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Fotógrafo lucra com contradições de Trump

07:10 | 25/06/2019
A ideia veio de um fotógrafo de Los Angeles. Indignado com as constantes mudanças de opinião de Donald Trump, Sam Morrison, de 27 anos, resolveu faturar com o que ele chama de "hipocrisia" do presidente. O espírito da brincadeira é um trocadilho. Em inglês, a palavra "flip-flop" tem duplo sentido: significa tanto "chinelo" quanto o ato de mudar de opinião.
Em setembro de 2017, ele encomendou mil sandálias pelos correios. Dois meses depois, imprimiu manualmente nos chinelos alguns tuítes de Trump. No pé direito, uma afirmação. No esquerdo, a opinião oposta. "O objetivo era usar as próprias palavras dele para transformá-lo em seu maior crítico", disse Morrison à revista Time. "A única pessoa que Donald Trump escuta é Donald Trump."
Morrison fez três séries de chinelos: tuítes contraditórios sobre ataques à Síria, a parcialidade da imprensa e o sistema eleitoral americano. "O colégio eleitoral é um desastre para a democracia", diz o tuíte do pé direito. "O colégio eleitoral é genial", afirma o tuíte do pé esquerdo. Foi um sucesso instantâneo. Em menos de um mês, ele vendeu pela internet todos os pares de chinelos e doou 10% do lucro para a American Civil Liberties Union, a mais importante entidade de defesa de direitos individuais dos EUA. (Com agências internacionais)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Agência Estado