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Ministro inclui denúncia contra Aécio em análise do STF

Na próxima terça-feira, 17, o pedido de Raquel Dodge, procuradora-geral da República, para transformar Aécio em réu também deve ser analisado

12:29 | 10/04/2018
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A denúncia de corrupção contra o senador Aécio Neves (PSDB) foi incluída na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) nessa segunda-feira, 9. A análise foi proposta pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello e investiga recebimento de propina e obstrução da justiça por parte do parlamentar. Caso a Primeira Turma do supremo aceite a denúncia, o senador passará a responder ação penal, podendo resultar em condenação. 

Aécio não é o único a responder por essas acusações. De acordo com as investigações da Operação Patmos, deflagrada após as delações do empresário Joesley Batista, a irmã e o primo do senador também foram enquadrados no crime. Os dois já foram presos pela operação. Além deles, o senador Zezé Perrella e seu assessor foram acusados de lavagem de dinheiro. 

Na próxima terça-feira, 17, o pedido de Raquel Dodge, procuradora-geral da República, para transformar Aécio em réu deve ser analisado. O tucano é acusado de solicitar e receber propina no valor de R$ 2 milhões, junto com Joesley Batista, que gravou o pedido e apresentou o áudio à polícia. De acordo com o senador, o dinheiro era um empréstimo pessoal para arcar com as despesas da sua defesa na Lava Jato. Aécio também foi acusado de atrapalhar o andamento da operação. 

Raquel Dodge argumenta que a “ilicitude” da transação é demonstrada pelo senador quando ele afirmou que as parcelas da propina deveriam ser recebidas por alguém que poderia ser executado antes de fazer delações. Ele também teve comportamento suspeito ao utilizar de artifícios para fingir o não recebimento do dinheiro, como parar o carro em locais sem câmeras de segurança. O tucano ainda é alvo de outros cinco inquéritos no Supremo.
 
Redação O POVO Online 
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Ministro inclui denúncia contra Aécio em análise do STF

Na próxima terça-feira, 17, o pedido de Raquel Dodge, procuradora-geral da República, para transformar Aécio em réu também deve ser analisado

12:29 | 10/04/2018
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A denúncia de corrupção contra o senador Aécio Neves (PSDB) foi incluída na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) nessa segunda-feira, 9. A análise foi proposta pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello e investiga recebimento de propina e obstrução da justiça por parte do parlamentar. Caso a Primeira Turma do supremo aceite a denúncia, o senador passará a responder ação penal, podendo resultar em condenação. 

Aécio não é o único a responder por essas acusações. De acordo com as investigações da Operação Patmos, deflagrada após as delações do empresário Joesley Batista, a irmã e o primo do senador também foram enquadrados no crime. Os dois já foram presos pela operação. Além deles, o senador Zezé Perrella e seu assessor foram acusados de lavagem de dinheiro. 

Na próxima terça-feira, 17, o pedido de Raquel Dodge, procuradora-geral da República, para transformar Aécio em réu deve ser analisado. O tucano é acusado de solicitar e receber propina no valor de R$ 2 milhões, junto com Joesley Batista, que gravou o pedido e apresentou o áudio à polícia. De acordo com o senador, o dinheiro era um empréstimo pessoal para arcar com as despesas da sua defesa na Lava Jato. Aécio também foi acusado de atrapalhar o andamento da operação. 

Raquel Dodge argumenta que a “ilicitude” da transação é demonstrada pelo senador quando ele afirmou que as parcelas da propina deveriam ser recebidas por alguém que poderia ser executado antes de fazer delações. Ele também teve comportamento suspeito ao utilizar de artifícios para fingir o não recebimento do dinheiro, como parar o carro em locais sem câmeras de segurança. O tucano ainda é alvo de outros cinco inquéritos no Supremo.
 
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A denúncia de corrupção contra o senador Aécio Neves (PSDB) foi incluída na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) nessa segunda-feira, 9. A análise foi proposta pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello e investiga recebimento de propina e obstrução da justiça por parte do parlamentar. Caso a Primeira Turma do supremo aceite a denúncia, o senador passará a responder ação penal, podendo resultar em condenação. 

Aécio não é o único a responder por essas acusações. De acordo com as investigações da Operação Patmos, deflagrada após as delações do empresário Joesley Batista, a irmã e o primo do senador também foram enquadrados no crime. Os dois já foram presos pela operação. Além deles, o senador Zezé Perrella e seu assessor foram acusados de lavagem de dinheiro. 

Na próxima terça-feira, 17, o pedido de Raquel Dodge, procuradora-geral da República, para transformar Aécio em réu deve ser analisado. O tucano é acusado de solicitar e receber propina no valor de R$ 2 milhões, junto com Joesley Batista, que gravou o pedido e apresentou o áudio à polícia. De acordo com o senador, o dinheiro era um empréstimo pessoal para arcar com as despesas da sua defesa na Lava Jato. Aécio também foi acusado de atrapalhar o andamento da operação. 

Raquel Dodge argumenta que a “ilicitude” da transação é demonstrada pelo senador quando ele afirmou que as parcelas da propina deveriam ser recebidas por alguém que poderia ser executado antes de fazer delações. Ele também teve comportamento suspeito ao utilizar de artifícios para fingir o não recebimento do dinheiro, como parar o carro em locais sem câmeras de segurança. O tucano ainda é alvo de outros cinco inquéritos no Supremo.
 
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