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Sobreviventes de ataque no Bataclan usam tatuagem para 'nunca esquecer'

11:32 | Nov. 10, 2017
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Desde que foi "sepultada" sob uma montanha de corpos na casa de shows parisiense Bataclan, Laura Levêque tem a "impressão de carregar sobre os ombros o peso de 130 cadáveres". "Logo, por que não deixar marcado na pele?", questionou a si própria.

Assim como ela, dezenas de sobreviventes dos atentados em 13 de novembro de 2015, em Paris, fizeram tatuagens com os objetivos de "nunca esquecer" a fatalidade e "voltar a aprender a viver".

"Fiquei coberta de sangue e (pedaços de) carne. Os mortos entraram em mim", disse à AFP. Porém, suas tatuagens ajudaram essa mulher, atualmente com 32 anos, a "recuperar o seu próprio corpo" e a "transformar o (momento) pavoroso em algo belo".

Agora, ela exibe um enorme corvo no ombro, rodeado de pequenos desenhos que remetem a um eclipse, além de uma ouroboros, uma cobra mordendo a própria cauda, que simboliza o "ciclo da vida", e "flores que crescem em um campo de batalha".

Três meses após a carnificina a que sobreviveu com apenas 19 anos, Nahomy Beuchet carrega em seu braço um desenho do Bataclan, acompanhado da data do ataque e das palavras "Peace, Love, Death Metal", que pode ser traduzido em português para "Paz, Amor e Metal (rock)".

Esse é o nome de um álbum do Eagles of Death Metal, a banda californiana que se apresentava no Bataclan quando os responsáveis pelo ataque entraram no local e massacraram 90 pessoas.

Para a jovem de 21 anos, que considera atualmente o tempo como sendo "um pouco abstrato", a tatuagem é "uma âncora histórica".

"Essa é a minha cicatriz", disse Manon Hautecoeur a respeito do leão e o emblema de Paris "Fluctuat nec mergitur" ("Atingida pelas ondas, mas não afundada"), que exibe em seu braço.

"Quando as suas feridas são 'apenas' psicológicas, você tem a impressão de não ser realmente uma vítima porque não possui lesões físicas", explica essa jovem de 20 anos que estava próximo ao restaurante Petit Cambodge, local também alvejado pelos terroristas.

David Fritz Goeppinger, que sobreviveu ao Bataclan, sente o mesmo. "Não estava ferido. Precisava de algo", conta esse jovem de 25 anos, que agora tem marcado em seu braço numerais romanos que representam a data do atentado.

Alexandra, uma sobrevivente cujo sobrenome preferiu omitir, foi atingida por um tiro em seu cotovelo quando estava no bar Carillon, em frente ao Petit Cambodge. Depois de retirada a bala que a feriu, também decidiu tatuar o emblema de Paris próximo a sua cicatriz.

Ruben, que desde julho faz parte do grupo que possui uma tatuagem do emblema da capital francesa, passou seis meses hospitalizado. "Queria ter algo registrado, mas sem que fosse algo que dissesse 'estive no Bataclan'".

"A tatuagem é uma forma de modificar a pele, (passar por uma) metamorfose", acrescenta David Le Breton, um sociólogo especialista em arte corporal. Permite que as pessoas possam "se reapropriar da tragédia, homenagear os mortos e deixar registrado o fato de que estiveram muito próximas à morte".

Stephanie Zarev, 44 anos, tem uma fênix tatuada ao braço no qual foi atingida por partes de uma bomba de estilhaços, feita para mostrar que "apesar do terror existente naquela noite, ainda há muito para se viver".

Sophie foi atingida por duas balas em uma perna e atualmente não consegue mover o pé. Ela tatuou em sua coxa uma enorme e esquelética "Catrina", a tradicional caveira mexicana, além de um girassol no pé.

"Eu não quis sublimar minhas feridas, mas sim iluminá-las", relatou a mulher de 33 anos.

Maureen, que desde a tragédia faz um trabalho fotográfico sobre as tatuagens do grupo de sobreviventes 'Life for Paris', levou um tempo até decidir entrar na lista dos tatuados. Carrega na lateral do seu tronco a seguinte frase: "Sobreviver: renascer, crescer e morrer mais tarde".

Floriane Beaulieu nunca esquecerá como foi afortunada em conseguir sair do Bataclan, e por isso decidiu tatuar um trevo de quatro folhas, uma pomba da paz e "a palavra 'esperança', escrita dentro de um símbolo do infinito".

"Era uma sexta-feira 13, éramos 13 amigos presentes no show, e todos nós sobrevivemos", relembra Ludmila Profit, 24 anos, que já tinha um trevo tatuado atrás da orelha. Depois do ataque, adicionou o número 13 e a palavra 'Fuck' para dizer "fodam-se os terroristas" e mostrar seu "orgulho de poder viver por aqueles que não estão mais aqui".

