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Após UFC, Uece cogita criar disciplina sobre o "golpe de 2016"

Cinco universidades brasileiras já confirmaram que vão oferecer cursos com o mesmo conteúdo

21:08 | 01/03/2018
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Após a Universidade Federal do Ceará (UFC) anunciar que terá a nova disciplina “Tópicos Especiais em História 4” com foco no “Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia”, a Universidade Estadual do Ceará (Uece) analisa inserir conteúdo com mesmo nome e tema à grade curricular, também dentro do curso de História. 
 
De acordo com a coordenação do curso, a temática já é abordada em grupos de estudos. No entanto, diante da conjuntura política do País, a criação de uma disciplina independente tem sido discutida pelo corpo docente. Concepção depende da aprovação do colegiado. Reunião para definir a inclusão ocorrerá na próxima semana.  
[SAIBAMAIS]
Outras cinco instituições brasileiras já confirmaram que vão oferecer cursos com o mesmo conteúdo: Universidade de Brasília (UnB), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam).  
 
Impasse  
 
A primeira universidade a incluir a disciplina "Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil" à grade curricular foi a UnB. As aulas do curso de Ciência Política, que serão ministradas pelo professor Luis Felipe Miguel, iniciam no próximo dia 5.
 
Após a notícia do curso vir a público, o ministro da Educação, Mendonça Filho, informou que enviaria um ofício a vários órgãos de controle - Advocacia-Geral da União (AGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e Ministério Público Federal - para que fosse analisada a legalidade do curso e o suposto uso de equipamentos da UnB para fins de "doutrinação partidária". 
A decisão do ministro da Educação provocou reações em diversas universidades públicas brasileiras. Um total de nove instituiçõs deve incluir a disciplina.
                                                                 Redação O POVO Online
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Após UFC, Uece cogita criar disciplina sobre o "golpe de 2016"Notícias de Política
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Após a Universidade Federal do Ceará (UFC) anunciar que terá a nova disciplina “Tópicos Especiais em História 4” com foco no “Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia”, a Universidade Estadual do Ceará (Uece) analisa inserir conteúdo com mesmo nome e tema à grade curricular, também dentro do curso de História. 
 
De acordo com a coordenação do curso, a temática já é abordada em grupos de estudos. No entanto, diante da conjuntura política do País, a criação de uma disciplina independente tem sido discutida pelo corpo docente. Concepção depende da aprovação do colegiado. Reunião para definir a inclusão ocorrerá na próxima semana.  
[SAIBAMAIS]
Outras cinco instituições brasileiras já confirmaram que vão oferecer cursos com o mesmo conteúdo: Universidade de Brasília (UnB), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam).  
 
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A primeira universidade a incluir a disciplina "Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil" à grade curricular foi a UnB. As aulas do curso de Ciência Política, que serão ministradas pelo professor Luis Felipe Miguel, iniciam no próximo dia 5.
 
Após a notícia do curso vir a público, o ministro da Educação, Mendonça Filho, informou que enviaria um ofício a vários órgãos de controle - Advocacia-Geral da União (AGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e Ministério Público Federal - para que fosse analisada a legalidade do curso e o suposto uso de equipamentos da UnB para fins de "doutrinação partidária". 
A decisão do ministro da Educação provocou reações em diversas universidades públicas brasileiras. Um total de nove instituiçõs deve incluir a disciplina.
                                                                 Redação O POVO Online
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De acordo com a coordenação do curso, a temática já é abordada em grupos de estudos. No entanto, diante da conjuntura política do País, a criação de uma disciplina independente tem sido discutida pelo corpo docente. Concepção depende da aprovação do colegiado. Reunião para definir a inclusão ocorrerá na próxima semana.  
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Outras cinco instituições brasileiras já confirmaram que vão oferecer cursos com o mesmo conteúdo: Universidade de Brasília (UnB), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam).  
 
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Após a notícia do curso vir a público, o ministro da Educação, Mendonça Filho, informou que enviaria um ofício a vários órgãos de controle - Advocacia-Geral da União (AGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e Ministério Público Federal - para que fosse analisada a legalidade do curso e o suposto uso de equipamentos da UnB para fins de "doutrinação partidária". 
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                                                                 Redação O POVO Online
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Após a notícia do curso vir a público, o ministro da Educação, Mendonça Filho, informou que enviaria um ofício a vários órgãos de controle - Advocacia-Geral da União (AGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e Ministério Público Federal - para que fosse analisada a legalidade do curso e o suposto uso de equipamentos da UnB para fins de "doutrinação partidária". 
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