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Maioria dos brasileiros acredita que Bolsonaro é corrupto, diz pesquisa

A pesquisa, divulgada pelo instituto Atlas Político, mostra que 61,2% da população associam aliados de Bolsonaro no Congresso, e no meio empresarial, a práticas de corrupção.
Autor - Filipe Pereira
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- Filipe Pereira Repórter Política
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Uma pesquisa divulgada pelo instituto Atlas Político, na manhã desta segunda-feira, 2, através do site Valor Econômico, revela que a maioria dos brasileiros acredita que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) estaria diretamente envolvido em práticas de corrupção durante a compra das vacinas contra o novo coronavírus.

De acordo com o levantamento, 54,3% dos entrevistados enxergam um possível envolvimento do mandatário nas irregularidades na aquisição de imunizantes. Entre os que acreditam que Bolsonaro é honesto e não possui nenhuma ligação com possíveis esquemas de corrupção, somam-se 35,4% da população. Outros 10,3% não souberam responder.

LEIA MAIS l Rejeitado por 62% da população, Bolsonaro perderia para Lula, Mandetta, Ciro, Haddad e Doria

A pesquisa entrevistou 2.884 pessoas entre 26 e 29 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A desconfiança cresce a medida que integrantes do governo entram para a análise. A pesquisa mostra que 61,2% da população associam aliados de Bolsonaro no Congresso, e no meio empresarial, a práticas de corrupção.

Para 56,4% dos entrevistados, o presidente encobertou possíveis casos de corrupção em seu governo. As suspeitas que corroboram com este pensamento são os casos de superfaturamento, no escândalo da Covaxin com o Ministério da Saúde e de propina, na negociação de US$ 1 por dose nas 400 milhões de vacinas da Davati com o governo federal. 

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A dupla ameaça de Mourão e Bolsonaro é jogo para a plateia

2021-08-02 11:55:00
Autor O Povo
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O presidente Jair Bolsonaro, naquele seu linguajar tosco, deixa no ar a possibilidade de não candidatar-se à reeleição em 2022 (o que faria com que a sua única promessa de campanha fosse cumprida). O general Hamilton Mourão, no seu jeito educado, ao modo media training, lança o balão de ensaio de que pode renunciar à vice-presidência.

Partido Militar
Ambos falam para a plateia. Bolsonaro para a sua horda de fanáticos, pronta a obedecer o "duce", esperando apenas a ordem para entrar em ação, qualquer que seja ela.

Mourão fala para o “Partido Militar” que, segundo o coronel Marcelo Pimentel, não quer largar o osso, com ou sem Bolsonaro. Para os generais, segundo o coronel, o presidente seria uma “peça descartável”, pois o objetivo principal dos fardados é a manutenção do poder. Para Pimental, o partido militar nunca deixou de existir, apenas esteve "adormecido" depois da Constituição de 1988, tendo voltado ao poder usando Bolsonaro como instrumento.

Renúncia
A meu ver, existe sim a possibilidade de Mourão renunciar, ou chutar o pau da barraca, passando a fazer oposição aberta a Bolsonaro. Mas não seria agora. Ele pretende esperar o desenrolar dos acontecimentos para ver até onde vai a queda de Bolsonaro para tomar sua decisão.

“Terceura via”
Mourão pode até ser candidato (a presidente ou a vice) na chamada "terceira via", que tem o apelido de "centro", mas é a velha direita brasileira. E esta, do mesmo modo que não se peja em apoiar um candidato de extrema direita, não contará pipoca para aninhar em seus braços o Partido Militar. Ou seja, seria a solução militar sem Bolsonaro.

Abandonado
Assim, abandonado, com uma “terceira via” competitiva e mais um candidato forte (Lula), haveria o risco de Bolsonaro ficar fora do segundo turno. Em assim sendo, ele anunciaria em uma “motociata” que não participaria da eleição, chamando a horda que o segue para criar um “problema pior” do que aconteceu nos Estados Unidos, segundo sua própria declaração.

