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Papa se reúne com ciganos eslovacos em primeira viagem após cirurgia

O sumo pontífice argentino iniciou sua jornada na cidade de Presov, a 40 quilômetros de Kosice
07:53 | Set. 14, 2021
Autor AFP
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AFP Jornal
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O papa Francisco se reúne nesta terça-feira (14) com membros da minoria romani, de cerca de 400 mil membros na Eslováquia, durante sua visita ao deteriorado bairro Lunik IX em Kosice, no leste do país.

 

O sumo pontífice argentino iniciou sua jornada na cidade de Presov, a 40 quilômetros de Kosice, onde celebrou uma missa segundo o rito bizantino. Cerca de 30.000 fiéis participaram do evento, acenado para Francisco em sua passagem no papamóvel.

 

Esta é a primeira viagem ao exterior de Francisco, de 84 anos, desde sua cirurgia de cólon no início de julho. Até agora, segue com boa saúde.

 

Nas semanas que antecederam a visita, as autoridades municipais limparam o bairro e consertaram a estrada que leva até ele.

 

Quase 20% dos ciganos da Eslováquia vivem em extrema pobreza, em mais de 600 favelas, especialmente no sul e no leste deste país da zona do euro de 5,4 milhões de habitantes.

 

A região leste da Eslováquia é uma das áreas de menor PIB per capita da União Europeia.

 

Os ciganos são considerados a minoria étnica mais populosa do continente, com grandes comunidades vivendo na Europa Central e Oriental.

 

Segundo historiadores, meio milhão de romanis foram mortos pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, o que equivale a 25% da população.

 

Hoje, no final do dia, o papa Francisco se reunirá com os jovens em um estádio em Kosice.

 


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Metade dos americanos acreditam que muçulmanos são mais propensos a violência que pessoas de outras religiões

Internacional
20:20 | Set. 12, 2021
Autor Redação O POVO
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Uma pesquisa realizada pelo instituto americano Pew Research Center feita em agosto de 2021 revelou que metade dos entrevistados acreditam que muçulmanos são mais propensos do que pessoas de outras religiões a encorajarem a violência.

Entre os eleitores do partido Republicano 78% têm esse ponto de vista. A taxa cai para 38% quando os ouvidos declaram voto nos Democratas.

Essa pesquisa soma-se a outras, que foram realizadas ao longo dos últimos 20 anos, logo após os atentados terroristas de 11 de setembro.

A preocupação com uma forte rejeição dos americanos aos muçulmanos entrou no radar do governo ainda em 2001, após os atentados. Naquela época, o então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush declarou, em discurso realizado no Centro Islâmico em Washington que “Islã é paz.”

Em novembro de 2001, dois meses após os atentados de 11 de setembro, 59% dos adultos americanos tinham uma visão favorável aos muçulmanos. Em março daquele mesmo ano a taxa favorável aos seguidores de Maomé era de 45%.

A rejeição aos muçulmanos é maior entre os eleitores do partido Republicano.

Outra pesquisa, realizada em 2017, revelou que 68% dos eleitores dos Republicanos tinham a visão de que “o Islã não fazia parte da sociedade americana dominante”. Já entre os Democratas, a ideia era compartilhada por 37% dos eleitores.

Outra pesquisa, também de 2017, mostrou que 56% dos Republicanos afirmaram que havia muito ou uma quantidade razoável de extremismo entre os muçulmanos dos EUA. Entre os Democratas, 22% compartilhavam a opinião.

De acordo com censo feito em 2020 pelo Public Religion Research Instituite, cerca de 1% da população dos Estados Unidos professam a fé islâmica. Outros 70% se identificam como cristãos. Outros 23% dos norte-americanos dizem não seguir nenhuma religião. (Com agências)

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Pesquisa: evangélicos eram maioria entre manifestantes pró-Bolsonaro em Fortaleza

7 DE SETEMBRO
18:49 | Set. 08, 2021
Autor Filipe Pereira
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Os evangélicos em Fortaleza estão entre o público majoritário entre os participantes das manifestações pró-governo no ato de 7 de setembro em Fortaleza. Segundo dados da pesquisa do Instituto Opnus, publicada nesta quarta-feira, 8, os protestantes lideram em presença com 59%, seguido dos católicos (34%). Os adeptos a outras religiões ou sem nenhuma especifica totalizaram 10%, e 1% não possui religião. 

