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Número de mortos por inundações na China triplica e chega a 300

O número anterior de mortos em toda província de Zhengzhou era em torno de 100. A prefeita de Zhengzhou, Hou Jong, disse à imprensa que 39 pessoas morreram em estacionamentos subterrâneos
07:31 | Ago. 02, 2021
Autor - AFP
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- AFP Autor
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O balanço das enchentes de 20 de julho no centro da China foi revisado para cima nesta segunda-feira (2), chegando a 302 mortos e 50 desaparecidos - informaram as autoridades locais.

 

As intensas chuvas registradas na metrópole de Zhengzhou, capital da densamente povoada província de Henan, inundaram um trem do metrô e um túnel rodoviário, arrastando dezenas de carros.

 

O número anterior de mortos em toda província era em torno de 100.

 

A prefeita de Zhengzhou, Hou Jong, disse à imprensa que 39 pessoas morreram em estacionamentos subterrâneos.

 

Pelo menos 14 pessoas morreram em um metrô que ficou completamente inundado no horário de pico, e 500 passageiros de um vagão ficaram presos.

 

As autoridades locais foram criticadas por não ordenarem o fechamento dos transportes públicos, apesar dos alertas meteorológicos.

 

Em apenas três dias, Zhengzhou recebeu o volume pluviométrico equivalente a quase um ano. Trata-se de um recorde em seis décadas de registros meteorológicos, o que aumenta a preocupação com o impacto da mudança climática.

 

A prefeita estimou os danos em sua cidade em 53,2 bilhões de iuanes (8,2 bilhões de dólares).

 


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EUA: SEC confirma pausa em IPOs de empresas da China para orientação sobre riscos

ECONOMIA
2021-07-30 13:29:56
Autor Agência Estado
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Tipo Notícia

A Securities and Exchange Commission (SEC), equivalente americana à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), disse nesta sexta-feira (30) que paralisou o processamento de registros de ofertas públicas iniciais (IPOs) de empresas da China nos Estados Unidos. O objetivo do órgão é elaborar novas orientações ao mercado sobre os riscos envolvidos em comprar ações de companhias do país asiático, em meio a uma ofensiva regulatória de Pequim. A informação foi antecipada pela agência Reuters.
De acordo com o presidente da SEC, Gary Gensler, muitas empresas que tem base operacional na China utilizam companhias de fachada offshore em outra jurisdição, como as Ilhas Cayman, para abril capital. Isso ocorre, segundo a autoridade americana, porque boa parte da setor privado da China não pode listar ações em bolsas no exterior.
Gensler afirma que essas companhias de fachada celebram contratos de serviço com as empresas do país asiático e, em seguida, emitem ações em moeda estrangeira.
"Embora a empresa de fachada não tenha participação acionária na empresa operacional baseada na China, para fins contábeis, a empresa de fachada pode consolidar a empresa operacional em suas demonstrações financeiras", diz o comunicado da SEC.
Após a revisão, portanto, a SEC passará a exigir que as empresas intermediárias deixem claro nos documentos para o IPO que os investidores não estão comprando diretamente ações de companhias da China. Além disso, o órgão regulador americano também ordenará que os papéis para abertura de capital sinalizem que há incertezas sobre as ações futuras do governo chinês.
"Acredito que tais divulgações são cruciais para a tomada de decisão de investimento informada e estão no cerne do mandato da SEC para proteger os investidores nos mercados de capitais dos EUA", afirma Gensler.
Nas últimas semanas, a China reforçou uma ofensiva regulatória sobre os setores de tecnologia e educação privada. Como mostrou reportagem do Estadão/Broadcast, o movimento gerou cautela nos mercados internacionais e dúvidas sobre os próximos passos do governo chinês.
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Inundações deixam 20 mortos e 300.000 desabrigados em Bangladesh

CHUVAS DE MONÇÃO
2021-07-30 07:40:48
Autor AFP
Tipo Notícia

Inundações e deslizamentos de terra provocados por chuvas de monção deixaram 300.000 pessoas desabrigadas em cidades do sudeste de Bangladesh e provocaram 20 mortes, incluindo seis refugiados rohingyas, informaram as autoridades nesta sexta-feira.

 

Desde segunda-feira, a região de Cox's Bazar, na fronteira com Mianmar e lar de quase um milhão de refugiados rohingyas, é cenário de chuvas torrenciais.

 

Quase 36.000 pessoas foram levadas para escolas e refúgios para ciclones.

 

No início da semana, Bangladesh retirou quase 10.000 rohingyas de campos de refugiados em Cox's Bazar devido às tempestades.

 

Trabalhadores humanitários afirmaram que o confinamento decretado para conter o aumento de contágios de covid-19 nestes campos está afetando os trabalhos de resgate, pois o acesso está restrito.

 

Quase 740.000 rohingyas fugiram do estado birmanês de Rakhine (oeste) em 2017 quando as forças de segurança iniciaram uma operação que para a ONU poderia constituir genocídio.

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Variante Delta se espalha na China e chega a Pequim

SURTOS
2021-07-29 09:44:00
Autor AFP
Tipo Noticia

Embora ainda limitado, o último surto de Covid-19 se espalhou por várias províncias da China, incluindo a capital do país, Pequim - anunciaram as autoridades nesta quinta-feira (29), que enfrentam a variante Delta.