A desculpa, claro, seria a ausência do "voto impresso e auditável", a realidade é que nessa situação, sem a possibilidade de vencer a eleição, só restaria a Bolsonaro apelar para o aprofundamento do caos. Isso explica seus discursos cada vez mais estrambóticos, ainda que desagrade o seu mais novo amigo de infância, o Centrão.

*
PS. Quem quiser saber mais sobre o coronel da reserva Marcelo Pimentel, crítico severo do governo e da atuação das Forças Armadas na política, pode pesquisar no Youtube. Em vários vídeos, ele expõe o que pensa sobre o assunto.

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Bolsonaro quer disputar eleições por sigla em que escolha candidatos para SP e RJ

POLÍTICA
2021-08-02 11:07:47
Autor Agência Estado
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, nesta segunda-feira (2), que gostaria de concorrer à reeleição em 2022 por um partido que o permitisse escolher candidatos aos governos do Rio, de São Paulo e a oito cadeiras no Senado. "Se chegar num acordo nesse sentido e for bom para a outra parte, a gente faz um casamento. E tenha certeza que a gente vai ser feliz por um bom tempo", declarou em entrevista à Rádio ABC, de Novo Hamburgo (RS).
Bolsonaro reiterou que mantém negociações com o Progressistas, presidido pelo ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira. Sua filiação à sigla seria mais um passo em direção ao Centrão, ala mais fisiológica do Congresso com a qual o Planalto tem feito alianças em troca de governabilidade
O chefe do Executivo disse que pretende escolher a sigla pela qual disputará o pleito até março do próximo ano, quando ainda poderia escolher nomes para concorrer ao Legislativo e atuar como base de apoio do governo no Congresso em eventual segundo mandato. "A definição tem que vir no máximo em março. Se eu pensar em disputar uma eleição, tem que fazer uma bancada", afirmou o presidente.
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Pacheco envia LDO hoje e Bolsonaro tem até dia 23 para decidir 'fundão'

Política
2021-08-02 00:30:00
Autor Agência Estado
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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), enviará hoje o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovado no último dia 15, para sanção presidencial. A informação foi confirmada pela assessoria do chefe do Legislativo à reportagem.

Com isso, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) terá até dia 23 de agosto para sancionar ou vetar o aumento do fundo eleitoral para R$ 5,7 bilhões em 2022. Além disso, terá de se posicionar sobre a possibilidade de o Congresso aumentar as verbas do Orçamento de 2022, ano eleitoral, por meio das emendas de relator, que estão no centro do chamado "orçamento secreto".

Nos últimos dias, Bolsonaro anunciou veto ao aumento do fundo eleitoral. Ele admitiu, porém, uma despesa de R$ 4 bilhões para irrigar as campanhas eleitorais no ano que vem, o dobro do gasto em 2020.

O valor é o patamar mínimo exigido pelos partidos representados no Congresso. O bloco do centrão, que apoia Bolsonaro, encabeça o movimento para turbinar a verba eleitoral em 2022. O veto ainda poderá ser derrubado pelo Congresso, mas, nesse caso, depende da rejeição aberta de 257 deputados e 41 senadores que precisarão colocar a "digital" na proposta.

Se Bolsonaro vetar o dispositivo aprovado na LDO, o valor final do fundo eleitoral ficará aberto. A despesa só será efetivamente colocada em outro projeto, o da Lei Orçamentária Anual (LOA), que deve ser enviado pelo governo ao Congresso até o dia 31 de agosto e pode ser alterado pelos parlamentares.

Pela legislação em vigor, a despesa tem que ser calculada com base na arrecadação de impostos oriunda da extinção da propaganda partidária, calculada em cerca de R$ 800 milhões, mais um porcentual não definido das emendas de bancada, que podem chegar a R$ 8 bilhões no ano que vem.

Na prática, ao enviar a previsão orçamentária para as despesas em 2022, no fim de agosto, o presidente já terá de ter tomado a decisão de sancionar ou vetar o aumento para R$ 5,7 bilhões. Conforme nota da Consultoria do Senado, o fundo eleitoral vai tirar um total de R$ 4,93 bilhões de obras e serviços de interesse dos próprios parlamentares no ano que vem, se o dispositivo da LDO for sancionado.