Além dos sobreviventes, aqueles que perderam familiares no ataque também acabaram se rendendo às agulhas.

Florence Ancellin fez uma cenoura em seu tornozelo, junto ao apelido de sua filha Caroline, que tinha apenas 24 anos ao morrer no atentado.

Os três filhos de Maryline Le Guen, com idades entre 15 a 29 anos, foram todos ao Bataclan. O mais velho, Renaud, não retornou do show. Passado um mês do ataque, Le Guen tatuou em árabe o nome dele, "para que possa tê-lo sempre comigo", contou.

AFP

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Farmácia pode exigir digital ou o CPF do cliente para fornecer descontos?

22:00 | Ago. 17, 2021
Autor Jornal do Commercio
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No mês de junho, uma rede de farmácias foi notificada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) por coletar a impressão digital de clientes para o cadastro em programas de relacionamento. Posteriormente, anunciou que pararia de pedir a biometria em suas lojas. A ação reforçou uma dúvida de muitos, que é de se as farmácias podem exigir a digital ou o CPF para fornecer descontos.

Segundo o artigo 43, §2 do Código de Defesa do Consumidor, a abertura de cadastro de dados pessoais e de consumo só pode ser efetuada ou a pedido do cliente ou caso seja comunicado a ele por escrito, e é nessa situação que se inserem os "programas de fidelidade". Neste caso, não há nada de errado em fornecer descontos, segundo o advogado Afonso Morais.

Quando a prática pode se tornar abusiva?

No entanto, pode ser considerada prática abusiva, nos termos da lei consumerista, diferenciar, por meio do fornecimento de descontos, um cliente do outro simplesmente porque forneceu o CPF ou passou a digital na hora da compra e o outro não, sem que qualquer um deles faça parte de programa de fidelidade. Isso não é desconto; isso é, em outras palavras, um "pagamento" pelo fornecimento dos seus dados pessoais, em clara afronta ao dever de informação previsto no inciso III, do art. 6º do CDC. Você faz uma "venda" sem saber que está "vendendo" e nem para quem isso está sendo repassado", defendeu.

"Diante desse cenário, os cidadãos devem tomar duas atitudes práticas. A primeira é se negar a fornecer o CPF ou cadastrar a digital na hora de comprar qualquer produto, sendo que não é obrigatório. Caso o objetivo seja auferir algum tipo de desconto, a outra saída é se cadastrar no programa de fidelidade do local e optar que seus dados não sejam, em nenhuma hipótese, fornecidos a terceiros. Você tem esse direito e pode exercê-lo", afirmou o especialista.

Isso porque, segundo ele, há uma série de exemplos de como a simples atitude de dar o seu CPF nas farmácias pode trazer prejuízos, sejam eles à sua privacidade ou ao seu bolso. O advogado dá o exemplo de que, se você aumenta a compra de antibióticos e anti-inflamatórios, sempre fornecendo o CPF, um ida pode ser surpreendido com a notícia de que o valor do seu plano de saúde vai subir, mesmo não mudando a faixa etária, e não terá como saber se a empresa utilizou dados da rede que controla a farmácia.

"Ao cruzarem os dados, perceberam que sua saúde tem enfraquecido e que logo a sua necessidade de utilizar o plano provavelmente também vai aumentar, gerando mais gastos para a empresa? Assim aumenta o plano. Em outro cenário, em que a pessoa não tem um plano de saúde, a empresa que fornece o plano poderia até negar ou dificultar a contratação do interessado com base no histórico de compra de remédios em farmácias, visando evitar assegurar pacientes que tragam mais dispêndio do que lucro", afirmou.

Vale destacar que em São Paulo foi promulgada no da 1 de março a Lei 17.301/2021, que proíbe farmácias e drogarias de exigir o CPF do consumidor para conceder desconto, com uma multa de R$ 5.500,00. A situação também não passou despercebida em outros estados, como Minas Gerais, e o Distrito Federal, que também realizaram ações combatendo essa prática.

Perguntas e respostas sobre a LGPD

Seu negócio armazena contatos, CPF, endereço ou e-mail de clientes, parceiros e funcionários? Se a resposta a essa pergunta for ‘sim’, sua empresa precisa considerar a finalidade de cada um desses dados e pedir consentimento para seu uso. É o que consta na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), legislação que, desde setembro de 2020, estabelece regras para o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários por parte de empresas públicas e privadas. A partir deste domingo, 1º de agosto, passam a valer as sanções para empresas e instituições de todos os portes que descumprirem essas regras. As sanções incluem advertências, bloqueios e multas que variam conforme o faturamento dos negócios, embora, neste primeiro momento, as multas devam ser substituídas por advertências.

