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Correção: Monteiro espera que vinda de Dilma melhore relação com parlamentares

16:15 | 02/02/2016
O título e o texto da nota divulgada anteriormente possuem uma incorreção. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, foi quem afirmou esperar que a vinda da presidente Dilma Rousseff ao Congresso melhore a relação entre Palácio e parlamentares, e não o chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Ricardo Berzoini.

Segue o texto correto, com o título também corrigido.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, disse nesta terça-feira, 2, esperar que a vinda da presidente Dilma Rousseff ao Congresso Nacional, para a cerimônia da abertura dos trabalhos legislativos deste ano, contribua para melhorar a relação do Planalto com os parlamentares.

Na avaliação do ministro, Dilma dá uma demonstração de "apreço" e de "reconhecimento" ao papel do Congresso, "que é insubstituível". "Acho que (Dilma dá) um testemunho que grande parte da agenda nacional depende de maneira fundamental do Congresso Nacional. Ou seja, a rigor, toda essa agenda de reformas e o próprio ajuste fiscal, nada disso se realiza apenas por disposição do Poder Executivo, mas fundamentalmente pela compreensão e pela deliberação do Congresso", afirmou Monteiro Neto em entrevista no Salão Verde da Câmara, onde espera a chegada de Dilma ao lado de outros ministros.

O ministro disse acreditar em uma mudança de humor dos parlamentares em relação ao Planalto, após o gesto de Dilma. "Há questões que se colocam hoje na perspectiva do interesse permanente do Pais. Então, acho que, na medida em que se possa pactuar com o Congresso uma agenda que se coloque acima das disputas episódicas e político partidárias, isso é muito importante para o País", afirmou.

"E eu espero que esse gesto da presidente, que sua presença, contribua para isso", acrescentou. Monteiro Neto ressaltou que o diálogo do Poder Executivo com o Congresso é "fundamental" para que essa agenda de reformas possa avançar. Questionado se faltou essa percepção de que o ajuste fiscal depende do Congresso, ele disse que não. "Tanto que houve uma posição sempre muito presente dos ministros no Congresso, dialogando todos os momentos", argumentou. Para o ministro "não houve déficit" de presença ministerial nem presidencial na Câmara e no Senado.

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