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Política
NOTÍCIA

CPI da Covid: servidora que autorizou contrato da Covaxin depõe nesta terça; assista

Além da CPI, o Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal (PF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) investigam o processo de compra da vacina indiana

09:44 | 06/07/2021
Brasilia em 23 de junho de 2021, Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza reunião deliberativa para votar requerimentos de convocação; de quebra de sigilos telefônico, telemático, fiscal e bancário; e de informações. Entre os pedidos na pauta, estão as convocações de representantes do Facebook, Twitter e YouTube...Mesa: .presidente da CPIPANDEMIA, senador Omar Aziz (PSD-AM); .relator da CPIPANDEMIA, senador Renan Calheiros (MDB-AL)...Participa:.vice-presidente da CPIPANDEMIA, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP)...Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
Brasilia em 23 de junho de 2021, Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza reunião deliberativa para votar requerimentos de convocação; de quebra de sigilos telefônico, telemático, fiscal e bancário; e de informações. Entre os pedidos na pauta, estão as convocações de representantes do Facebook, Twitter e YouTube...Mesa: .presidente da CPIPANDEMIA, senador Omar Aziz (PSD-AM); .relator da CPIPANDEMIA, senador Renan Calheiros (MDB-AL)...Participa:.vice-presidente da CPIPANDEMIA, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP)...Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid recebe, nesta terça-feira, 6, a servidora do Ministério da Saúde (MS) Regina Célia Silva Oliveira. Ela foi apontada como a responsável por autorizar o contrato para aquisição da vacina indiana Covaxin, investigada por suspeita de irregularidades.

Fiscal do contrato, Regina Célia autorizou a compra mesmo com a área de importação do MS constatando problemas no contrato e indícios de fraude. O imunizante era o mais caro negociado pelo governo federal e teve o contrato suspenso na semana passada.

A Covaxin era a única vacina que tinha um intermediário entre o laboratório e o governo: a empresa Precisa Medicamentos. Além da CPI, o Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal (PF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) investigam o processo de compra dessa vacina.

As suspeitas também fizeram com que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizasse a abertura de um inquérito para apurar se o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sabia das supostas irregularidades e não denunciou o caso, configurando assim o crime de prevaricação.