 

País onde o coronavírus foi detectado pela primeira vez, no final de 2019, a China conseguiu frear o avanço da pandemia na primavera de 2020.

 

Identificado em Nankin (leste) em 20 de julho, este último surto da Covid-19 vem, no entanto, espalhando-se geograficamente no país há meses.

 

A variante foi detectada, inicialmente, em nove funcionários do aeroporto da antiga "capital do sul", mas contágios também foram registrados em 171 pessoas na província de Jiangsu, limítrofe com Xangai, e em pelo menos outras quatro províncias.

 

A maioria dos infectados havia sido vacinada, de acordo com as autoridades de Jiangsu, o que desperta preocupação sobre a eficácia das vacinas chinesas contra a variante Delta.

 

O país mais populoso do mundo administrou 1,6 bilhão de doses (fabricadas apenas na China). Não se sabe, porém, quantos habitantes estão vacinados com todas as doses necessárias. A meta do governo é imunizar 65% da população (ou 1,4 bilhão de habitantes) até o final do ano.

 

O país também registrou casos de contágio através de sua porosa fronteira com Mianmar.

 

Em Jiangsu, as autoridades confinaram centenas de milhares de moradores, disse Lu Jing, um funcionário de alto escalão dos serviços epidemiológicos provinciais.

 

"Em Nankin, cibercafés, academias, cinemas, karaokês e até bibliotecas foram fechados", disse ele à imprensa.

 

A metrópole aplicou duas vezes testes de covid-19 em seus mais de 9,2 milhões de habitantes e lançou uma terceira campanha de detecção na quarta-feira (28), anunciou a prefeitura.

 

A densamente povoada província de Sichuan (sudoeste) registrou três casos nesta quinta-feira, e Pequim, dois, o primeiro em seis meses.

 

No centro da capital, o hotel Legendale foi fechado, após a descoberta de um caso importado. Nesta quinta, funcionários com trajes de proteção desinfetavam os arredores do estabelecimento com pulverizadores.

 


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Bolsa cai com preocupações com variante delta e China

Economia
2021-07-27 19:49:15
Autor Agência Brasil
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Agência Brasil Autor
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Tipo Notícia

Em um dia de turbulências no mercado externo, as bolsas de valores do mundo inteiro caíram em meio às preocupações com a economia chinesa e com a disseminação da variante delta do novo coronavírus. O dólar fechou estável à espera da reunião desta semana do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). O índice Ibovespa, da B3, encerrou o dia com queda de 1,1%, aos 124.612 pontos. O indicador passou a cair após os primeiros minutos de negociação. Na mínima do dia, por volta das 13h30, o índice chegou a cair 1,84%, mas reagiu um pouco na hora final de negociação. Em julho, o Ibovespa acumula queda de 1,73%. Após duas quedas seguidas, o dólar comercial fechou estável, vendido a R$ 5,178, com leve alta de 0,06%. A cotação teve um dia volátil, chegando a R$ 5,20 por volta das 10h e caindo para R$ 5,15 por volta das 12h. Durante a tarde, a moeda operou na estabilidade. Em todo o planeta, o mercado financeiro teve um dia de tensão. As reações após o anúncio de medidas intervencionistas do governo chinês em empresas de tecnologia e em escolas privadas influenciaram o mercado asiático. O receio de que a variante delta do novo coronavírus provoque uma nova onda de medidas de restrição social em economias avançadas piorou o clima. O mercado de câmbio teve um dia de menos pessimismo, porém com mais oscilações na cotação do dólar. A moeda norte-americana chegou a cair durante a manhã em relação ao euro e às principais moedas de países emergentes, mas voltou a se valorizar à tarde, na expectativa do resultado da reunião do Fed amanhã (28). A recente divulgação de dados econômicos fracos no mercado imobiliário dos Estados Unidos reduziu as expectativas de que o Fed antecipe o início da retirada dos estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19. Desde o ano passado, os juros básicos norte-americanos estão entre 0% e 0,25% ao ano, no menor nível da história. *Com informações da Reuters

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Tempestade de areia "devora" cidade chinesa à beira do deserto de Gobi

NATUREZA
2021-07-27 15:59:00
Autor AFP
Tipo Notícia

Um impressionante "muro" de areia de 100 metros de altura envolveu uma cidade à beira do deserto de Gobi, no noroeste da China, com imagens que pareciam tiradas de um filme-catástrofe.

Dunhuang, um lugar turístico com uma interessante história como um entreposto da Rota da Seda, desapareceu momentaneamente, devorada por uma nuvem de poeira e areia na esteira de uma tempestade no domingo, 25.

Um morador identificado como Zhang disse ao veículo local Jimu News que a tempestade de areia chegou de repente e atravessou a cidade em cinco ou seis minutos.

"Eu não conseguia ver o sol", disse ele, acrescentando que a cidade, situada na província de Gansu, não sofria uma tempestade de areia tão forte há vários anos.

"No início, fui envolvido pela poeira amarela da tempestade, depois ficou vermelha e finalmente preta", completou.

Dunhuang tem várias atrações turísticas, incluindo as Cavernas de Mogao. Este conjunto de templos budistas é decorado com pinturas murais e tem várias esculturas, declaradas Patrimônio Mundial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 1987.

Tempestades de areia são comuns na região do deserto de Gobi na primavera, mas é raro acontecerem no verão, de acordo com a agência de notícias estatal China News Service.

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