O valor terá de ser retirado da verba reservada às emendas de bancada, indicadas todos os anos pelo conjunto de deputados e senadores de cada Estado. O líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), afirmou à reportagem que a decisão sobre o fundo eleitoral ainda não está tomada e dependerá da articulação política a partir desta semana.

O novo ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-AL), deve tomar posse no cargo na quarta-feira, 4, e participar das negociações, que também envolvem o Ministério da Economia e a cúpula do Legislativo. Nogueira é um dos caciques do centrão, bloco que articulou o aumento das verbas eleitorais.

Um grupo de parlamentares acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a votação da LDO e proibir o aumento do fundo eleitoral. A ministra Rosa Weber pediu esclarecimentos da Câmara do Senado e da Advocacia-Geral da União (AGU) sobre o pedido. A cúpula do Congresso vai defender a aprovação do projeto e negar que a votação tenha atropelado as normas regimentais e constitucionais, como alegam os parlamentares contrários ao aumento do "fundão". 

Ao aprovar o projeto, no último dia 15, o plenário da Câmara deixou de votar de forma nominal e aberta um destaque apresentado pelo partido Novo para retirar o aumento do fundo eleitoral da proposta. Isso porque os líderes partidários articularam uma votação nominal do texto-base da LDO anteriormente, o que impediu uma nova votação aberta para o destaque na sequência.

O pedido de verificação inicial foi feito por líderes do PT, MDB, Solidariedade e PSDB. A manobra foi criticada por Bolsonaro, que atacou o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), que presidiu a sessão. A base do governo no Congresso, porém, participou da articulação e não apoiou o destaque do Novo.

Orçamento secreto

No mesmo projeto que aprovou o aumento do fundo eleitoral, o Congresso incluiu a previsão de indicação das emendas de relator e de comissões no Orçamento de 2022. Na prática, essas duas categorias aumentam os recursos federais com a digital dos parlamentares. A Constituição e o projeto encaminhado originalmente pelo governo preveem o pagamento apenas das emendas individuais, aquelas indicadas por cada deputado e senador, e das bancadas estaduais, colocadas pelo conjunto de parlamentares de cada Estado.

Conforme o Estadão revelou, as emendas de relator foram usadas pelo governo Bolsonaro para comprar apoio político no Congresso ao direcionar a verba para redutos eleitorais de deputados e senadores aliados, incluindo a compra de equipamentos com preço acima do estipulado pelo próprio Executivo.

As indicações do relator turbinaram as emendas parlamentares nos dois últimos anos. Em 2020, as verbas somaram R$ 20 bilhões. Para 2021, está previsto um total de R$ 16,9 bilhões. A LDO aprovada pelo Congresso permite a mesma estratégia no Orçamento de 2022, ano eleitoral. Além disso, obriga o governo federal a empenhar todas as emendas de relator em seis meses no ano que vem, obedecendo a indicação de beneficiários feitas pelo Congresso. Parlamentares esperam que Bolsonaro vete as emendas de relator na LDO, mas já se articulam para derrubar o veto na sequência.

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Randolfe Rodrigues: CPI da Pandemia e os seus próximos passos

2021-08-02 00:00:00
Autor Randolfe Rodrigues
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Randolfe Rodrigues Autor
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Tipo Opinião

A CPI da Pandemia reinicia seus trabalhos presenciais em 3 de agosto, após o término do recesso legislativo. Nas últimas duas semanas, embora não tenham ocorrido sessões deliberativas ou oitivas de testemunhas, as investigações não foram interrompidas: o tempo foi aproveitado para perícia dos documentos recebidos e cruzamento de informações com os dados já coletados pela CPI.

As suspeitas de adoção pelo governo federal de uma estratégia deliberada de exposição da população brasileira ao novo coronavírus em busca da imunidade coletiva de rebanho é reforçada com a análise minuciosa da documentação em posse da comissão, bem como a aposta no chamado kit-covid, um coquetel de medicamentos sem nenhuma eficácia comprovada contra os casos graves da doença ou mesmo impedimento para a contaminação.

