presente na ocasião o cabo da PM Luiz Paulo Dominguetti.

No curso das investigações da CPI uma apuração da Agência Pública demonstrou que a organização também articulou a oferta de imunizantes da AstraZeneca e da Johnson para prefeituras e governos estaduais junto à Davati.

A reportagem teve acesso à carta da Senah encaminhada aos prefeitos e governadores, na qual a entidade oferecia doses no valor de US$ 11 a unidade, com prazo de entrega em até 25 dias. O valor seria três vezes maior que o fechado pelo Governo Federal para a mesma vacina da AstraZeneca, produzida junto à Fiocruz. Segundo o portal, a proposta foi endereçada a diversas prefeituras da região Sul do País.

A nota publicada na página da Senah esclarece ainda que a entidade atuou junto ao Governo Federal visando "unicamente" facilitar a compra de vacinas. O documento nega a participação da ONG no suposto esquema fraudulento na negociação dos imunizantes. “Ressaltamos que nossa atuação prendeu-se à apresentação de uma empresa através de uma pessoa que se dizia representante legal e que no momento oportuno apresentaria toda a documentação exigida”, concluiu.

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Ceará conta com compra direta de 3 milhões de doses da Coronavac para atingir meta de vacinação até agosto

covid-19
00:38 | Ago. 03, 2021
Autor Ana Rute Ramires
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O secretário da Saúde do Ceará, Carlos Martins Rodrigues Sobrinho, o Dr. Cabeto, reiterou que a meta de vacinar todos os adultos do Ceará até o final de agosto está mantida. Para isso, ele conta com a aquisição direta de 3 milhões de doses da Coronavac com a empresa Sinovac. A negociação está sendo realizada por meio do Instituto Butantan, que pertence ao governo de São Paulo.

O secretário comentou sobre o cenário epidemiológico em entrevista no programa Domingo Debate, na rádio Assunção, nesse domingo, 1º. Ele garante que o Estado tem capacidade de vacinação suficiente para atingir a meta prevista.

"O que o Estado está esperando? As previsões do Ministério da Saúde são de que isso vá até final de setembro. O Estado do Ceará tem uma tratativa direta com a Sinovac, a empresa que fornece vacina para o Butantan", detalha.

Nesse acordo, a previsão é de entrega de doses extras em relação ao que é disponibilizado por meio do Plano Nacional de Imunização (PNI). "Se isso se concretizar agora na segunda quinzena de agosto, a gente espera terminar a vacinação até 18 anos até o final de agosto. É essa a ideia inicial", prospecta.

No mês passado, o governador Camilo Santana (PT) disse que um secretário do governo foi enviado à China para contatos diretos com a companhia do País.

Na semana passada, a secretária executiva de Vigilância e Regulação da Secretaria da Saúde do Ceará, Magda Almeida, chegou a alertar para a quantidade insuficientes de doses que o Estado tem recebido, com "grandes chances de a meta de vacinação em agosto não ser atingida no Estado por falta de imunizantes".

Conforme Vacinômetro Estadual, atualizado às 17h desse domingo, 1º, já foram aplicadas 3.855.400 primeiras doses e 148.495 doses únicas de vacinas contra a Covid-19.

Considerando a estimativa populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Estado tem 6.898.000 pessoas acima de 18 anos. Dessa forma, Ceará ainda precisa aplicar 2.894.105 doses até o final deste mês para atingir a meta estabelecida.

Conforme a assessoria de imprensa da pasta, contudo, a meta se refere apenas aos já previamente cadastrados para a imunização.

"A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) informa que, de acordo com o número de pessoas cadastradas no Saúde Digital com idade entre 18 e 59 anos, considerando o recebimento regular de imunizantes distribuídos pelo Ministério da Saúde, existe uma projeção de vacinar a população em geral dessa faixa etária, com primeira dose, até o fim do mês de agosto."

Em meio a discussões sobre a aplicação de terceira dose da vacina contra a Covid-19, o secretário acredita que deve haver revacinação em 2022.

"A gente está fazendo alguns estudos, o próprio Butantan está fazendo, sobre a necessidade de fazer uma revacinação. Os estudos ainda não estão prontos, mas me parece prudente. A gente não tem ainda a ideia de quanto tempo dura a imunidade. Então, acredito sim que vamos revacinar no ano que vem", afirmou.

