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Para alguns senadores o Brasil está pronto para a Copa

20:23 | 11/06/2014
Às vésperas do maior torneio de futebol do planeta, alheio às manifestações contrárias à realização do evento, senadores declararam que o País está pronto para sediar pela segunda vez a Copa do Mundo de futebol. Desde o ano passado, com a realização da Copa das Confederações, a população tem realizado protestos contra os gastos no evento.

Veja algumas declarações:

Para a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que até janeiro era ministra-chefe da Casa Civil, tudo o que foi prometido para a Copa do Mundo foi entregue. Segundo ela, os gastos com estádios – estimados em R$ 8 bilhões – não envolvem recursos públicos, mas empréstimos que serão devolvidos aos bancos.
"Nesse período em que foram investidos R$ 8 bilhões nos estádios, desde 2010, o governo federal investiu R$ 825 bilhões em saúde e educação. Ou seja, em nenhum momento foi comprometida a política pública" diz Gleisi, acrescentando ser impossível fazer “o maior espetáculo esportivo do mundo” sem estádio.

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP), por exemplo, considera que, ao fim, o saldo será positivo.
"A Copa mobilizou sim recursos significativos para os estádios, mas também para obras de infraestrutura, a melhoria dos aeroportos, das estradas e das vias de transporte para chegar aos estádios. Os benefícios ficarão para a sociedade brasileira", diz.

Apesar de reconhecerem o direito das pessoas apresentarem suas reivindicações, mesmo durante a Copa do Mundo, os senadores destacam que isso não deve interferir na receptividade aos visitantes estrangeiros.
"Acho que teremos uma Copa bonita, grandiosa. Vai ser uma grande oportunidade de receber o mundo todo aqui. O Brasil precisa acolher bem as pessoas" diz Ana Rita (PT-ES).

Redação O POVO Online
com informações da Agência Senado

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