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Mariah Carey diz em novo livro que foi drogada pela irmã aos 12 anos

No livro, ela conta que foi deixada sozinha com o amigo da irmã e foi salva por um idoso que passava na rua

10:55 | 30/09/2020
Além da irmão, Mariah conta das péssimas vivências com o irmão (Foto: AFP/Reprodução)
Além da irmão, Mariah conta das péssimas vivências com o irmão (Foto: AFP/Reprodução)

Conhecida pela voz poderosa e a pose elegante, Mariah Carey resolveu compartilhar um outro lado em seu novo livro, recentemente lançado. Em "The meaning of Mairah Carey", O significado de Mariah Carey, em português, a cantora lembrou dos altos e baixos de sua infância e adolescência. Entre os momentos abordados, a estrela contou sobre a relação difícil com a irmã e o episódio em que teria sido drogada.

"Quando eu tinha 12 anos, minha irmã me drogou com Valium (um remédio antidepressivo), me ofereceu uma unha cheia de cocaína, me causou queimaduras de terceiro grau e tentou me vender para um cafetão", escreve Mariah. O homem seria, segundo a estrela, um dos amigos da irmã, chamado John. Um dia, a irmã, Alison, a deixou sozinha com ele num carro. A cantora tentou se desvencilhar do abuso e foi salva por um idoso que passava na rua. "Eu memorizei o rosto dele naquele momento", disse, e agradeceu pelo salvamento. As informações são do O Globo.

Os maus tratos psicológicos causados pela irmã são vistos e contados como recorrente por Mariah. "Alison me queimou de muitas maneiras e mais vezes do que posso contar. Repetidamente, tentei ser o corpo de bombeiros dela, financiando tratamentos e pagando estadias em centros de reabilitação. Mas, mesmo com recursos substanciais, não há como resgatar alguém que não percebe que está queimando."

A relação conturbada também se estende para outros familiares, como irmão, que também foi tema de alguns parágrafos do livro. Mariah, terceira filha de um casal que se separou quando ela tinha apenas 3 anos, relembra de brigas entre Alfred, o pai, e o irmão, Morgan. Numa delas, a polícia foi acionada e foi preciso 12 agentes para contê-los. "Quando meu irmão estava por perto, não era incomum ele fazer buracos nas paredes ou outros objetos voarem", ela conta.


Aos 6 anos, ela conta ter visto Morgan agredir a mãe e ligou para a única amiga da família que sabia o número. Quando a polícia chegou, ela lembra de ter visto os policiais olhando para ela falando: 'Se esse garoto conseguir, será um milagre', disse.