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Correção: Copacabana concentra manifestantes contra Dilma e o PT no Rio

13:20 | 13/03/2016
A nota enviada anteriormente contém uma incorreção. A estimativa de público não é a oficial, pois a PM informou que não irá fazer este cálculo. A informação foi passada por um policial presente ao ato. Segue nota corrigida e ampliada:

O ato contra a presidente Dilma Rousseff (PT) na manhã deste domingo no Rio ocorre na orla de Copacabana, na zona sul. Cada um dos cinco grupos organizadores faz discursos inflamados contra Dilma e o PT, e a maioria do público usa camisas amarelas ou com frases contra o governo ou de apoio ao juiz federal Sérgio Moro, que atua na Operação Lava Jato.

Em uníssono, todos vaiaram uma faixa onde se lê "Não vai ter golpe", puxada por um avião que sobrevoa a orla contratado pela Frente Brasil Popular, grupo contrário ao impeachment.

Bonecos infláveis do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva representado como presidiário são vendidos por R$ 10,00. Um rapaz vestido como Lula e com trajes de presidiário faz sucesso entre os manifestantes. Também há faixas e fotos do juiz Moro, e pelo menos três grupos defendem a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) para presidente da República.

Entre os coros usados pelos grupos que protestam há paródias de músicas famosas e rimas. O grupo Revoltados Online alterna dois coros que dizem "ah que bom seria/se petista entendesse economia" e "não é mole não/socialista de iPhone e carrão".

O grupo Foro do Brasil - RJ usa uma gravação de "Pra Não Dizer que não falei das Flores" que, em vez de "vem, vamos embora que esperar não é saber", diz "Dilma vai embora que o Brasil não quer você". Entoado repetidamente por todos os grupos, o hino nacional é a canção mais cantada durante o ato.

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