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"Eu acredito que eu volto", disse Dilma Rousseff em entrevista

A presidente afastada fala com o jornalista Luiz Viana nesta quarta-feira. Acompanhe ao vivo em alguns instantes e escute online

09:05 | 06/07/2016

A presidente afastada Dilma Rousseff (PT) concede entrevista, na manhã desta quarta-feira, 6, à Rádio o Povo CBN, programa apresentado pelo jornalista Luiz Viana.  

Escute a entrevista completa

[SAIBAMAIS 2]

10h15min - "Se você considera o Brasil uma árvore, o golpe é um machado cortando essa árvore (...), e ela está sendo atacado por parasitas e fungos. Como acabar com eles? Primeiro, com o debate, o outro item é ter presente uma estratégia que 2018 tem de ser coroado por um processo de consulta popular, pra escolher os governantes mas também para ter uma reforma política", disse.

10h14min- "Esse impeachment tem uma característica muito grave, de certa forma, uma eleição indireta à presidência, uma volta aos tempo da ditadura militar", disse.

10h13min - "Eu te diria, mineiramente, que ficaria com os dois, responde Dilma sobre situação do PT no ceará, referindo-se à deputada federal Luizianne Lins e ao governador Camilo Santana. 

10h11min - "Esta proposta da emenda constitucional que cria teto de gastos é danosa, porque no Brasil, que precisa de investimento de saúde e educação, significa que você vai reduzir o que vai ser gasto por pessoa ao longo do tempo, e isso é gravíssimo", afirmou.

10h09min - Dilma afirmou que acredita que volta à presidência 

10h06min - "Acredito que o sistema de representação no Brasil está muito distorcido", disse a presidente afastada.

10h- Dilma afirma que, em 2014, na sua campanha, ninguém esperava a crise que se avizinhava. "Ninguém podia esperar isso".

9h58min - Dilma volta a falar de vazamentos seletivos na Operação Lava Jato, conduzida pelo juiz Sérgio Moro.

9h56min -  "Não há mais corrupção, há mais investigação", disse.

9h54min - A presidente afastada afirma que o PT melhorou o combate à corrupção no Brasil. 

9h53min - Dilma conta como o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ganhou força na Câmara dos Deputados. "Eu não posso acreditar que Cunha era aliado de Temer desde sempre, nós não tínhamos condições de perceber tudo isso, nós todos súpunhamos que o Cunha era um democrata e não imaginávamos que o Temer era um usurpador golpista", disse.

9h50min - "Não vou afastar a hipótese de eu ter cometido um erro, de pronto eu já te digo isso", disse.

9h47min- "Qualquer acordo não é nunca com o Temer, é com o Cunha, e esse que é o problema. (...) Eles não só estão juntos como, na conversa de Romero Jucá tem uma hora em que ele diz: 'Temer é Cunha'", afirma Dilma. 

9h46min - "Não só esses três decretos não feriram a lei, como estavam previstos na lei. A própria perícia do Senado concluiu que não há dolo. Ora, se não há dolo, não há crime de responsabilidade. (...) Por isso que nós dissemos que é um golpe"

9h45min - "A lei não prevê a participação da presidente, não é ela quem é responsável por esse pagamento, o responsável por isso é o Ministério da Fazenda. Como não é um ato meu, não conseguem me caracterizar pelo que me acusam", afirmou.

9h43min- "Nós atrasamos os recursos relativos desse subsídio. A discussão é se isso é pedalada fiscal ou não, se isso é um atraso pura e simplesmente ou se era um empréstimo do Banco do Brasil. primeiro, isso é a praxe que tem acontecido em todos os governos", disse a presidente afastada

9h41min- "Essa questão dos três decretos e das transferências de recursos do tesouro nacional para o plano safra têm sido algo extremamente difícil de ser provado pelos acusadore", disse Dilma

9h40min- Dilma inicia a entrevista, dizendo que não andou de bicicleta nesta manhã.

 

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 Redação O POVO Online

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