 

 

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A pesquisa foi realizada no período da manhã do dia 07 de setembro de 2021, com participantes na faixa dos 16 anos ou mais. O local a ser escolhido foi a manifestação pró-governo realizada no dia 7 de setembro, com concentração na Arena Castelão na cidade de Fortaleza. Ao total, foram entrevistadas 267 pessoas de forma presencial por meio de questionários eletrônicos.

A margem de erro amostral máxima para o estudo é de 6 pontos percentuais, considerando um intervalo de confiança de 95%.

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Índia restringe festas religiosas por medo de nova onda de Covid-19

HTH
07:40 | Set. 08, 2021
Autor AFP
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As autoridades indianas estão restringindo os principais festivais religiosos que começam esta semana e atraem grandes multidões, advertindo que já começou uma nova onda de Covid-19 na capital financeira do país, Mumbai.

 

Os governos estaduais deste país de 1,3 bilhão de habitantes - que sofreu um aumento devastador nos casos de coronavírus em abril e maio - estão tomando medidas drástica contra os multitudinários encontros.

 

"A terceira onda não está para chegar, ela já está aqui", disse o prefeito de Mumbai, Kishori Pednekar, à imprensa na terça-feira (7).

 

"Podemos comemorar os festivais mais tarde. Mas vamos priorizar a vida e a saúde dos nossos cidadãos", acrescentou Uddhav Thackeray, ministro-chefe de Maharashtra, cuja capital é Mumbai.

 

Suas declarações foram dadas na véspera do festival Hindu Ganesh Chaturthi, que começa na sexta-feira (10).

 

A última onda de covid-19 sobrecarregou os hospitais na Índia e deixou pelo menos mais de 200.000 mortos. Isso aconteceu depois de um dos maiores encontros religiosos do mundo, o Kumbh Mela, que atraiu cerca de 25 milhões de peregrinos hindus.

 

Os especialistas atribuem a essa reunião, aos grandes comícios das eleições estaduais e à variante delta - detectada pela primeira vez na Índia - o aumento da nova onda da covid-19.

 

As autoridades destacaram que o recente aumento do número de casos no estado de Kerala, no sul do país, após o festival de Onam em agosto, deve ser motivo de alarme.

 

Restrições a deslocamentos e outras atividades são esperadas esta semana em Nagpur, outra grande cidade de Maharashtra.

 

No estado vizinho de Karnataka, o toque de recolher noturno será mantido, e a celebração de Ganesh será proibida nos bairros de incidência mais alta de coronavírus.

 

A Índia é o segundo país do mundo com maior número de casos registrados, com mais de 33 milhões de infecções e 441.000 mortes por covid-19 até o momento.

 


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Sínodo dos bispos: igreja católica fará consulta inédita de fiéis, sem contemplar voto de mulheres no sínodo

REL
14:20 | Set. 07, 2021
Autor AFP
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O Vaticano, que nesta terça-feira (7) apresentou um manual de instruções para realizar uma consulta sem precedentes entre seus fiéis em dioceses de todo o mundo, não deu nenhum sinal de abertura sobre o voto das mulheres durante um sínodo.

 

O próximo sínodo dos bispos, uma assembleia de bispos de todo o mundo e um momento-chave de um pontificado, acontecerá em dois anos, em outubro de 2023.

 

Para se preparar para isso, no dia 10 de outubro, o papa Francisco lançará a primeira fase, que consiste em pedir às igrejas locais para questionar o maior número possível de crentes e membros da sociedade por seis meses.

 

Uma forma de o sumo pontífice fazer com que padres e bispos reflitam sobre a sua missão e os faça ir para o terreno.

 

O documento preparatório apresentado hoje sublinha "o pedido de maior valorização da mulher", apresentado em sínodos anteriores.

 

Questionado pela imprensa sobre a aspiração das mulheres de votar nas conclusões de uma assembleia geral de bispos (que faz propostas ao papa), o cardeal Mario Grech - secretário-geral do sínodo dos bispos - deu poucas esperanças.

 

"Não é o voto que conta, mas o fato de um sínodo ser um processo que envolve todo o povo de Deus", comentou.

 

Para ele, as mulheres e os homens devem participar nesta ampla consulta "espiritual" da Igreja Católica, que conduzirá a breves sínteses realizadas pelas igrejas locais.

