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Política
NOTÍCIA

Fabrício Queiroz vai a manifestação bolsonarista do 1º de maio: "Subindo rumo a 2022!"

Queiroz postou um vídeo que mostra manifestantes cantando o hino nacional. O ex-assessor teve a prisão revogada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em março deste ano.

Filipe Pereira
14:14 | 03/05/2021
Queiroz é acusado de participar de um esquema de rachadinha (Foto: Reprodução)
Queiroz é acusado de participar de um esquema de rachadinha (Foto: Reprodução)

No último fim de semana, o ex-assessor Fabrício Queiroz voltou a circular pelo Rio de Janeiro, agora para frequentar a manifestação bolsonarista do 1º de maio. Ele que teve a prisão revogada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em março deste ano, após ser denunciado como operador do esquema de “rachadinha” no gabinete do senador e ex-deputado estadual Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Reportagem do Estadão revela que, em seu perfil no Instagram, Queiroz postou um vídeo que mostra manifestantes cantando o hino nacional. Em outro momento, ele registrou a subida de um balão que puxava consigo uma bandeira com o rosto do presidente Jair Bolsonaro, seu amigo dos tempos de Exército. Na legenda, sinalizou a empolgação com a tentativa de reeleição do mandatário: “Subindo rumo a 2022! Brasil acima de tudo. Deus Acima de todos!!”

Em outra publicação, Queiroz compila momentos do 1º de maio em todo o Brasil e um outro em que corre de sunga na areia da praia em direção à câmera. Ele presta continência quando para diante da filmagem. A legenda deste último volta a usar o bordão de Bolsonaro: “Pronto para o combate Sr! Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!!”

O ex-assessor se manifestou com mais frequência nas redes sociais no mês de abril. Ele estava afastado  nos últimos dois anos, durante as investigações do Ministério Público do Rio (MPRJ) que culminaram na denúncia por peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e apropriação indébita. 

Segundo reportagem do UOL, em abril, Queiroz chegou a ser visto no estacionamento do Palácio Guanabara, no Rio. Uma de suas filhas, Evelyn - também denunciada pelo MPRJ - havia sido nomeada para um cargo na Casa Civil, mas teve o ato revogado dois dias depois.