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Ciro diz ser "fofocas" comentários sobre alianças, mas admite preferência por PSB

A sigla abriga o empresário e ex-prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda. O mineiro tem relação de amizade com Ciro, além de ter sido seu secretário-executivo quando ele foi ministro da Integração Nacional

21:08 | 18/05/2018
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O pré-candidato à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT), classificou como "fofocas" todas as previsões feitas até então sobre a formação de aliança para a corrida presidencial deste ano. Afirmou, no entanto, que o Partido Socialista Brasileiro (PSB) é a sigla de sua preferência para tratar o assunto, visto que, com a desistência do ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, de se lançar ao Planalto, o partido está sem candidatura própria. A entrevista coletiva foi concedida no Centro de Eventos. Na oportunidade, o pedetista palestrou sobre a conjuntura econômica do Brasil.
 
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Diante do quadro apresentado, Ciro avalia que o PSB retoma as velhas tratativas e diálogos que com ele "mantêm há longos anos". Em entrevista concedida ao jornal Estado de S. Paulo, em abril, o pré-candidato falou sobre o perfil que procura no seu vice: empresário ligado ao Sul e Sudeste.
 
[SAIBAMAIS]
 
A sigla abriga o empresário e ex-prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda. O mineiro tem relação de amizade com Ciro, além de ter sido seu secretário-executivo  quando ele foi ministro da Integração Nacional no primeiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entre os anos 2003 e 2006.
As características buscadas pelo ex-governador do Ceará teriam propósito de fazer sua candidatura ser melhor recebida pelo mercado financeiro. Um dos nomes ventilados para o posto era o do amigo e empresário Benjamin Steinbruch, dono do grupo Vicunha Têxtil e da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).
 
O ex-governador, entretanto, descartou a possibilidade de aliança."Eu sou muito amigo do Benjamin Steinbruch e ele, de repente, filia-se ao Partigo Progressista. O PP está junto com o PR e o Democratas ao redor da candidatura do Rodrigo Maia, que é um amigo meu. Eu não vou cometer a descortesia e a indelicadeza (de negociar), sabendo que amanhã preciso dialogar para bem governar o País, com um partido que está na aliança de outro companheiro que está disputando comigo".
 
"Unir o País"
 
Questionado sobre eventual aliança com partidos de centro, Ciro respondeu que está se preparando para unir o País "no momento de crise explosiva". Ele afirmou que ninguém o impedirá de dialogar com todos os setores da sociedade brasileira.

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