Autor da manobra que quebrou vidros do STF volta a voar
No dia 2 de julho, um dia depois do incidente, houve uma reunião do conselho operacional do GDA - Grupo de Defesa Aérea, da FAB, sediado em Anápolis, que decidiu pelo afastamento do piloto até o dia 26. Durante este período, o piloto regressou para simuladores e foi feito um acompanhamento técnico para verificar se ele evoluiu em sua conduta, sendo, então liberado na semana passada.
Para que não houvesse problemas, o piloto da FAB não deveria ter se aproximado da velocidade do som, que é de 1.100 km/h. "Não houve quebra da barreira do som, mas o deslocamento de massa de ar foi suficiente para romper a vidraça", explicou a nota da FAB, quando falou do incidente, ressaltando que "todos os sobrevoos ocorreram em altitudes dentro das margens de segurança e não houve risco de acidente com as aeronaves".
Dois caças Mirage faziam demonstrações com voos rasantes durante a troca da Bandeira Nacional no dia primeiro de julho e provocaram uma onda de choque que atingiu os prédios públicos. O STF foi o mais atingido pela passagem da aeronave.