Na prática, o que precisar mudar com a LGPD é o protocolo com a proteção dos dados pessoais, utilizando medidas de segurança proporcionais ao risco e uma maior preocupação com o uso indevido destes dados. “As empresas, não importando o tamanho, precisam se preocupar se estão utilizando os dados sem invadir a privacidade de seus clientes e funcionários”, explica Larissa Costa, gerente adjunta da área jurídica do Sebrae. A especialista destaca benefícios: “Demonstrar que o negócio se preocupa com a privacidade das pessoas torna sua marca mais atraente e confiável. Além de se atualizarem digitalmente, ele ganha competitividade”.

De forma geral, as micro e pequenas empresas utilizam dados de contato de clientes para o envio de promoções e informações transacionais sobre serviços prestados. Também costumam usar dados de funcionários para prestação de contas trabalhistas. Segundo Larissa Costa, os pequenos negócios que não possuem volumes de dados consideráveis devem apenas avaliar se precisam de todos os dados aos quais têm acesso ou se podem realizar a mesma atividade com uma quantidade menor de informação, para adotar as medidas de segurança com menor custo.

As empresas com volumes de dados maiores ou que tratam dados pessoais sensíveis, devem se preocupar com medidas de segurança mais robustas e elaborar um programa de privacidade a fim de realizar as adequações de forma contínua, durante toda a existência de um negócio. Nesse sentido, fica o alerta da especialista: “é fundamental envolver todas as áreas da empresa”.

Segundo a Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD), responsável pela regulação e fiscalização da Lei, as multas podem chegar a 2% do faturamento líquido da empresa no ano anterior, sendo limitadas a R$ 50 milhões, caso seja decidido esse tipo de sanção. A empresa também pode ter o próprio banco de dados bloqueado por até seis meses, inviabilizando a operação.

Quais empresas serão mais afetadas?

Principalmente empresas que tratam grande volume de dados, bem como os negócios relacionadas as áreas de saúde, telecomunicação e marketing digital.

Quais são os principais impactos?

O principal impacto nas empresas é a necessidade de nomear um profissional responsável por analisar a conformidade das atividades prestadas com a legislação, assim como realizar o mapeamento dos dados existentes para descarte do que não for necessário. E, para isso, é necessário entender o processo como um todo para poder aproveitar o momento e entregar mais valor aos seus clientes, como a utilização adequada dos dados em consonância com a legislação.

Quais serão os ganhos para a sociedade?

Espera-se que as pessoas passem a ter maior consciência sobre a utilização de seus dados pelas empresas. O objetivo é um uso correto dos dados, de forma transparente, aumento da prestação de serviço com outros países por conta da maior segurança jurídica e - por fim - um empoderamento digital das pessoas perante suas escolhas, evitando assim possíveis fraudes.

Quais serão os ganhos para as empresas?

As empresas agora têm a oportunidade de organizar e otimizar todas as informações e processos existentes para oferecer produtos e serviços melhores ou mais rentáveis. Também têm em suas mãos a capacidade de aproximar seus clientes ou conquistar novos consumidores por meio da segurança cibernética.

Como é possível obter dados respeitando a LGPD?

Isso vai depender de cada tipo de empresa e modelo de negócios. Mas se as empresas respeitarem os direitos dos titulares e também os princípios norteadores da Lei, estarão por consequência respeitando toda a LGPD.

Fonte: Sebrae

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Senado aprova prioridade na matrícula para crianças com deficiência

Política
21:49 | Ago. 17, 2021
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O Senado aprovou nesta terça-feira (17) o projeto que prevê a prioridade na matrícula para crianças e adolescentes com deficiência ou doenças raras em creches, pré-escolas e em instituições de ensino fundamental ou médio, públicas ou subsidiadas pela União. A matéria segue para análise da Câmara dos Deputados.

O texto aprovado assegura o provimento de material didático adaptado às necessidades dos estudantes nessas condições. Para implementar a mudança, o projeto acrescenta dispositivos ao Estatuto da Criança e do Adolescente; à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; e ao Estatuto da Pessoa com Deficiência. 

“Por mais que a Constituição imponha ao Estado o dever de garantir educação básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 16 anos de idade, bem como educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças de até 5 anos de idade, temos ciência de que, na prática, é comum, em todo o território nacional, a organização de filas de espera por vagas na pré-escola e na rede pública de ensino, porque o Estado ainda não consegue suprir a demanda dos brasileiros por educação”, disse o relator da proposta, senador Romário (PL-RJ).

