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Coordenador da campanha de Wagner diz que Camilo não respeita "liturgia": "Máscara está caindo"

Senador Luis Eduardo Girão diz que nacionalização da campanha é "desvio de foco do militante Camilo Santana"

11:14 | 18/11/2020
Coletiva com a coordenação de campanha do candidato Capitão Wagner (Pros). Na foto: senador Luis Eduardo Girão (Foto: Deísa Garcêz/Especial para O povo)
Coletiva com a coordenação de campanha do candidato Capitão Wagner (Pros). Na foto: senador Luis Eduardo Girão (Foto: Deísa Garcêz/Especial para O povo)

Em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira, 18, o coordenador da campanha de Capitão Wagner (Pros) a prefeito de Fortaleza, senador Luis Eduardo Girão (Podemos), fez críticas ao governador Camilo Santana (PT). "Não está respeitando a liturgia do cargo", afirmou sobre o envolvimento de Camilo na campanha, em favor de José Sarto (PDT) e com duras críticas a Wagner. "A máscara está caindo", disse Girão, dizendo destoar da imagem de "estadista que ele pinta ser".

A associação de Wagner ao apoio do presidente Jair Bolsonaro, de acordo com Girão, é "desvio de foco do militante Camilo Santana". A intenção, segundo o senador, é nacionalizar a discussão e não olhar para os problemas da cidade. O senador salientou que o Capitão é independente de Bolsonaro.

De acordo com o senador, o grupo Ferreira Gomes pretende seguir usando, segundo ele, a Prefeitura como passaporte para o projeto nacional. "Continuar com a Prefeitura de Fortaleza como bunker para a Presidência da República."

"O povo cearense é massa de manobra", afirmou ele sobre esse uso. Mas, segundo disse, a população está percebendo e diz sentir na rua o "desejo de libertação".

Debates

Girão defendeu a importância de debates entre os candidatos e cobrou a presença do adversário, Sarto. "Se fugir, que é a informação que estamos recebendo, é porque tem problema, tem rabo preso"

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