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Mariah Carey é acusada de assédio por segurança, diz site

Ex-segurança da cantora diz que era chamado por ela de nazista e também teria sido assediado sexualmente. A imprensa americana aponta que ela pode ser processada pela empresa dele

09:33 | 09/11/2017
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Mariah Carey poderá ser processada por sua antiga empresa de segurança, com a qual ela trabalhou de junho de 2015 até maio de 2017, segundo informações veiculadas pelo site americano 'TMZ. A imprensa americana diz que o dono da empresa, Michael Anello, acusa a cantora de humilhá-lo e se referir a ele como nazista, skinhead e membro do Ku Klux Klan.

A publicação ainda aponta que a documentação do processo, preparada por Anello, traz acusações de assédio sexual por parte de Mariah. Segundo alegação de Anello, Mariah o chamou para o seu quarto durante viagem para Cabo San Lucas, no México.

Quando o segurança entrou, a cantora estaria vestindo uma camisola transparente aberta e ainda teria insistido para ele pegar as malas dela. Ele diz que saiu do quarto sem contato físico com a cantora.

O TMZ também aponta que a cantora teria uma dívida de pouco mais de US$ 221 mil (cerca de R$ 723 mil) com a empresa, além de não honrar promessa de renovar o contrato com a companhia por mais dois anos.

Mariah ainda não se posicionou oficialmente. Conforme o TMZ, pessoas próxima a ela comunicaram que a equipe dela esta em contato com Anello para um acordo amigável.

 

Redação O POVO Online

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