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Camilo prevê mudanças, mas estratégia na segurança deve ser a mesma em caso de reeleição

"A política de segurança pública precisa ser mantida, aperfeiçoada, avaliada e monitorada. Mas temos de ter um foco e nós temos um foco", defendeu o governador

15:20 | 18/07/2018
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A política de segurança pública no Ceará deve ser mantida em caso de reeleição de Camilo Santana (PT). Ao participar do programa O POVO no Rádio, na rádio O POVO/CBN, na manhã desta quarta-feira, 18, o governador destacou que as estratégias precisam ser aperfeiçoadas, mas o rumo deve ser mantido. A valorização do profissional da segurança no Estado e a prevenção da criminalidade são prioridades.

"A política de segurança pública precisa ser mantida, aperfeiçoada, avaliada e monitorada. Mas temos de ter um foco e nós temos um foco", defendeu. Ele defendeu a prioridade para a prevenção. "Nenhum país no mundo resolveu o problema da segurança sem a prevenção". O gestor defende investimentos em ciência e tecnologia; efetivo e inteligência da Polícia, em paralelo com ações na educação. Para Camilo, o principal objetivo é "reduzir a criminalidade e garantir mais tranquilidade à  população".
[SAIBAMAIS]
Ao defender a necessidade de valorizar os profissionais da área, Camilo ressaltou a falta de verbas federais. "Nesses três anos e meio que sou governador não recebi um centavo. Todos os investimentos são do Estado. Trouxemos os melhores especialistas, inclusive internacionais. (..) Não basta resolver o problema da segurança só com discurso", afirmou. 

Ele criticou a gestão no âmbito federal, tanto a atual, de Michel Temer (MDB), quanto as anteiores, que incluem o próprio PT de Camilo. “Todos os Governos que passaram sempre se omitiram nesse debate", criticou. No entanto, o governador classificou como "importante" a recente criação do Ministério de Segurança Pública pelo Governo Federal. "Da mesma forma que existe um sistema único de saúde (SUS), um de educação através do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), havia necessidade de construir um de Segurança Pública".
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Camilo prevê mudanças, mas estratégia na segurança deve ser a mesma em caso de reeleição

"A política de segurança pública precisa ser mantida, aperfeiçoada, avaliada e monitorada. Mas temos de ter um foco e nós temos um foco", defendeu o governador

15:20 | 18/07/2018
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A política de segurança pública no Ceará deve ser mantida em caso de reeleição de Camilo Santana (PT). Ao participar do programa O POVO no Rádio, na rádio O POVO/CBN, na manhã desta quarta-feira, 18, o governador destacou que as estratégias precisam ser aperfeiçoadas, mas o rumo deve ser mantido. A valorização do profissional da segurança no Estado e a prevenção da criminalidade são prioridades.

"A política de segurança pública precisa ser mantida, aperfeiçoada, avaliada e monitorada. Mas temos de ter um foco e nós temos um foco", defendeu. Ele defendeu a prioridade para a prevenção. "Nenhum país no mundo resolveu o problema da segurança sem a prevenção". O gestor defende investimentos em ciência e tecnologia; efetivo e inteligência da Polícia, em paralelo com ações na educação. Para Camilo, o principal objetivo é "reduzir a criminalidade e garantir mais tranquilidade à  população".
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Ao defender a necessidade de valorizar os profissionais da área, Camilo ressaltou a falta de verbas federais. "Nesses três anos e meio que sou governador não recebi um centavo. Todos os investimentos são do Estado. Trouxemos os melhores especialistas, inclusive internacionais. (..) Não basta resolver o problema da segurança só com discurso", afirmou. 

Ele criticou a gestão no âmbito federal, tanto a atual, de Michel Temer (MDB), quanto as anteiores, que incluem o próprio PT de Camilo. “Todos os Governos que passaram sempre se omitiram nesse debate", criticou. No entanto, o governador classificou como "importante" a recente criação do Ministério de Segurança Pública pelo Governo Federal. "Da mesma forma que existe um sistema único de saúde (SUS), um de educação através do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), havia necessidade de construir um de Segurança Pública".
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