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Começa sessão para escolha do novo presidente da Câmara

A eleição é para a escolher o sucessor de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que renunciou na semana passada

18:28 | 13/07/2016
Começou há pouco a sessão para eleição do novo presidente da Câmara dos Deputados. Marcada inicialmente para 16h, a sessão chegou a ser transferida para 19h pelo presidente interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), mas, diante da pressão de líderes partidários, Maranhão voltou atrás e antecipou a sessão para 17h30.

Neste momento, a sessão é presidida pelo deputado Cláudio Cajado (DEM-BA). Ele anunciou que a eleição terá início assim que for atingido o quórum de 257 deputados, número suficiente para iniciar a ordem do dia.

Pelo regimento da Câmara, cabe ao presidente interino presidir aos trabalhos, mas, diante das inúmeras críticas recebidas por Maranhão, a expectativa é que a sessãos de votaçaão seja conduzida pelo primeiro-secretário da Casa, Beto Mansur (PRB-SP)

A eleição para a escolher o sucessor de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que renunciou semana passada, chegou a contar com 17 deputados na disputa. Após as desistências de Heráclito Fortes (PSB-PI), Maria do Rosário (PT-RS), Beto Mansur (PRB-SP) e Fausto Pinato (PP-SP), 14 parlamentares permanecem na disputa.

Pela ordem de sorteio, o primeiro candidato a falar será Rodrigo Maia (DEM-RJ). Em seguida, discursam Evair Vieira de Melo (PV-ES), Giacobo (PR-PR), Cristiane Brasil (PTB-RJ), Luiza Erundina (PSOL-SP), Fábio Ramalho (PMDB-MG), Carlos Manato (SD-ES), Carlos Henrique Gaguim (PTN-TO), Marcelo Castro (PMDB-PI), Rogerio Rosso (PSD-DF), Gilberto Nascimento (PSC-SP), Esperidião Amin (PP-SC) e Orlando Silva (PCdoB-SP).

Cada deputados terá dez minutos para apresentar suas propostas e pedir o voto dos pares. Para ser eleito, o candidato precisa conquistar a maioria absoluta dos votos dos deputados. Caso ninguém consiga atingir, será realizado um segundo turno da eleição.

Havendo empate tanto no primeiro quanto em um eventual segundo turno, a disputa será desempatada obedecendo respectivamente aos seguintes critérios: maior número de mandatos e o parlamentar mais idoso. O vencedor ficará no cargo até fevereiro de 2017 e não poderá concorrer à reeleição.
Agência Brasil
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