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"A sociedade está inquieta com situação da Segurança" diz Zezinho Albuquerque

O presidente da AL-CE e pré-candidato do Pros afirmou que, se eleito, dará continuidade aos projetos da gestão de Cid Gomes

14:45 | 20/06/2014
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O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará e pré-candidato do Pros, Zezinho Albuquerque, fez uma autocrítica da atual gestão em relação à Segurança Pública e frisou que o atual Governo não está satisfeito com os índices de insegurança no Estado. Mesmo assim, Zezinho afirmou que, caso eleito, dará continuidade à gestão de Cid Gomes (Pros). O parlamentar participou, nesta sexta-feira, 20, do programa Debates do Povo com pré-candidatos ao Executivo, da Rádio O POVO/CBN.

“A sociedade civil, a população do Estado do Ceará está inquieta, todos nós, o governador está inquieto com isso, está todo mundo procurando acertar, está todo mundo trabalhando para isso”, disse Zezinho sobre a situação da falta de segurança. Zezinho defendeu que Cid assumiu o Governo sem estrutura na Polícia estadual e foi o responsável pela reestruturação de equipamentos físicos e contrato de pessoal.
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“Agora o que é preciso? Salvo engano são sete ou nove delegacias que funcionam na Região Metropolitana 24 horas. Precisamos botar as delegacias para funcionar 24 horas, precisamos cada vez mais de equipamento, de tecnologia, de polícia de informação e precisamos dar continuidade a esse trabalho de investimentos nas delegacias e no homem. Se temos a melhor Academia (de Segurança Pública) que estão sendo formadas as pessoas que vão servir à sociedade cearense, então é necessário dar avanço, e precisamos ocupar os territórios”, disse o pré-candidato.

Sobre a dificuldade de a população aceitar o discurso de que a política do atual governo teve sucesso na área da Segurança, Zezinho pontuou que “essa política não é uma política de sucesso, é uma política de estruturação do Estado do Ceará, mas precisamos aperfeiçoar isso cada vez mais”.

Ronda do Quarteirão
O presidente da AL-CE negou que o programa Ronda do Quarteirão – principal bandeira política de Cid para o primeiro governo – tenha deixado de atuar como polícia comunitária, como era a proposta. “Ele (Ronda) fez o seu papel e faz seu papel, mas só o Ronda jamais iria resolver sozinho”, disse Zezinho. “Estamos tratando de vida. A segurança é um grande desafio, e nós temos muito que fazer, nós estamos satisfeitos com esses índices? De maneira nenhuma”, frisou.

Candidato governista
O pré-candidato – um dos cinco indicados pelo Pros – pontuou que dará continuidade aos projetos do governo de Cid. Ele destacou ainda o foco no combate às drogas no Ceará e na discussão do tema com a sociedade como uma das alternativas para combater a violência.

Zezinho evitou tecer comentários sobre a relação do Pros com o PMDB do senador Eunício Oliveira, pré-candidato à sucessão de Cid e ex-base aliada do Governo, mas disse que o Ceará não poderia “retroagir”. Mesmo sem dar nomes, Zezinho destacou que “gratidão e lealdade na política são necessárias, como um pai espera lealdade do filho”.

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“Não quero criar polêmica com o senador. Cada partido tem o direito de lançar seu candidato, mas ele participou do governo até esse momento. Este filme eu já vi, de sair candidato faltando seis meses, querendo se lançar candidato – não estou dizendo que é o caso do doutor Eunício – como salvador da pátria. Há pouco tempo aconteceu isso no Estado do Ceará, e a população entendeu e a coisa não foi bem. As pessoas acreditam no governador Cid Gomes como acreditam na presidente Dilma”, completou Zezinho.

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