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Grupos contra e pró-Dilma fazem novos protestos nesta segunda-feira

O primeiro que aconteceu no cruzamento das avenidas Rui Barbosa com Antônio Sales entoava gritos de "Não vai ter golpe" e o outro, que aconteceu na Praça Portugal, os protestantes gritavam "Fora Dilma e Fora PT"

22:42 | 21/03/2016
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Manifestantes se reuniram em dois pontos divergentes de Fortaleza para protestar a favor e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff na noite desta segunda-feira, 21.

O primeiro que aconteceu no cruzamento das avenidas Rui Barbosa com Antônio Sales entoava gritos de “Não vai ter golpe” e o outro, na Praça Portugal, os protestantes gritavam “Fora Dilma e Fora PT”. Os dois protestos foram pacíficos.

O protesto pró-Governo, organizado pelas redes sociais, mobilizou cerca de 40 pessoas. O ato teve início por volta das 17 horas e perdurou até às 19h30min, contando com a participação de membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Diretório Municipal do PT, da Frente Brasil Popular e de movimentos ligados às causas LGBT. "A nossa luta é todo dia, contra o golpe e pela democracia", gritavam alguns manifestantes.

"Nossa manifestação é em defesa da democracia, contra o golpe que o PSDB e os grupos empresariais querem dar no Brasil. A gente sabe que o movimento anti-Dilma é financiado, exemplo disso é o pixuleco que custa R$ 12 mil", disse Ticiana Studart, membro do diretório municipal do PT e da Frente Brasil Popular.

Aos gritos de “Fora Dilma e fora PT”, na Praça Portugal, cerca de 25 manifestantes pediam o impeachment da presidente Dilma e a prisão do ex-presidente Lula. O movimento, que iniciou às 20 horas foi organizado via redes sociais.

O funcionário público Luiz Arruda, de 60 anos, que é administrador do Movimento Brasil Indignado, membro da Frente Cearense pelo Impeachment e conselheiro do Instituto de Democracia e Ética (IDE), afirma que os protestos anti-Dilma devem durar “até a presidente cair no impeachment”.

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