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Mesmo contra, Gonzaga diz que tornaria a Guarda armada se os conselhos populares votassem a favor

O candidato foi o segundo entrevistado na série de sabatinas. Ele falou também de outros pontos polêmicos, como a regulamentação do Uber e do táxi amigo
13:26 | Set. 13, 2016
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O candidato à Prefeitura de Fortaleza Francisco Gonzaga (PSTU) foi o segundo a ser entrevistado na série de sabatinas da Rádio O POVO CBN com os concorrentes ao cargo. Na manhã desta terça-feira, 13, ele afirmou que é contrário ao armamento da Guarda Municipal, mas disse que se os conselhos populares aprovassem a medida, ele a faria.

"A nossa posição é contra o armamento, mas é claro que vamos ouvir através dos conselhos populares, e o que for decidido nós vamos implementar", disse. Assista ao vídeo completo da entrevista: [VIDEO1]

Ele também defendeu o passe livre para toda a população e disse que,"se precisar construir mais terminais de ônibus, nós vamos construir". 

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Gonzaga já afirmou em outra ocasião que era possível garantir a passagem gratuita do transporte público até o final do primeiro mandato. "Uma Prefeitura do PSTU é uma Prefeitura que estatize o sistema de transporte coletivo da nossa cidade", afirmou.

A promessa é parecida com a do candidato do Psol, João Alfredo, que defende começar a gratuidade a estudantes e acompanhantes de defincientes físicos para, posteriormente, levar a toda a população. 

 

Polêmicas

O candidato também se manifestou sobre propostas polêmicas de outros candidatos, como a regulamentação do Uber e do táxi amigo. Ele se disse contra a regulamentação do Uber, por ser "uma empresa multinacional que explora os funcionários", mas ser favorável a do táxi amigo. 

Questionado sobre a diferença dos dois tipos de transportes, respondeu que o Uber  "é diferente do dono de casa que tem seu carro e quer fazer dele seu ganha pão", pois "leva o dinheiro para fora do Brasil".

Ele ambém defendeu como defendeu o fim da Polícia Militar (PM). "Defendo o fim da PM porque ela tem uma estrutura que está ultrapassada, teria que ser uma policia civil, unificada e eleita pelos conselhos populares".

Redação O POVO Online

 

 

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