Dr. Cabeto destacou ainda que a população precisa se vacinar com qualquer uma das vacinas disponíveis. "A realidade é que todas as vacinas são seguras. Dependendo de detalhes da faixa etária e do tipo de doença pré-existente, pode ter alguma mais ou menos eficiente. Mas quando você fala em termos globais, o que é eficiente? Vacinar muito. Quando se vacina muito, diminui-se o número de casos positivos, a chance de transmissão cai, e a carga viral fica pequena", acrescentou.

 

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Covid-19: Brasil registra 557,2 mil mortes e 19,95 milhões de casos

Saúde
19:53 | Ago. 02, 2021
Autor Agência Brasil
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As mortes em consequência da covid-19 chegaram a 557.223 no Brasil. Nas últimas 24 horas, autoridades de saúde registraram 389 novos óbitos por causa da doença. Ontem (1), a soma de pessoas que não resistiram à covid-19 estava em 556.834.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado pela pasta nesta segunda-feira (2). A atualização consolida os registros levantados pelas secretarias estaduais de Saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

A quantidade de pessoas infectadas com a covid-19 desde o início da pandemia alcançou 19.953.501. Entre ontem e hoje, foram confirmados 15.143 novos casos da covid-19. Ontem, o painel do Ministério da Saúde trazia 19.938.358 casos acumulados.

Ainda há 709.075 casos em acompanhamento, que são pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 18.687.203.

Os dados, em geral, são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras, os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (139.059), Rio de Janeiro (59.375), Minas Gerais (50.628), Paraná (35.275) e Rio Grande do Sul (33.365). No topo de baixo da lista estão Acre (1.802), Roraima (1.858), Amapá (1.913), Tocantins (3.529) e Alagoas (5.833).

Vacinação

Foram distribuídas até hoje 184,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, com a entrega de 166,6 milhões de doses aos estados.

Segundo os dados do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais de Saúde, foram aplicadas até hoje 142,5 milhões de doses, sendo 101 milhões da primeira dose e 41,5 milhões da segunda dose. Nas últimas 24 horas foram aplicadas 1,2 milhão de doses.

Quando considerados os dados já consolidados no sistema de informações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicados 135,8 milhões de doses, com 96,4 milhões da primeira dose e 39,3 milhões da segunda dose.

Ministério da Saúde divulga dados de casos e mortes por covid-19
Divulgação/Ministério da Saúde

 

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CPI retoma trabalhos nesta terça e mira irregularidades na compra de vacinas

Política
12:37 | Ago. 02, 2021
Autor Vítor Magalhães
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Tipo Noticia

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado retoma os trabalhos na próxima terça-feira, 3 de agosto, após o fim do recesso parlamentar de duas semanas. Para esta semana, estão previstos os depoimentos de intermediários que teriam negociado vacinas com o governo sem o aval dos fabricantes.

O primeiro a ser ouvido será o fundador da Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah), reverendo Amilton, que teria negociado a venda da vacina AstraZeneca em nome do governo. O policial militar Luiz Paulo Dominguetti, que ofereceu 400 milhões de doses do imunizante sem autorização, disse ter contado com a intermediação do reverendo para ser atendido pelo governo federal.

Francisco Maximiano, presidente da empresa Precisa Medicamentos, que atuou como intermediária durante a negociação para a compra da vacina indiana Covaxin, deveria depor na quarta-feira, mas disse que não poderá ir porque está fora do País. Essa será pelo menos a terceira vez que a oitiva é adiada.

Com isso, o coronel Marcelo Blanco, ex-diretor substituto do Departamento de Logística do Ministério da Saúde (MS) deve ser ouvido na quarta-feira. Ele participou de um jantar onde supostamente ocorreu pedido de propina em negociação para compra do mesmo imunizante (AstraZeneca).

O empresário Airton Soligo, o Airton Cascavel, presta depoimento na quinta-feira, 5. Nome próximo ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, ele teria atuado no MS sem ter cargo oficial. De acordo com a CPI, há registros da participação do empresário em ações exclusivas daqueles que têm cargo na gestão pública, como ações com prefeitos e secretários estaduais da saúde.

 

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