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Mãe se queixa depois de contarem a sua filha que Papai Noel não existe

A psicóloga familiar Carol Braga afirma que alimentar fantasias nos filhos como Papai Noel e coelhinho da Páscoa é importante para o desenvolvimento cognitivo das crianças

17:10 | 22/12/2017

Uma mulher chamada Stephanie Boyden disse para a imprensa britânica que está furiosa com a escola em que Demi, sua filha de 11 anos, estuda. Às vésperas do Natal, professores do colégio disseram aos alunos que "o Papai Noel não existe". A informação é do G1.

De acordo com Stephanie, nenhum aluno havia perguntado aos professores se Papai Noel existe ou não. O interesse em contar a verdade sobre o "bom velhinho" partiu da escola. Ela diz que eles poderiam ter falado de um jeito diferente em vez de dizer que "havia chegado a hora de todos saberem a verdade".

A mãe diz que tentou convencê-la que Papai Noel existe, sim, mas não conseguiu. "A escola destruiu a magia natalina da minha casa". O caso ganhou repercussão nas redes sociais e Boyden foi alvo de críticas por não ter contado a verdade para a filha antes, visto que ela já é uma pré-adolescente. Ela rebateu. Disse que optou por manter a fantasia na cabeça não só de Demi, mas dos outros cinco filhos.

A psicóloga familiar Carol Braga acredita que alimentar fantasias nos filhos como Papai Noel e coelhinho da Páscoa é importante para o desenvolvimento cognitivo das crianças, que formam o pensamento simbólico e as representações mentais. Para ela, é por meio do lúdico e das fantasias que as crianças se preparam para compreender a realidade do mundo.

A especialista, entretanto, não dá total razão à Stephanie. Ela diz que a hora certa de a criança saber a verdade é por volta dos 7 anos, momento em que ela começa a desmistificar histórias de Papai Noel. Se os filhos questionarem os pais, é melhor que a verdade seja contada. Mas não é necessário entrar no assunto antes que a criança manifeste a dúvida.

 

Redação O POVO Online

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