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Singapura cobrará despesas médicas de quem recusar vacina contra Covid-19

Governo do país asiático tem bancado tratamento de pessoas no país desde o início da pandemia; a partir de dezembro, quem contrair Covid-19 após recusar vacina deverá pagar remédios e internação
03:20 | Nov. 09, 2021
Autor Bemfica de Oliva
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Bemfica de Oliva Repórter
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Tipo Notícia

O Ministério da Saúde de Singapura anunciou nessa segunda-feira, 8, que começará a cobrar despesas médicas de quem contrair Covid-19 após recusar a vacina contra a doença. A medida passará a valer a partir de 8 de dezembro.

O governo do país asiático tem bancado tratamentos contra a Covid-19 de todos os seus cidadãos e estrangeiros que tenham sido contaminados pela doença dentro de Singapura. Com a mudança, o serviço começará a ser cobrado de quem recusar a vacinação por escolha própria.

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Pessoas que não podem receber o imunizante por motivos de saúde, por exemplo, seguem isentas do pagamento. A dispensa é válida, também, para pais de crianças cuja vacinação ainda não tenha ocorrido. No país, apenas maiores de 12 anos estão contemplados no plano de imunização.

A última exceção à regra será para quem já tomou uma dose de vacinas que demandem duas aplicações. Estas pessoas terão até 31 de dezembro para completar o esquema de imunização.

Segundo o Ministério da Saúde de Singapura, pessoas não vacinadas têm sido uma quantidade "desproporcional" do total de internações por Covid-19 no país. Este grupo é, também, a maioria dos que precisam de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Com aproximadamente 5,5 milhões de habitantes, Singapura tem cerca de 85% da população totalmente imunizada contra a Covid-19. Cerca de 18% das pessoas também recebeu doses de reforço. Entre o domingo, 7, e a segunda-feira, 8, 2.470 registros de pessoas contaminadas pela doença foram feitos no país, com 14 mortes.

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