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Secretário de Segurança espera Cid para reunião sobre reforço federal para 2º turno

17:20 | 14/10/2014

Atualizada às 22h57

O secretário de Segurança Pública do Ceará, Servilho Paiva, espera o governador Cid Gomes (Pros) para reunião na noite desta terça-feira, 14, no Palácio da Abolição. Os dois deverão definir posição oficial da gestão sobre pedido de reforço da Força Nacional para o 2º turno da eleição no Estado. O prazo para resposta vai até a noite desta terça.

A reunião contará com presença de comandantes de órgãos de segurança e foi confirmada na tarde desta terça pela assessoria do próprio Servilho. Segundo ela, o secretário não deverá se posicionar até a reunião com Cid. A pasta adianta, no entanto, que o gestor não irá se pronunciar sobre o 1º turno ou eventuais denúncias feitas sobre o pleito.

Na tarde de segunda, a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) entrou com o pedido diante do “ notório acirramento” entre grupo do governador e do deputado estadual eleito Capitão Wagner (PR). No mesmo dia, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-CE) enviou ofício ao Gabinete do Governador, questionando se o Executivo concorda com a necessidade do reforço.

[SAIBAMAIS 4]No ofício do TRE, fica estabelecido prazo de até 24h – até a noite desta terça – para resposta do governador. Caso o governador concorde com a questão, a Corte encaminhará pedido de reforço ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O POVO Online entrou em contato com as assessorias de Servilho e Cid, mas não obteve respostas sobre o resultado da reunião.

Estremecimento

De acordo com o Ministério Público Eleitoral (MPE), a presença de tropas federais seria necessária na Região Metropolitana de Fortaleza, incluindo os municípios de Caucaia, Maracanaú, Maranguape e Pacatuba, além da capital.

A ideia seria evitar o cerceamento das atividades da PM, bem como da “prática esdrúxula” de manter viaturas estacionadas em pontos fixos, o que, no entendimento da PRE, prejudicou a repressão à boca de urna e de outros crimes eleitorais no dia 5 de outubro.

Redação O POVO Online
com informações da repórter Camila Holanda

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