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Campanha de Trump aponta supostas irregularidades na contagem de votos na Geórgia

O então presidente dos Estados Unidos concorre a reeleição em meio a uma alta taxa de desaprovação.

08:22 | 05/11/2020
O presidente dos EUA, Donald Trump, balança o punho enquanto hospeda um evento da campanha Make America Great Again no Aeroporto Internacional de Des Moines, em Des Moines, Iowa, em 14 de outubro de 2020. (Foto de Alex Edelman / AFP) (Foto: ALEX EDELMAN / AFP)
O presidente dos EUA, Donald Trump, balança o punho enquanto hospeda um evento da campanha Make America Great Again no Aeroporto Internacional de Des Moines, em Des Moines, Iowa, em 14 de outubro de 2020. (Foto de Alex Edelman / AFP) (Foto: ALEX EDELMAN / AFP)

A campanha à reeleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu à Justiça que os funcionários eleitorais da Geórgia sigam a lei de armazenamento e contagem de ausentes na eleição presidencial.

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O objetivo da campanha do republicano é apontar supostas irregularidades na contagem de votos no Estado - um dos relevantes para a vitória no Colégio Eleitoral e que ainda não têm uma definição de resultado. Na última quarta-feira, dia 4, Trump pediu a paralisação da contagem de votos no Michigan e na Pensilvânia, além de ter solicitado a recontagem dos votos no Wisconsin.

O advogado do presidente Donald Trump, Rudy Giuliani, já afirmou que os republicanos venceram a eleição. "É apenas uma questão de contar os votos de forma justa", declarou. O então presidente dos Estados Unidos concorre a reeleição em meio a uma alta taxa de desaprovação.



Joe Biden se tornou o candidato mais votado da história dos EUA. Biden recebeu, até às 23h desta quarta, 71.917.120 votos válidos, o equivalente a 50,38% dos votos já apurados das eleições de 2020. O recorde anterior pertencia ao então candidato Barack Obama, de quem Biden foi vice, em 2008.

Com Associated Press