Caso vire lei, a proposta prevê o prazo de 90 dias, a partir da sanção, para que as creches e escolas possam se adaptar à nova legislação.

Crianças e adolescentes

A autora do projeto, senadora Nilda Gondim (MDB-PB) propôs inicialmente a prioridade para crianças e adolescentes com deficiência. No entanto, uma emenda possibilitou que a prioridade alcance também crianças e adolescentes com doenças raras.

“A concorrência acirrada por matrículas pode deixar crianças e adolescentes com deficiência fora da escola e da creche, agravando-lhe o isolamento social e atrasando o desenvolvimento de suas potencialidades. Trata-se do círculo vicioso de reprodução das dificuldades e de impedimentos mencionado pela autora da proposição, uma dinâmica que precisa ser interrompida, se realmente desejamos nos transformar em uma sociedade inclusiva e acessível”, disse Romário. 

* Com informações da Agência Senado

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Rio: governador promete operação pente-fino no sistema penitenciário

Política
21:49 | Ago. 17, 2021
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O governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro disse em vídeo na noite de hoje (17) que o governo do estado fará uma operação pente-fino na Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Anúncio foi feito após a prisão preventiva do secretário de Administração Penitenciária Raphael Montenegro, por manter contato com lideranças da facção criminosa Comando Vermelho e ter ido até o presídio federal de Catanduvas, no Paraná, conversar com o traficante Marcinho VP, um dos líderes dessa organização criminosa.

“É importante esclarecer também que a exoneração de Raphael Montenegro já estava decidida. E isso foi amplamente divulgado pela imprensa na semana passada. Nós estávamos buscando alguém com perfil de integração entre as forças de segurança estadual e federal”. Vai assumir o cargo, o delegado federal Victor Hugo Poubel. Castro elogiou o trabalho da Polícia Federal, que está fazendo o seu papel. “O Estado é o maior interessado nesse processo e tudo será feito com a maior transparência”, informou.

O governador disse que não faz concessões nem com o tráfico nem com a milícia. “Às vezes sofro duras críticas, mas combatemos o crime de frente, não tem negociação com bandidos. Desde que assumimos o governo em 28 de agosto de 2020, a Vara de Execuções Penais consultou 38 vezes sobre a possibilidade de transferência das lideranças do crime organizado de presídios federais para o Rio de Janeiro e, em todas elas, a Polícia Civil se manifestou contrária a esses pedidos”.

Claudio Castro afirmou ainda que ninguém negocia pelo governo do Estado. “Não tem negociação com o tráfico nem com a milícia. Isso é uma afronta aos mais de 80 mil homens e mulheres – policiais civis, militares e penais que combatem o crime diariamente e, muitas vezes, dão à vida para proteger a nossa população”, afirmou.

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Bragantino se garante nas semifinais da Copa Sul-Americana

Esportes
21:49 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Brasil
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O Bragantino garantiu a classificação para as semifinais da Copa Sul-Americana após derrotar o Rosario Central (Argentina) por 1 a 0, na noite desta terça-feira (17) no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista.

Ceará registra 43,37% de ocupação nas UTIs; enfermarias ficam abaixo de 20%

Coronavírus
21:49 | Ago. 17, 2021
Autor Leonardo Maia
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O Ceará registra ocupação de 43,37% dos leitos ativos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nesta terça-feira, de acordo com dados consolidados às 20h05min pelo IntegraSUS, plataforma da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). Em relação às enfermarias, a taxa é de 19,51%. O balanço considera todos os hospitais públicos ou privados que atendem à doença.

Em Fortaleza, uma das seis unidades com leitos de UTI adulto ativos está com lotação máxima — o hospital Uniclinic, no bairro José Bonifácio, com os dez leitos disponíveis preenchidos por pacientes em tratamento. Há ainda duas unidades com ocupação superior a 60%. Uma delas é o Hospital Leonardo da Vinci (HELV), considerado unidade de referência para tratamento da Covid-19.

No HELV, localizado no bairro Aldeota, são 36 leitos ocupados dos 46 ativos. Nas enfermarias, metade dos equipamentos estão ocupados (12 de 24 de leitos). Em fevereiro deste ano, a ocupação em UTIs chegava a ultrapassar os 93%. No caso do Leonardo da Vinci, por exemplo, eram 119 leitos ocupados dos 129 ativos.

No interior do Ceará, o maior índice desta terça-feira foi registrado na macrorregião do Sertão Central, com 45,65% de ocupação nas UTIs. No Hospital Regional do Sertão Central, o cenário é de ocupação máxima em relação aos leitos de Terapia Intensiva, com os 10 equipamentos ativos ocupados. Nas enfermarias, são sete leitos ocupados de 20 ativos.

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