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Política
NOTÍCIA

Emmanuel Macron, presidente da França, concederá a Randolfe a mais alta distinção francesa

A homenagem é em reconhecimento da atuação do senador no combate à pandemia de Covid-19 no Brasil e pela "defesa fervorosa" do meio ambiente e do Acordo de Paris

Filipe Pereira
12:29 | 21/07/2021
Randolfe é o vice-presidente da CPI da Covid (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
Randolfe é o vice-presidente da CPI da Covid (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

O senador e vice-presidente da CPI da Covid-19, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), receberá a comenda Légion d’honneur, a maior distinção da França e uma das condecorações mais famosas do mundo. A honraria será entregue pelo presidente francês, Emmanuel Macron. No Brasil, já receberam a comenda personalidades como Dom Pedro II, Fernando Henrique Cardoso, Roberto Marinho e Paulo Coelho.

A homenagem é em reconhecimento à atuação do senador no combate à pandemia de Covid-19 no Brasil. Segundo governo francês, a comenda também será entregue pelo fato de o parlamentar manter “defesa fervorosa” do meio ambiente e do Acordo de Paris, "como ilustra seu forte comprometimento com a luta pela preservação das reservas na Amazônia". 

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“É muito mais do que eu mereço e mais longe do que pensei chegar. A comenda não pertence a mim, mas sim às milhares de famílias brasileiras que tiveram um amor retirado de suas vidas pela pandemia da Covid-19”, disse Randolfe à coluna da Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo.

Além disso, Macron e Randolfe são desafetos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), alvo da CPI da Covid. O francês se mantém distante do presidente brasileiro devido às cobranças pela conservação da Amazônia. Já o senador também acumula oposição intensa ao governo do mandatário. 

Na última segunda-feira, o vice-presidente da CPI usou as redes sociais para rebater as críticas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em uma publicação compartilhada no Twitter contra emendas para agilizar a compra de imunizantes contra a Covid-19. Segundo o parlamentar, enquanto Bolsonaro queria "propina" ele queria "vacinas".