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PAUTA DE POLÍTICA - QUARTA-FEIRA, 13

11:10 | 13/02/2019
BOLSONARO/ALTA HOSPITALAR - O Planalto confirmou a previsão de que o presidente Jair Bolsonaro terá alta do Hospital Albert Einstein nesta quarta-feira, dia 13. Assessores aguardam uma nova avaliação médica para organizar o retorno dele a Brasília.
AÉCIO/FURNAS/ODEBRECHT/DELAÇÃO - A Polícia Federal (PF) pediu mais 60 dias para investigar o deputado Aécio Neves (PSDB/MG) em inquérito que mira supostos repasses de R$ 50 milhões das empreiteiras Andrade Gutierrez e Odebrecht oriundos de contratos para as usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia. Os investigadores afirmam ter localizado empresários que alugaram uma sala comercial no bairro de Ipanema, na zona sul do Rio, onde teriam sido entregues R$ 28,2 milhões em espécie.
MOURÃO/SEMINÁRIO/BRASÍLIA - O vice-presidente Hamilton Mourão fez um apanhado histórico e destacou que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito porque entendeu o sentimento de mudança desejado pela sociedade brasileira. Mourão disse, também, que Bolsonaro utilizou "uma nova metodologia de se dirigir à população, com poucos recursos". Mourão deu as declarações nesta quarta-feira, 13, no Seminário de Abertura do Ano de 2019 da Revista Voto, em Brasília.
PETROBRAS/PATROCÍNIOS/BOLSONARO - O processo de revisão de contratos de patrocínio da Petrobras foi reforçado na manhã desta quarta-feira, 13, pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, em publicação na sua página oficial no Twitter. O mandatário considera que a medida oferece "maior transparência e melhor empregabilidade do dinheiro público".
STF/TOFFOLI/CONGRESSO/CONFLITO - Em um encontro que não constava em sua agenda oficial de compromissos, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, tentou nesta terça-feira, 12, conter um princípio de crise e assegurou ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que o Planalto não quer atrito com o Judiciário. Horas depois da reunião entre os dois, porém, o Congresso deu mostras de que a ofensiva para "enquadrar" os magistrados vai continuar. Senadores ameaçavam até desengavetar a chamada "CPI da Lava Toga", um dia depois de ela ter sido arquivada. (MATÉRIA JÁ ENVIADA).
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