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Política
NOTÍCIA

Após tratamento contra a Covid-19, Mourão diz que vai tomar vacina: "não vou furar a fila"

Vice-presidente declarou que vacinação contra Covid-19 é "questão coletiva" e que vai respeitar os critérios do Ministério da Saúde para a aplicação

11:52 | 11/01/2021
O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, Hamilton Mourão, fala à imprensa, após a terceira reunião do colegiado, no Palácio Itamaraty em Brasília (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, Hamilton Mourão, fala à imprensa, após a terceira reunião do colegiado, no Palácio Itamaraty em Brasília (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O vice-presidente brasileiro, Hamilton Mourão, retornou às atividades nesta segunda-feira, 11 de janeiro, após período de isolamento e tratamento contra a Covid-19. Na chegada ao Palácio do Planalto, ele afirmou que teve dias com sintomas "mais pesados" da doença.

"Tive três dias ali que os sintomas realmente foram mais pesados. E depois, não. Tomei a medicação aí que é preconizada e, a partir do quinto ou sexto dia, eu estava bem", disse a jornalistas.

O vice-presidente ressaltou que a vacinação é questão coletiva e disse que não furaria a fila, respeitando critérios do Ministério da Saúde. "Acho que a vacina é para o País como um todo, é uma questão coletiva, não individual. O individuo aqui está subordinado ao coletivo, neste caso", disse Mourão.

E complementou: "(Tomarei a vacina) dentro da minha vez. Eu sou grupo dois de acordo com o planejamento. Não vou furar a fila, a não ser que seja propagandística", disse, referindo-se à possibilidade de incentivar a população.

Ele reafirmou que o Governo Federal deverá adquirir todas as vacinas certificadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "Desde o ano passado eu falei para vocês que o governo iria adquirir toda e qualquer vacina que fosse certificada pela Anvisa. Ficou aquela discussão... E, no final das contas, estão sendo adquiridas as vacinas que vão ser certificadas".

O Brasil segue atrás na logística pela vacinação; outros países da América Latina como Argentina, México e Chile já começaram a vacinar suas respectivas populações. A Anvisa analisa pedidos de uso emergencial de duas vacinas contra a Covid-19 no País.