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Confronto entre os candidatos mais bem colocados marca primeiro debate

Os candidatos Aécio Neves, do PSDB, Dilma Rousseff, PT, e Marina Silva, PSB, se confrontaram várias vezes durante o debate e abordaram temas polêmicos

01:07 | 27/08/2014
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Nesta terça-feira, 26, os candidatos à presidência da Republica se encontraram pela primeira vez em um debate. Nos estúdios da Band, no Morumbi, em São Paulo, Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (Psol), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB) debateram suas propostas e se confrontaram por cerca de três horas.

No primeiro bloco do debate, os candidatos teriam que responder uma única pergunta, que foi  extraída de sugestões feitas por leitores. A pergunta era sobre a segurança pública.

[SAIBAMAIS3]Em sua resposta, a candidata Marina Silva criticou a falta de recursos para que as polícias funcionem de forma integrada; Aécio Neves projetou uma política nacional de segurança e questionou o fato de as fronteiras brasileiras estarem desprotegidas, permitindo que drogas e armas entrem no país; Dilma Rousseff afirmou que a segurança era de responsabilidade dos estados, mas afirmou que a segurança pública deveria ser compartilhada entre União e estados.

Primeiros confrontos

Marina Silva lembrou de uma série de pactos apresentados pela presidente Dilma Rousseff durante as manifestações de junho de 2013, afirmando que os pactos não teriam funcionado e perguntou o que deu errado. Dilma discordou de Marina e afirmou que os pactos haviam dado certo, citando como exemplo o da educação e o da saúde. Marina afirmou que a petista não reconhecia os problemas do País e não passava esperanças de que esses problemas seriam resolvidos. Em sua tréplica, Dilma defendeu a reforma política e afirmou que “A força do povo brasileiro é capaz de transforma o país e conter o desvio de dinheiro e a corrupção ".

No embate entre Dilma Rousseff e Aécio Neves, a presidente comparou o tucano ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e questionou quais seriam as medidas impopulares que seriam propostas por Aécio. Ele afirmou se sentir lisonjeado pela comparação e disse que Dilma tinha receio de olhar para o futuro, antes de falar que 1 milhão e 200 mil funcionários da industrias ficaram sem emprego, por ela está sucateada e na mesma situação do governo JK, há 60 anos atrás.

Aécio Neves escolheu Marina Silva para responder sobre falta de coerência , lembrando que a candidata, ao ser anunciada como substituta de Eduardo Campos, afirmou que não subiria ao palanque com o tucano Geraldo Alckmin e depois que gostaria de ter o também tucano José Serra em seu governo, caso eleita. Marina afirmou ser inteiramente coerente ao defender a nova política e que isso significa combater a velha polarização. Ela também afirmou, em caso de vitória, que acreditava que Serra não escolheria pelo lado mesquinho.

Redação O POVO Online

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