 

No início do ano, o papa Francisco nomeou a freira francesa Nathalie Becquart subsecretária do sínodo dos bispos, a primeira mulher a ocupar este cargo e a primeira a ter direito de voto neste cenáculo tão fechado.

 

Nesta terça, simplesmente convidou as mulheres a participarem amplamente da primeira fase do sínodo.

 

No documento anterior a esta grande consulta aos fiéis, o Vaticano afirma que "será de suma importância escutar a voz dos pobres e dos excluídos e não apenas daqueles que ocupam um papel ou responsabilidade dentro das igrejas".

 

"A Igreja deve enfrentar a falta de fé e a corrupção até dentro de si mesma. Não podemos esquecer o sofrimento de menores e adultos vulneráveis devido aos abusos sexuais, abuso de poder e de consciência cometido por um número significativo de clérigos e pessoas consagradas", destaca o texto.

 

"Há muito que a Igreja não consegue ouvir suficientemente o clamor das vítimas. São feridas profundas, difíceis de curar e pelas quais nunca pediremos perdão suficiente", acrescenta.

 


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Ano novo judaico é comemorado hoje, a partir do pôr do Sol

Geral
14:37 | Set. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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A humanidade teve um início, e ele foi há exatos 5.782 anos, completados neste 6 de setembro, segundo a cultura judaica. A data, chamada Rosh Hashaná, comemora o ano novo do calendário judaico. 

“É o dia 1, que começa hoje no pôr do Sol. Foi nesta data que Deus criou a humanidade, a partir de Adão e Eva”, explica à Agência Brasil o rabino Sany Sonnenreich.

“Nesta data comemoramos a criação do ser humano. O propósito do universo é o ser humano desempenhando o seu papel na Terra. Deus, nesse dia, avalia a humanidade que ele criou e o que ela faz com a vida que ganhou de presente”, acrescentou, referindo-se ao Rosh Hashaná, termo que significa “cabeça do ano”.

Para os judeus, é uma data para as pessoas acordarem para a vida e para o real propósito da existência, mostrando a Deus as coisas que realmente são importantes na vida terrena, em meio ao desafio de se cumprir missões coletivas e pessoais. “O que Deus quer de nós é o amor. E isso se demonstra com gestos e pensamentos”, disse.

Sonnenreich explica que a base do judaísmo é “amar ao próximo como a si mesmo”. “Você jamais conseguirá amar ao outro se você, antes, não se amar. O mesmo se aplica a Deus. Quanto maior meu conhecimento sobre minha essência, mais eu vou me amar e, consequentemente, amar a Deus. Por isso, o conhecimento, o estudo e a preparação são a chave para se abrir todas as portas”, completou.

Introspecção

O festejo para esta data é carregado de elementos simbólicos, tanto nos alimentos quanto nos objetos que integram o ambiente e a cerimônia. “Muitas pessoas erroneamente associam o Rosh Hashaná à visão comum que se tem de réveillon, com bebidas e baladas. Não é o caso. É um momento de introspecção; de vivência familiar, rezas e reflexão. De uma análise que determinará o rumo do ano que se inicia”.

Durante os 10 dias de celebração, iniciados no pôr do Sol de hoje, os judeus vão a sinagogas para rezas especiais em celebração à data. “Abraçamos o dia como uma audiência particular entre nós e o Grande Rei. Os dois primeiros dias são como bolha onde esquecemos de tudo e mergulhamos de cabeça em uma proximidade única, que determinará tudo que acontecerá conosco no ano que se inicia”.

Coroação

Um hábito praticado durante essas cerimônias é o de tocar um instrumento fabricado a partir do chifre de animais como carneiros, chamado shofar – Rosh Hashaná é também conhecido como o dia do toque do shofar. 

“O som do shofar lembra a coroação de um rei. Como não existe rei sem povo, estamos coroando Deus como rei do universo e de nossas vidas”, disse ele referindo-se ao instrumento comumente tocado nas sinagogas durante o festejo.

Em casa, as famílias costumam preparar refeições especiais com peixes e alimentos à base de mel e maçãs. “Muitos são os doces servidos, para que também seja doce o ano que está chegando. Pão de mel, bolo de mel e maçã com mel são tradicionais. Para o prato principal, o peixe é o escolhido, e vem acompanhado de saladas e receitas típicas judaicas”.

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