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Entidades de defesa animal condenam treinamento "cruel" da "orca falante"

22:35 | 09/02/2018
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[FOTO1]Wikie, a "orca falante" que virou notícia ao redor do mundo ao vocalizar palavras indicadas por sua treinadora, voltou aos holofótes da mídia após duas associações de defesa dos animais marinhos entenderem como "cruéis" os treinamentos que ensinavam-na a imitar o som do vocábulo humano. Pesquisadores da universidade Complutense de Madri publicaram o estudo na última semana.

A "orca falante" vive em cativeiro no Aquário Marineland, em Antibes, no sul da França. Ela foi treinada para realizar truques para visitantes e acabou selecionada para o experimento por já ter aprendido a imitar gestos de comandos dos treinadores.

Na visão do grupo britânico ORCA, dedicado à conservação de orcas, os estudos poderiam, e deveriam, ser conduzidos em animais selvagens, soltos em seu habitat natural, em vez das orcas capturadas.

Para o grupo, os animais já eram conhecidas por replicar sons de outras espécies. Analisá-los soltos ajudaria, na visão da entidade, a apurar a sofisticação e a inteligência do animal, além de mostrar o quanto se pode aprender dele em seu habitat.

"Nós esperamos que, em um futuro próximo, nós veremos um fim para esse tipo de crueldade para que todos os cetáceos (infraordem de animais marinhos) possam viver livres", frisa a entidade em posicionamento reproduzido pelo diário Metro.

Pela capacidade de imitação, as espécies têm mais facilidade de adaptação à mudanças ambientais, o que aumenta as chances de sobrevivência. No caso das orcas, elas já haviam demostrado o poder de imitar sons de golfinhos. Além de papagaios, conhecidos pela habilidade de imitação, a capacidade de vocalização de palavras humanas já foi demostrada em belugas, golfinhos, focas e elefantes asáticos.
 
Redação O POVO Online 
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[FOTO1]Wikie, a "orca falante" que virou notícia ao redor do mundo ao vocalizar palavras indicadas por sua treinadora, voltou aos holofótes da mídia após duas associações de defesa dos animais marinhos entenderem como "cruéis" os treinamentos que ensinavam-na a imitar o som do vocábulo humano. Pesquisadores da universidade Complutense de Madri publicaram o estudo na última semana.

A "orca falante" vive em cativeiro no Aquário Marineland, em Antibes, no sul da França. Ela foi treinada para realizar truques para visitantes e acabou selecionada para o experimento por já ter aprendido a imitar gestos de comandos dos treinadores.

Na visão do grupo britânico ORCA, dedicado à conservação de orcas, os estudos poderiam, e deveriam, ser conduzidos em animais selvagens, soltos em seu habitat natural, em vez das orcas capturadas.

Para o grupo, os animais já eram conhecidas por replicar sons de outras espécies. Analisá-los soltos ajudaria, na visão da entidade, a apurar a sofisticação e a inteligência do animal, além de mostrar o quanto se pode aprender dele em seu habitat.

"Nós esperamos que, em um futuro próximo, nós veremos um fim para esse tipo de crueldade para que todos os cetáceos (infraordem de animais marinhos) possam viver livres", frisa a entidade em posicionamento reproduzido pelo diário Metro.

Pela capacidade de imitação, as espécies têm mais facilidade de adaptação à mudanças ambientais, o que aumenta as chances de sobrevivência. No caso das orcas, elas já haviam demostrado o poder de imitar sons de golfinhos. Além de papagaios, conhecidos pela habilidade de imitação, a capacidade de vocalização de palavras humanas já foi demostrada em belugas, golfinhos, focas e elefantes asáticos.
 
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A "orca falante" vive em cativeiro no Aquário Marineland, em Antibes, no sul da França. Ela foi treinada para realizar truques para visitantes e acabou selecionada para o experimento por já ter aprendido a imitar gestos de comandos dos treinadores.

Na visão do grupo britânico ORCA, dedicado à conservação de orcas, os estudos poderiam, e deveriam, ser conduzidos em animais selvagens, soltos em seu habitat natural, em vez das orcas capturadas.

Para o grupo, os animais já eram conhecidas por replicar sons de outras espécies. Analisá-los soltos ajudaria, na visão da entidade, a apurar a sofisticação e a inteligência do animal, além de mostrar o quanto se pode aprender dele em seu habitat.

"Nós esperamos que, em um futuro próximo, nós veremos um fim para esse tipo de crueldade para que todos os cetáceos (infraordem de animais marinhos) possam viver livres", frisa a entidade em posicionamento reproduzido pelo diário Metro.

Pela capacidade de imitação, as espécies têm mais facilidade de adaptação à mudanças ambientais, o que aumenta as chances de sobrevivência. No caso das orcas, elas já haviam demostrado o poder de imitar sons de golfinhos. Além de papagaios, conhecidos pela habilidade de imitação, a capacidade de vocalização de palavras humanas já foi demostrada em belugas, golfinhos, focas e elefantes asáticos.
 
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