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Policiais argentinos dizem que ratos comeram mais de meia tonelada de maconha que sumiu em galpão

Oito policiais suspeitos foram demitidos; especialistas afirmam que animais não confundiriam droga com alimento

22:46 | 11/04/2018

Depois que 540 kg de maconha desapareceu de depósito na cidade Pilar, Argentina, uma enorme controvérsia iniciou. Oito policiais acusados de negligência no caso, demitidos após o sumiço da droga, se defenderam afirmando que ratos comeram a erva.

O juiz responsável pelo caso, Adrián González Charvay, não se convenceu e pediu esclarecimentos a especialistas da Universidade de Buenos Aires, que garantiram que os animais jamais iriam confundir maconha com alimento. As informações são do portal G1.

Ainda segundo os especialistas, na remota hipótese dos roedores comerem a droga, seria preciso que uma grande quantidade de animais para consumir tamanho volume, e certamente seriam encontrados ratos mortos.

O jornal argentino Clarín informou que a maconha estava em um depósito e fazia parte de uma carga de seis toneladas apreendidas há 2 anos. Em uma verificação recente, porém, foi constatada que havia 5,4 toneladas no local.

Javier Specia, então comissário de polícia, foi demitido e, juntamente com outros três ex-subordinados, atribuiu o sumiço aos roedores. Os quatro serão julgados no dia 4 de maio.

Redação O POVO Online
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