Ainda neste sentido, os trabalhos até agora permitem afirmar que as medidas de contenção do espalhamento do coronavírus também foram negligenciadas pelo governo federal - senão ignoradas.

A tentativa de minimizar a gravidade da pandemia, o boicote ao uso de máscaras e ao isolamento social, a disseminação de desinformação e notícias falsas sobre a crise sanitária, entre outras atitudes, reforçam a negligência na condução do problema.

O volume de dados coletados e analisados ajuda a traçar um panorama da resposta governamental à pandemia do novo coronavírus e explica o elevado índice de contaminações e mortes decorrentes da covid-19 no Brasil.

Porém, foram as denúncias de superfaturamento em contratos e pedidos de propina para a compra de vacinas que explicitaram a trama macabra a qual o povo brasileiro foi submetido.

As suspeitas de corrupção envolvendo a compra de imunizantes para aplicação na população envolve diferentes vacinas e personagens. Entretanto, o esquema identificado é comum a todas as denúncias, isto é, respondem a um mesmo método: o uso de intermediários nas negociações e comissionamento pela participação no processo, com a celebração de contratos superfaturados para posterior distribuição de propina. Em outras palavras, corrupção clássica.

O surgimento dessas denúncias inaugurou um novo momento na CPI da Pandemia, além de obrigar a prorrogação dos trabalhos.

Queremos investigar a fundo as negociações envolvendo a compra de vacinas. Afinal, elas trazem esperança para o controle da pandemia e retomada da normalidade, sendo particularmente perverso usá-las para desvio de recursos públicos.

A previsão é de concluirmos os trabalhos já em setembro. A sociedade brasileira exige urgência nas respostas que elucidem como nos tornamos epicentro mundial da pandemia, além de contabilizarmos mais de cinco milhares de centenas de mortes por covid-19. E quer ver passada a limpo a questão dos imunizantes. Afinal, enquanto o povo pedia por vacina, o governo federal ia em busca de propina.

 

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Frases da semana

2021-08-01 00:30:00
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"Não somos apenas atletas. Somos pessoas, afinal de contas, e às vezes é preciso dar um passo atrás"


“A saúde mental é mais importante... Temos que proteger nossas mentes e nossos corpos e não apenas sair e fazer o que o mundo quer que façamos

SIMONE BILES, estrela da ginástica olímpica, ganhadora de quatro medalhas de ouro, ao desistir de disputar finais em Tóquio

Adriano Imperador quando atuava pela Inter de Milão(Foto: AFP)
Foto: AFP Adriano Imperador quando atuava pela Inter de Milão

“... sei exatamente o que está passando e não deixe as pessoas te crucificarem... Passei por isso e até hoje sou questionado”

ADRIANO IMPERADOR, ex-jogador que abandonou o futebol precocemente por problemas emocionais

Rayssa Leal, a Fadinha, conquista medalha de prata na categoria skate street nas Olimpíadas de Tóquio (Foto: JEFF PACHOUD / AFP)
Foto: JEFF PACHOUD / AFP Rayssa Leal, a Fadinha, conquista medalha de prata na categoria skate street nas Olimpíadas de Tóquio

“Skate é, sim, pra todo mundo. Qualquer outro esporte. A gente tá podendo provar que felizmente não é só pra meninos”

RAYSSA LEAL, 13, medalhista de prata no skate em Tóquio

Ítalo Ferreira é ouro em Tóquio e 1º campeão olímpico no surfe(Foto: )
Foto: Ítalo Ferreira é ouro em Tóquio e 1º campeão olímpico no surfe

“Eu queria que a minha avó estivesse viva para ver isso, ver o que e tornei, o que fiz pelos meus pais”

ÍTALO FERREIRA, medalha de ouro no surfe na Olimpíada de Tóquio

Rebeca Andrade conquistou a medalha de prata na ginástica artística(Foto: Lionel BONAVENTURE/AFP)
Foto: Lionel BONAVENTURE/AFP Rebeca Andrade conquistou a medalha de prata na ginástica artística

