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Haddad também nega ter se reunido com Ciro para discutir aliança

O ex-governador do Ceará também havia desmentido a informação

22:38 | 24/04/2018
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O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), confirmou ter se reunido com o pré-candidato Ciro Gomes (PDT) nessa segunda-feira, 23, mas negou ter tratado de uma possível aliança de centro-esquerda para as eleições de outubro. O ex-governador do Ceará também havia desmentido a informação. Em seu perfil no Facebook, Haddad escreveu que o assunto tratado no encontro foi “a situação política do país”.
 
“Simplesmente não é verdade que eu e Ciro discutimos candidaturas ou formação de frente. Atualizamos a discussão iniciada em janeiro sobre a situação política do país”, ressaltou o ex-prefeito de São Paulo na postagem.
 
De acordo com a reportagem, Haddad, Ciro e os economistas Delfim Netto e Luiz Carlos Bresser-Pereira se reuniram na manhã dessa segunda para discutir uma possível chapa centro-esquerda para as eleições já no primeiro turno. Haddad é um dos possíveis nomes do PT que podem representar o partido na disputa presidencial caso o ex-presidente Lula (PT) seja barrado da corrida eleitoral.
 
Na tarde desta terça-feira, Haddad deu entrevista ao lado da presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, e afirmou que foi ao encontro somente como convidado, na condição de membro que vai organizar o plano de governo do ex-presidente Lula, caso seja eleito em 2018.
 
“Obviamente que quando esses encontros acontecem surgem temas políticos também, como as novas candidaturas e os perfis dessas candidaturas. [...] As conversas entre as fundações e os quadros políticos precisam acontecer, porque nós vamos precisar construir o que foi destruído”, ponderou Haddad.
  
Com a chance real de Lula não poder concorrer à Presidência da República, devido à aplicação da Lei da Ficha Limpa a condenados em segunda instância, estratégias começaram a ser traçadas. Segundo o jornal Folha de São Paulo, uma das possibilidades é Haddad vir como vice de Ciro, em uma chapa entre PDT e PT que ambos considerariam ser possível.
Redação O POVO Online
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