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Biden lista prioridades: pandemia, crise, clima e igualdade racial

16:31 | 08/11/2020
Democratic 2020 U.S. presidential nominee Joe Biden, his wife Jill, his son Hunter Biden and vice presidential nominee Kamala Harris celebrate at their election rally, after the news media announced that Biden has won the 2020 U.S. presidential election over President Donald Trump, in Wilmington, Delaware, U.S., November 7, 2020. REUTERS/Jim Bourg REFILE - CORRECTING ID (Foto: REUTERS/Jim Bourg/Direitos reservados)
Democratic 2020 U.S. presidential nominee Joe Biden, his wife Jill, his son Hunter Biden and vice presidential nominee Kamala Harris celebrate at their election rally, after the news media announced that Biden has won the 2020 U.S. presidential election over President Donald Trump, in Wilmington, Delaware, U.S., November 7, 2020. REUTERS/Jim Bourg REFILE - CORRECTING ID (Foto: REUTERS/Jim Bourg/Direitos reservados)

A chapa vencedora da eleição dos Estados Unidos, formada pelos presidente eleito Joe Biden e a vice-presidente eleita Kamala Harris, lançou hoje (8) a plataforma online da transição presidencial e listou como principais desafios a pandemia, a crise econômica, o clamor por justiça racial e as mudanças climáticas.

"Estamos nos preparando para liderar no Dia Um, assegurando que a administração Biden-Harris é capaz de lidar com os desafios mais urgentes que enfrentamos: protegendo e preservando a saúde de nossa nação, renovando nossas oportunidades de ter sucesso, avançando na igualdade racial e enfrentando a crise climática", publicou na internet o perfil oficial da transição, que teve sua mensagem republicada pelo presidente-eleito Joe Biden no Twitter.

We are preparing to lead on Day One, ensuring the Biden-Harris administration is able to take on the most urgent challenges we face: protecting and preserving our nation's health, renewing our opportunity to succeed, advancing racial equity, and fighting the climate crisis.

— Biden-Harris Presidential Transition (@Transition46) November 8, 2020

 

O perfil oficial acrescentou que o governo democrata terá pela frente uma tarefa inédita na história americana, e a preparação para enfrentá-la "será guiada por especialistas, pela ciência e com caráter".

Em relação à pandemia, os democratas se comprometem, entre outras promessas, a ser pautados pela ciência, a consultar profissionais de saúde pública para decisões de saúde pública, a promover confiança e transparência e a assegurar que todo americano tenha acesso regular a testes confiáveis de covid-19.

A agência Reuters noticiou ainda que a Biden anunciou a criação de uma força-tarefa de 12 integrantes para combater a pandemia, que já causou mais de 230 mil mortes nos Estados Unidos. O grupo terá pela frente a tarefa de planejar as ações que o governo Biden tomará a partir de 20 de janeiro de 2021, data prevista para a posse.

Primeira mulher e primeira mulher negra a ser eleita para a vice-presidência dos Estados Unidos, Kamala Harris usou o Twitter neste domingo para reforçar declarações de seu discurso proferido na noite de ontem, em que homenageou sua mãe e "gerações de mulheres negras que vieram antes dela e acreditaram profundamente que um momento como esse era possível nos Estados Unidos". "Eu espero que cada garotinha assistindo esta noite veja que este é um país de possibilidades", repetiu a democrata.

I’m thinking about my mother, Shyamala Gopalan Harris, and the generations of Black women who came before me who believed so deeply in an America where a moment like this is possible. pic.twitter.com/c3f13juMPw

— Kamala Harris (@KamalaHarris) November 8, 2020

 

Já o presidente, Donald Trump, voltou a fazer acusações de fraude contra a eleição na rede social, que sinalizou aos usuários que as alegações não eram comprovadas.

O candidato à reeleição publicou que havia problemas na autenticação dos votos feitos pelo correio, que decidiram a eleição em estados chave para sua derrota, como a Pensilvânia. O Twitter marcou as postagens com um link que explica que o voto pelo correio é legal e seguro nos Estados Unidos, especialmente em meio à pandemia.

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, que também concorreu à reeleição, não se manifestou no Twitter.