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Temer diz que impopularidade o faz fazer o que o Brasil precisa

Para o presidente, o único motivo para alguém votar "não" seria o fato de a reforma alcançar servidores públicos que recebem mais de R$ 5 mil

18:48 | 12/12/2017
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O presidente Michel Temer, ainda tentando convencer parlamentares da Câmara e do Senado a necessidade da reforma da Previdência, voltou a defender a questão e cobrou publicamente os congressistas que se colocam contra a reforma. Na oportunidade, ele estava em uma cerimônia de posse da diretoria-executiva da CNA. A informação é do Estado de S. Paulo.
O presidente lembrou uma reunião do Conselhão que ele promoveu assim que assumiu o cargo. Ele mencionou o publicitário Nizan Guanaes, que o aconselhou que aproveitasse sua impopularidade para fazer as reformas necessárias ao Brasil.

Para Temer, não existem motivos para que os deputados sejam contrários a reforma. Ele pensa que quando um deputado ou senador vota a favor ou contra, ele deve expor suas razões. Dentro desta lógica, ele disse que quem vai votar contra a previdência tem que ter uma razão.

O peemedebista diz que há inverdades sobre a reforma. Disse que haverá um processo para que a idade mínima seja atingida. Ele também entende como mentirosa a afirmação de que a mudança vem em prejuízo dos pobres. Para Temer, o único motivo para alguém votar "não" seria o fato de a reforma alcançar servidores públicos que recebem mais de R$ 5 mil, teto da previdência.

Investindo na retórica do combate aos privilégios, ele afirma que a ideia é deixar o setor público e privado em situações iguais. Segundo Temer, a economia do Brasil nos próximos dez anos em caso de aprovação da reforma seria de R$ 500 bilhões.

 

Redação O POVO Online

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