“Mesmo sem a medalha, teria feito história pelo meu processo de chegar até aqui. Não desistam, acreditem no sonho de vocês”

REBECA ANDRADE, medalha de prata em Tóquio, ao falar da sua trajetória

“Estou feliz demais. Passei por tanta coisa e coloquei essa Olimpíada como objetivo, mas o meu objetivo aqui era fazer o meu melhor, brilhar da melhor maneira possível, e acho que brilhei. Consegui nossa primeira medalha”

REBECA ANDRADE, em entrevista coletiva, após ficar com a medalha de prata no individual geral da ginástica artística, a primeira

 

“A primeira medalha na ginástica feminina é de uma negra, de origem humilde. Tem uma representatividade muito grande”

DAIANE DOS SANTOS, campeão mundial de ginástica artística

 

“Queremos ter certeza que todas se sintam confortáveis e mostramos a todas elas que podem usar o que quiserem e ter uma aparência incrível”

SARA VOSS, 21, da equipe alemã de ginástica feminina. Ela e as companheiras Pauline Schaefer-Betz, Elizabeth Seitz e Kim Bui usaram collants longos, cobrindo o corpo inteiro, nas classificatórias das Olimpíadas de Tóquio, em protesto contra a sexualização do corpo feminino no esporte

Cantora Pink anunciou apoio à equipe e criticou as regras sexistas da Federação Europeia de Handebol (IHF)(Foto: divulgação)
Foto: divulgação Cantora Pink anunciou apoio à equipe e criticou as regras sexistas da Federação Europeia de Handebol (IHF)

“É a Federação Europeia de Handebol que deveria ser multada por sexismo. Muito bem, senhoras, ficarei feliz em pagar a multa por vocês. Continuem assim”

PINK, cantora norte-americana, ao se oferecer para pagar a multa de R$ 9,2 mil imposta como punição à seleção feminina de handebol de praia da Noruega, por quebra o regulamento que obriga as atletas a usarem biquini. A equipe decidiu usar shorts no Campeonato Europeu de Handebol de Praia

 

“É chocante termos que pagar para não jogar de biquíni”

TONJE LERSTAD, 24, goleira da seleção norueguesa de handebol de praia, em entrevista à BBC. Ele disse que a atitude de Pink as surpreendeu e as impactou. “É uma mensagem muito importante e agradecemos”

 

“Eu tô usando máscara desde o começo da pandemia... Não custa, não atrapalha em nada. Foi uma coisa que me adaptei”

LUCÃO, jogador de vôlei, sobre usar máscara durantes as partidas

Marta tenta jogada contra a marcação da defesa do Canadá(Foto: Philip FONG / AFP)
Foto: Philip FONG / AFP Marta tenta jogada contra a marcação da defesa do Canadá

“O peso de quem não trouxe medalha não é das jogadoras. É de quem não investe no futebol feminino brasileiro”

MARTA, jogadora da seleção brasileira de futebol, após a derrota para o Canadá e a eliminação das olimpíadas

 

“Precisamos usar o espírito de unidade da Olimpíada para acabar com a pandemia”

TEDROS GHEBREYESUS, diretor-geral da OMS, justificando o apoio aos Jogos Olímpicos, ante às críticas e ao aumento inédito de casos da Covid-19 registrado no Japão nos últimos dias. Disse que as olimpíadas revelam ‘a determinação do mundo em lutar contra o vírus que sequestrou o planeta’

 

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“Os que me acusam de não apresentar provas eu devolvo a acusação, apresente prova de que não é fraudável”

JAIR BOLSONARO (Sem partido), presidente da República, em coletiva sem direito a perguntas dos jornalistas, na qual prometeu apresentar prova de fraude nas eleições de 2018 e disse não ter “como se comprovar que as eleições não foram ou foram fraudadas”. Atacou o ministro Luís Roberto Barroso e voltou a defender o voto impresso

 

“’Se eu perder, houve fraude’ é um discurso de quem não aceita a democracia, porque a alternância no poder é um pressuposto dos regimes democráticos”

LUÍS ROBERTO BARROSO, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

 

“Prova mesmo é que temos um presidente dado a paranoias e teorias da conspiração”

BRUNO ARAÚJO, presidente do PSDB

 

“Vamos deixar Bolsonaro atacar as eleições como se não fosse nada demais?”

