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Relator do Conselho de Ética aceita pedido de cassação do mandato do vereador A Onde É

Casimiro Neto (PP) entregou o parecer nesta terça-feira, 9, ao presidente do Conselho de Ética, Adelmo Martins

21:14 | 09/12/2014
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O relator do caso do vereador Antônio Farias de Sousa – o A Onde É (PTC) - Casimiro Neto (PP) - entregou o parecer sobre as denúncias do Ministério Público (MP) ao presidente do Conselho de Ética, Adelmo Martins (Pros), por volta das 16h desta terça-feira, 9. Ele aceitou o pedido de cassação do mandato do parlamentar produzido pelo órgão de Justiça.

De acordo com Adelmo Martins, uma reunião será marcada para escolher o relator do processo. "Amanhã (quarta, 10), depois da reunião das 8h na Câmara Municipal, vou tentar convocar a comissão para escolher o relator. Estava pensando em marcar para quinta, 11, com a presença do presidente da Câmara, Salmito Filho (Pros), mas já tem uma reunião marcada para o mesmo dia. Se não der nessa semana, vai para outra".

O POVO Online tentou entrar em contato com o advogado de A Onde É, Leandro Vasques, mas as ligações não foram atendidas.
[SAIBAMAIS3]O juiz da 18ª Vara Criminal deferiu, no último dia 20 de novembro, o afastamento do vereador A Onde É (PTC) do mandato até o julgamento final da ação envolvendo o parlamentar. Ele é acusado pelo MP de cobrar “pedágio” sobre salário de assessores de seu gabinete na Câmara Municipal. Atualmente, A Onde É está de licença do mandato, alegando motivos psicológicos.

Preso e solto

A Onde É chegou a ser preso em flagrante em 26 de setembro deste ano, acusado de sacar dinheiro de um assessor. Após 40 dias preso, conseguiu liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) para responder o processo em liberdade. Situação na qual se encontra atualmente.

Na Câmara Municipal, muita pouca atenção tem sido dada ao caso pela atual Mesa Diretora – a prisão tem sido assunto evitado a todo custo no plenário da Casa. No mês passado, o Conselho de Ética do Legislativo chegou a requerer documentos envolvendo o caso do vereador. No momento, faz-se uma análise do que foi disponibilizado pelo Ministério Público acerca da investigação, para, somente então decidir quais os próximos passos que devem ser dados. Nenhuma outra ação foi tomada dentro do Legislativo fortalezense em relação ao caso.

Redação O POVO Online

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