KIM KATAGUIRI (DEM-SP), deputado federal, repercutindo a fala de Bolsonaro e a falta de prova sobre fraude nas eleições

 

“Absolutamente criminosa a live do Bolsonaro. Num país sério sairia preso... Povo brasileiro ainda tem muito por fazer para se livrar desse mal”

IVAN VALENTE (PSOL-SP), deputado federal, sobre a fala de Bolsonaro

 

“Bolsonaro tem que parar de se comportar como um irresponsável”

RANDOLFE RODRIGUES (Rede-AP), vice-presidente da CPI da Covid, após a transmissão ao vivo do presidente Bolsonaro para fazer ilações sobre o sistema eleitoral e criticar o STF

 

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“Se eu estivesse coordenando a pandemia, não teria morrido tanta gente”

JAIR BOLSONARO (Sem partido), presidente da República, defendendo o tratamento precoce e reforçando que teve os poderes tolhidos na tomada de ações para combater a pandemia da covid-19

 

“O STF não proibiu o Governo Federal de agir na pandemia! Uma mentira contada mil vezes não vira verdade!”

PUBLICAÇÃO no Supremo Tribunal Federal (STF) em seu perfil oficial no Twitter para rebater o presidente Jair Bolsonaro

 

“Bolsonaro teve TODOS OS PODERES para coordenar a pandemia... Não fez, deu maus exemplos e adiou o quanto pode a compra de vacinas, porque tinha motivações obscuras. Não minta, presidente. Ninguém te proibiu de nada”

LUIZ HENRIQUE MANDETTA (DEM), ex-ministro da Saúde do governo Bolsonaro


“É bastante esquisita a história dela”

JAIR BOLSONARO (sem partido), presidente da República, sobre as agressões físicas que a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) sofreu

 

“Eu não posso receber essa deputada? Foi eleita democraticamente na Alemanha. Se eu for ver a ficha de cada um para ser atendido, vai demorar horas para atender”

JAIR BOLSONARO (Sem partido), presidente da República, ao justificar seu encontro com Beatrix von Storch, deputada do partido Alternativa para a Alemanha, investigada por propagar ideias neonazistas

 

 

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“Como não podem dizer que sou corrupto ou incompetente, alguns dizem que eu sou destemperado”

CIRO GOMES (PDT-CE), presidenciável, em campanha nas suas redes sociais

Maria Bethânia(Foto: Jorge Bispo/Divulgação )
Foto: Jorge Bispo/Divulgação Maria Bethânia

"O que me move como artista é a mesma raiz, a mesma criança dentro. Vontade, desejo, insegurança, amor, tesão, paixão, pânico, tudo misturado. Não mudou absolutamente nada. Apenas a vida que traz suas glórias, alegrias, surpresas extraordinárias. E suas grandes dores" MARIA BETHÂNIA, cantora, em entrevista à Folha de S. Paulo

 

 

“O pessoal não vai morrer por causa disso”

MARCOS PONTES, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações sobre o apagão no sistema Lattes do CNPq. Ele disse que há backup

 

 

"O estado que recebemos a cinemateca é uma das heranças malditas do governo apocalíptico do petismo"

MÁRIO FRIAS, secretário especial de Cultura, culpando o PT pelo incêndio no galpão da Cinemateca, em São Paulo, na última quinta-feira, 29

Fernanda Montenegro(Foto: divulgação)
Foto: divulgação Fernanda Montenegro

"O incêndio da Cinemateca nossa, em São Paulo, foi uma tragédia anunciada. Toda a nossa cultura das artes sofre um cala boca. Mas vamos renascer, tenho certeza. Das cinzas vamos renascer. É sagrado o eterno retorno. Da cultura das artes, então! O País não existe sem cultura" FERNANDA MONTENEGRO, atriz, sobre o incêndio da Cinemateca em São Paulo

 


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